O Mal na Política! Entenda o Idiota útil e os Governantes Psicopatas! Ponerologia – Patocracia!

Quando os psicopatas dominam, a insensitividade moral se espalha por toda a sociedade, roendo o tecido das relações humanas e fazendo da vida um inferno.

Muitas vezes o leitor já deve ter-se perguntado como é possível que tantas pessoas, aparentemente racionais, amem e aplaudam os governos mais perversos e genocidas do mundo e se recusem a enxergar a liberdade e o respeito de que elas próprias desfrutam nas democracias ocidentais, ao mesmo tempo que continuam acreditando, contra todas as evidências, que são moral e intelectualmente superiores aos que não seguem o seu exemplo.

Hoje em dia essas pessoas, no Brasil, são a parcela dominante no governo, no Parlamento, nas cátedras universitárias, no show business e na mídia. A presença delas nesses altos postos garante a este país setenta mil homicídios por ano, o crescimento recorde do consumo de drogas, o aumento da corrupção até a escala do indescritível, cinqüenta por cento de analfabetos funcionais entre os diplomados das universidades e, anualmente, os últimos lugares para os alunos dos nossos cursos secundários em todos os testes internacionais, abaixo dos estudantes de Uganda, do Paraguai e da Serra Leoa. Sem contar, é claro, indícios menos quantificáveis, mas nem por isso menos visíveis, da deterioração de todas as relações humanas, rebaixadas ao nível do oportunismo cínico e da obscenidade, quando não da animalidade pura e simples.

Isso torna a pergunta ainda mais crucial e urgente. A resposta, no entanto, vem de longe.

Sessenta e tantos anos atrás, alguns estudantes de medicina na Polônia, na Hungria e na Checoslováquia começaram a notar que havia algo de muito estranho no ar. Eles haviam lutado na resistência antinazista junto com seus colegas, e isto havia consolidado laços de amizade e solidariedade que, esperavam, durariam para sempre. Aos poucos, após a instauração do regime comunista, novos professores e funcionários, enviados pelos governantes, estavam alterando profundamente o ambiente moral nas universidades daqueles países. Um jovem psiquiatra escreveu:

“nós sentíamos que algo estranho tinha invadido nossas mentes e algo valioso estava se esvaindo, de forma irreparável. O mundo da realidade psicológica e dos valores morais parecia suspenso em um nevoeiro gelado. Nosso sentimento humano e nossa solidariedade estudantil perderam seus significados, como também aconteceu com o patriotismo. Então, nos perguntamos uns aos outros: ‘Isso está acontecendo com você também?’”

Impossibilitados de reagir, eles começaram a trocar idéias, perguntando como poderiam se defender da devastação psicológica geral. Aos poucos essas conversações evoluíram para o plano de um estudo psiquiátrico da elite dirigente comunista e da sua influência psíquica sobre a população.

O estudo prosseguiu em segredo, durante décadas, sem poder jamais ser publicado. Aos poucos os membros da equipe foram envelhecendo e morrendo (nem sempre de causas naturais), até que o último deles, o psiquiatra polonês Andrej (Andrew) Lobaczewski (1921-2007), reuniu as notas de seus colegas e compôs o livro que veio a sair pela primeira vez no Canadá, em 2006, e que agora a Vide Editorial, de Campinas, está para publicar em tradução brasileira de Adelice Godoy: “Ponerologia. Estudo Psiquiátrico do Mal na Política”, do qual extraí o parágrafo acima.

“Poneros”, em grego, significa “o mal”. O mal, porque o traço dominante no caráter dos novos dirigentes, que davam o modelo de conduta para o resto da sociedade, era inequivocamente a psicopatia. O psicopata não é um psicótico, um doente mental. É uma pessoa de inteligência normal ou superior, às vezes dotada de uma capacidade incomum para agir no ambiente social. Só lhe falta uma coisa: os sentimentos morais, especialmente a compaixão e a culpa. Não que ele desconheça esses sentimentos. Conhece-os perfeitamente, mas os vivencia de maneira puramente intelectual, como informações a ser usadas, sem participação pessoal e íntima. Quanto maior a sua frieza moral, maior a sua habilidade de manipular as emoções dos outros, usando-as para os seus próprios fins, que, nessas condições, só podem ser malignos e criminosos. Justamente porque não sentem compaixão nem culpa, os psicopatas sabem despertá-las nos outros como quem toca um piano e produz o acorde que lhe convém.

Não é preciso nenhum estudo especial para saber que, invariavelmente, o discurso comunista, pró-comunista ou esquerdista é cem por cento baseado na exploração da compaixão e da culpa. Isso é da experiência comum.

Mas o que o dr. Lobaczewski e seus colaboradores descobriram foi muito além desse ponto. Eles descobriram, em primeiro lugar, que só uma classe de psicopatas tem a agressividade mental suficiente para se impor a toda uma sociedade por esses meios. Segundo: descobriram que, quando os psicopatas dominam, a insensitividade moral se espalha por toda a sociedade, roendo o tecido das relações humanas e fazendo da vida um inferno. Terceiro: descobriram que isso acontece não porque a psicopatia seja contagiosa, mas porque aquelas mentes menos ativas que, meio às tontas, vão se adaptando às novas regras e valores, se tornam presas de uma sintomatologia claramente histérica, ou histeriforme. O histérico não diz o que sente, mas passa a sentir aquilo que disse – e, na medida em que aquilo que disse é a cópia de fórmulas prontas espalhadas na atmosfera como gases onipresentes, qualquer empenho de chamá-lo de volta às suas percepções reais abala de tal modo a sua segurança psicológica emprestada, que acaba sendo recebido como uma ameaça, uma agressão, um insulto.

É assim que um grupo relativamente pequeno de líderes psicopáticos destrói a alma de uma nação.

O trabalho de Lobaczewski é fundamental, porque fornece uma chave para a compreensão da realidade brasileira e da América Latina – dominada pelos herdeiros e cultuadores dos psicopatas e das anomalias descritas pelo psiquiatra polonês.

Como é possível que tipos tão grotescos tenham conseguido ascender até os altos escalões do poder público ou ocupar posições de referência intelectual e moral para a sociedade? Um Luiz Inácio, alçado à Presidência da República; um Dirceu, que se tornou símbolo da juventude idealista e revolucionária; um Betto e um Boff, tomados – inclusive por sacerdotes e autoridades eclesiásticas – como modelos de santidade.

Não. Não é possível reduzir o problema a um fator eleitoral ou solucioná-lo apontando um intenso e febril trabalho de militância política – nem denunciar o esforço de rebaixar e adequar a fé a um projeto de poder totalitário. Não. Nenhuma destas tentativas esclarece completamente a questão. O que poderia ser justificado apenas como resultado da confusão dos tempos, o psiquiatra polonês Andrew Lobaczewski – sob a perspectiva da bio-psicologia – aponta como efeito da ação e da influência dos psicopatas.

Em “Ponerologia: Psicopatas no poder“, Lobaczewski apresenta as linhas gerais para a fundação de uma nova disciplina: a ponerologia. “Poneros”, em grego, quer dizer “o mal” – sendo a ponerologia um estudo sobre a gênese do mal (p. 81). Porém, não se trata de um estudo amarrado às categorias morais. A ponerologia, esclarece o psiquiatra polonês, deve estar assentada nos avanços objetivos da biologia, da medicina e da psicologia clínica.

O foco da ponerologia é a pesquisa da psicopatologia. Descrever os fenômenos patológicos característicos de determinadas pessoas que, apesar de formarem um grupo reduzido dentro do conjunto total da população, podem afetar de forma negativa a vida de centenas, milhares, milhões de seres humanos. São pessoas que apresentam desvios psicológicos herdados ou adquiridos, anomalias na percepção, no pensamento ou no caráter – causados por alguma lesão no tecido cerebral ou por uma perturbação comportamental.

Lobaczewski então apresenta os traços essenciais da caractereopatia – da esquizoidia – e, sobretudo, da psicopatia essencial. Faz a descrição dos tipos patológicos e demonstra o “processo ponerogênico”, a forma como estes tipos avançam o seu domínio sobre as outras pessoas – por exemplo, confeccionando “ideologias” como “máscara de sanidade”. Neste grau de influência, o fenômeno atinge a escala macrossocial. Um período de histeria generalizada, de crise espiritual da sociedade: o esgotamento dos valores morais, religiosos e ideativos que alimentavam as pessoas até então; o aumento do egoísmo, que quebra a ligação entre a obrigação moral e sua referência social; o domínio de assuntos sem importância nas mentes humanas; a atrofia da hierarquia de valores; e um governo paralisado (p. 152).

Eis o que produz uma PATOCRACIA. Um sistema de governo forjado por uma minoria psicopata que assume o controle da vida de pessoas normais. Ocupam não só cargos políticos, mas posições de referência moral e intelectual – incluindo-se aí as salas de aula e cátedras universitárias, como os “pedagogos da sociedade”: pessoas fascinadas por suas idéias grandiosas, frequentemente limitadas e com alguma mácula derivada de processos de pensamento patológico, que se esforçam para impor suas teses e métodos, empobrecendo a cultura e deformando o caráter das pessoas (p. 55).

Lobaczewski viveu na Polônia subjugada pelo comunismo. O seu trabalho – que contou com a colaboração de outros pesquisadores do leste europeu – é o resultado desta experiência. Da observação direta, das transformações geradas pelo totalitarismo soviético na vida e na mente dos seus compatriotas, e da análise dos ícones e líderes daquele projeto de poder totalitário. É assim que Karl Marx aparece como um exemplo de psicopatia esquizóide; Lênin, uma amostra de caracteropatia paranóica e Stálin de caracteriopatia frontal. Nestes termos, o trabalho de Lobaczewski é fundamental, porque fornece uma chave para a compreensão da realidade brasileira e da América Latina – dominada pelos herdeiros e cultuadores dos psicopatas e das anomalias descritas pelo psiquiatra polonês. A influência deles sobre o conjunto da sociedade está à mostra: degradação cultural e intelectual; corrupção dos valores morais; desorientação e histeria generalizada; consumo desenfreado de drogas; taxa de homicídios exorbitante; caos social e o império da criminalidade. Isto é o suficiente para reconhecer a importância do trabalho de Lobaczewski. Não para se produzir uma atmosfera tenebrosa e fomentar o desespero. É um passo inicial no esforço para amenizar este estado de coisas, pois a compreensão – semelhante ao processo da psicoterapia – é o princípio da cura da personalidade humana. E para recuperar um senso comum saudável – na esperança de destituir uma patocracia – a busca da verdade é o melhor remédio.

Escrito por Olavo de Carvalho e Bruno Braga.

Fonte: Mídia sem Máscara / Mídia sem Máscara

VÍDEO: Estado Islâmico Invade o Museu de Mossul e Destroem Estátuas e Esculturas!

O vídeo dos militantes islâmicos radicais mostra homens atacando os artefatos, alguns deles identificados como antiguidades do século 7 a.C., com marretas ou furadeiras, dizendo se tratar de símbolos de idolatria.

“O profeta nos ordenou a nos livramos de estátuas e relíquias, e seus companheiros fizeram o mesmo quando conquistaram países depois dele”, disse um homem não identificado na filmagem.

Os artigos destruídos parecem ser de um museu de antiguidades na cidade de Mossul, no norte iraquiano, tomada pelo Estado Islâmico em junho passado, afirmou um ex-funcionário do museu à Reuters.

Os militantes derrubaram as estátuas de suas colunas, despedaçando-as no chão, e um homem usou uma furadeira elétrica em um touro alado. No vídeo se vê um grande recinto repleto de estátuas desmembradas, com canções da facção sendo tocadas ao fundo.

Lamia al-Gailani, arqueologista iraquiana e membro associado do Instituto de Arqueologia, sediado em Londres, disse que os militantes causaram um dano incalculável.

“Não é só a herança do Iraque, é do mundo todo. É a herança humana”, declarou ela à Reuters.

“As peças são inestimáveis, únicas. É inacreditável. Não quero mais ser iraquiana”, confessou, comparando o estrago à dinamitação das estátuas de Buda em Bamiyan realizada pelo Taliban afegão em 2001.

Fonte: Liveleak

Sacerdote Denuncia os Perigos da Religião Universal Proposta pela ONU!

O sacerdote, jornalista e doutor em Teologia pela Universidade de Navarra (Espanha), monsenhor Juan Claudio Sanahuja, denunciou como a ONU e outras entidades buscam estrategicamente influenciar os países com políticas anti-vida e a proposta de uma religião universal no congresso pró-vida da Human Life International em São Paulo.

Segundo o sacerdote que também é membro da Pontifícia Academia para a Vida, existe uma nova guerra fria – existe um projeto de poder global- evidente em documentos da Organização das Nações Unidas (ONU) e em pronunciamentos e ações de chefes de Estado em todo o mundo.

“Hoje, se fala do politicamente correto, um pensamento único comum às pessoas de muitas nações. Esse projeto é um conjunto de medidas para implementar um conjunto de regras de como pensar, do que falar e fazer”, advertiu o sacerdote.

Falando concretamente sobre o papel da ONU para influenciar com políticas anti-vida as constituições das nações no mundo inteiro, Mons. Sanahuja explicou em diálogo com a ACI Digital, que “a ONU tem há muito tempo um projeto de poder global”.

“Em grande parte esta onda da cultura da morte vem motorizada pelos desejos dos países do norte de ter grandes reservas de matérias primas e minerais nos territórios países do sul que alimente os opulentos padrões de consumo dos países do norte. (…) Na raiz está isto: o desejo egoísta de domínio , simplesmente, para ter nos países do sul um enorme armazém… que cubra os padrões de consumo dos países do norte.

“Por isso o interesse da ONU de controlar a população mundial, impor a anticoncepção, impor o aborto, impor reformas até mesmo nos códigos éticos das religiões”, afirmou.

Seguindo o diálogo com a nossa agência, Mons. Sanahuja falou que a religião universal, “também pode ser conhecida como novo código ético universal” e que esta vem infiltrando-se nas demais religiões.

“Este código vem marcado pelo desejo dos organismos internacionais da ONU, por exemplo, também de alguns países centrais de mudar as convicções religiosas dos povos, para que seu plano de anticoncepção, de aborto, que eles mesmos chamam de re-engenharia social, seja aceito pelos países menos desenvolvidos”, sublinhou.

Este código ético segundo o Monsenhor “impõe valores relativos”. “Como diziaJoão Paulo II: o relativismo se converte em um totalitarismo, o relativismo unido à democracia se converte em um totalitarismo visível ou encoberto”.

“Pretende-se substituir as verdades imutáveis da lei natural, da religião cristã, ou das que eles chamam de religiões abraâmicas, por valores relativos de modo que tudo o que for afirmado como um valor imutável, como por exemplo o valor de toda vida humana, na condição que for, ou que o matrimônio só ocorre na união entre homem e mulher, tudo o que for afirmado assim, para eles é totalitarismo e altera a paz social”.

“Portanto isso dá pé a esta nova ordem mundial, para perseguir (se considera necessário) a Igreja e a todos os que tenham convicções imutáveis”, acrescentou.

Em seguida, o sacerdote explicou que a nova religião universal é “este novo código ético que querem impor-nos através da re-interpreação dos direitos humanos” e citou, por exemplo, a ideologia de gênero, como uma das novas manifestações deste código que organismos internacionais querem impor.

Como ícone desta religião universal o sacerdote citou a carta da terra, um documento “nasceu da sociedade civil mundial, envolveu em sua elaboração a mais de cem mil pessoas de 46 países, e já foi assumida em 2003 pela UNESCO ‘como instrumento educativo e uma referência ética para o desenvolvimento sustentável’. Participaram ativamente em sua concepção Mikhail Gorbachev, Maurice Strong e Steven Rockfeller, entre outros.

O autor brasileiro e um dos maiores impulsores da teologia marxista da libertação, Leonardo Boff, defendeu a carta da terra em certa ocasião na Assembleia das Nações Unidas afirmando que “a Terra é a Mãe Universal; a Terra mesma está viva (…). Antigamente era a Mãe Fecunda, para isso surgiu a Carta da Terra, que já foi reconhecida pela UNESCO como instrumento educativo. A Carta da Terra apresenta pautas para salvá-la, olhando para com ela com compreensão, e amor”.

“O necessário é a espiritualidade, e não os credos e as doutrinas”, afirmou também Boff.

Diante disto o sacerdote denunciou a que a estratégia da ONU e dos organismos que a promovem é que esta “nova religião universal, sem dogmas”; se infiltre nas demais religiões.

Diante deste amplo panorama, Mons. Juan Claudio Sanahuja destacou que é preciso resgatar “a familia humana fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher, a defesa da vida humana desde sua concepção até o seu fim natural e os direitos dos pais à educação dos filhos”.

Fonte: Acidigital

Wikileaks – Assange diz que EUA estão invadindo o Brasil!

O jornalista australiano Julian Assange, fundador do Wikileaks disse que o cenário atual revela que há um colapso do estado de direito e dos direitos humanos no Ocidente e as denúncias de espionagem americana em território brasileiro revelam que os Estados Unidos estão invadindo o Brasil.

“O que significa quando uma lei sai de seu território [para agir em outro]? Vocês estão sendo invadidos por uma jurisdição, que está fazendo valer sua lei no estrangeiro”, declarou Assange em sua participação por video conferência no seminário Liberdade, Privacidade e o Futuro da Internet, organizado pela Secretaria Municipal de Cultura e pela Boitempo Editorial em São Paulo nesta quarta (18).

Guerra do Terror – A lei citada por Assange é o Ato Patriótico, aprovada pelo Congresso americano logo após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001. Conhecida como “lei do terrorismo”, a medida permitiu que os americanos realizassem escutas telefônicas e quebrassem sigilos para investigar possíveis atos de terrorismo. Técnicas violentas de interrogatório também foram empregadas no Oriente Médio. Para Assange, o aparato de espionagem global montado pelos EUA são consequência disso.

Ainda segundo o fundador do Wikileaks, site que revelou boa parte das violações aos direitos humanos que os americanos cometeram na chamada guerra ao terror, os EUA montaram um aparato de vigilância massiva no mundo inteiro. “Quase todas as comunicações da América Latina (98%) passam pelos EUA. Toda a estrutura [tecnológica] da comunidade do Brasil foi roubada pelos Estados Unidos. Cada pessoa que se comunica aqui está embutida nessa estrutura”.

Ao mesmo tempo, diz Assange, essa infraestrutura de telecomunicações “torna possível esse tipo de comunicação, entre mim, aqui na Embaixada do Equador em Londres, e vocês, no Brasil”.

Assange – Assange está refugiado na Embaixada do Equador em Londres, na Grã-Bretanha, desde 19 de junho, para evitar a extradição à Suécia, onde querem interrogá-lo sobre denúncias de crimes sexuais feitas em 2010 por duas participantes do Wikilieaks. Assange disse que teve relações sexuais consentidas com as mulheres que o denunciaram e teme ser enviado aos EUA, onde acredita que sua vida correria risco.

Até o momento, nem os Estados Unidos nem as autoridades suecas fizeram acusações formais contra Assange. Promotores suecos querem interrogá-lo sobre acusações de violação e agressão sexual feitas por duas participantes do WikiLeaks em 2010.

Fonte: Brasil em pauta

Terra está nos Primeiros dias de um Novo Evento de Extinção em Massa, Alertam Pesquisadores!

Muitos cientistas acreditam que a Terra pode estar vivenciando uma nova extinção em massa, mesmo que a maioria das pessoas não perceba o que está acontecendo. Seria a sexta vez que nosso planeta vivencia este fenômeno. As informações são do The Washington Post.

Terra está nos primeiros dias de um novo evento de extinção em massa, alertam pesquisadores.

Cientistas classificam cinco perdas de vida animal em grande escala como eventos de extinção em massa, todos os quais ocorreram milhões de anos atrás. Em anos recentes, o planeta viu a perda de centenas de espécies animais e, de acordo com uma nova análise de uma equipe internacional, o planeta pode estar nos primeiros dias de um sexto evento de extinção em massa.

Como parte do estudo, os pesquisadores analisaram levantamentos prévios e dados científicos para chegar à conclusão de que atividades humanas e aumentos populacionais repentinos ao redor do mundo – não um evento catastrófico, como o impacto de um asteroide, por exemplo – são responsáveis pelo declínio drástico na vida animal.

O autor principal do estudo, Rodolfo Dirzo, professor de biologia da Universidade Stanford, cita ações como sobreexploração de recursos e destruição de habitats como exemplos de ações humanas danosas.

Desde 1500, 322 vertebrados terrestres foram extintos, dizem os autores em sua análise, publicada na sexta-feira na revista Science.

Das espécies terrestres remanescentes, houve uma queda de 25% em sua abundância. A situação também parece difícil para os invertebrados, com um declínio de 45% nas espécies sob monitoramento.

O que isso significa para o planeta?

Pode haver consequências imprevistas além da possível extinção das espécies sob risco de desaparecimento.

“Temos a tendência de pensar na extinção de uma espécie como seu sumiço da face da Terra, e isso é importante, mas há uma perda de ecossistemas críticos nos quais os animais têm papeis fundamentais, e precisamos prestar atenção nisso também”, disse Dirzo.

Ele apontou para efeitos como ameaças a ecossistemas que hoje são estáveis e até mesmo riscos para a saúde humana.

“Onde há alta densidade humana, você tem altos índices [de declínio animal], altos índices de roedores e, portanto, altos índices de patógenos, que aumentam os riscos de transmissão de doenças”, disse Dirzo em sua declaração, acrescentando: “Pode ser um círculo vicioso”.

Biólogos da Universidade Duke relataram em maio que a Terra está no limiar de um sexto evento de extinção em massa.

O estudo, que se concentrou em taxas passadas e presentes de extinção, apontou que plantas e animais estão se extinguindo mil vezes mais rápido que antes da chegada das populações humanas.

Apesar de os humanos serem responsáveis por dar início a mais um evento de extinção em massa, ainda pode haver tempo para reação.

Como nota a Scientific American, as taxas de extinção atuais sugerem que os humanos ainda têm um ou dois séculos para mudar de rumo.

Ben Collen, professor do University College, de Londres, e co-autor da nova análise da extinção em massa, diz que os cientistas precisam se concentrar em espécies que estão prosperando.

“A prevenção de mais declínios vai exigir que entendamos melhor que espécies estão ganhando e que espécies estão perdendo na luta pela sobrevivencia e, estudando os vencedores, que apliquemos o que for aprendido para melhorar os programas de conservação, disse ele numa declaração.

“Também precisamos desenvolver ferramentas preditivas para modelar o impacto de mudanças no ecossistema para que os esforços de conservação sejam priorizados, trabalhando com governos globalmente para criarmos políticas de apoio capazes de reverter as tendências preocupantes que temos visto

Fonte: Brasil Post

Morrem três Jornalistas que Investigavam a Participação dos EUA em Demolição das Torres Gêmeas!

180215 bs
Fotos: Bob Simon, Ned Colt e David Carr

 

Três jornalistas que trabalhavam num documentário sobre o envolvimento do governo norte-americano na demolição das torres gémeas morreram nos últimos dias.

Trata-se do ex-repórter internacional da NBC Ned Colt, o correspondente da CBS News Bob Simon, e o jornalista do New York Times David Carr.

Bob Simon, de 73 anos, foi assassinado na quarta-feira na cidade de Nova York num acidente de automóvel e na quinta-feira Ned Colt, de 58 anos, dizia-se que tinha morrido devido a um derrame cerebral massivo, seguido em poucas horas por David Carr, de 58 anos, que colapsou e morreu no seu escritório na sala da redação do New York Times.

Os três jornalistas mais Brian Willias, que teve que renunciar à NBC por mentir sobre uma notícia do Iraque, tinham formado uma companhia independente de notícias em vídeo no mês passado e apresentaram os documentos de segurança necessários que lhes permitiriam o acesso ao arquivo mais secreto do Kremlin, onde se encontrariam provas relacionadas com os atentados de 11 de setembro de 2001.

Em relação a esses arquivos do 9/11 em poder do Kremlin, o presidente Putin tinha alertado que iria divulgá-los.

Os especialistas norte-americanos acham que, apesar do fato das relações entre os EUA e a Rússia terem chegado ao ponto mais grave desde a Guerra Fria, Putin entregou até Obama problemas menores. Os analistas acham que isto é só a “calma antes da tormenta”.

Putin vai golpear e estaria preparando o lançamento de provas da participação do governo dos Estados Unidos e dos serviços secretos nos ataques do 11 de setembro.

O motivo para o engano e o assassinato de seus próprios cidadãos terá servido aos interesses petrolíferos dos Estados Unidos no Médio Oriente e das suas empresas estatais.

A ponta de lança da empresa de notícias em vídeo independente que pretendia descobrir a verdade do 9/11 foi David Carr, quem no New York Times foi um valedor de Edward Snowden e após ter visto o documentário Citizenfour, tratou de dormir “mas não conseguia”

Carr estava seriamente desiludido com o New York Times pela elaboração da memória da guerra da Ucrânia “e não só por não dizer a verdade, mas também pelos emblemas nazis nos capacetes de soldados leais ao regime da Ucrânia lutando contra os rebeldes”.

Outro que trabalhava muito com Williams e Carr neste projeto do vídeo do 9/11, foi Ned Colt, quem após sair de NBC News continuava sendo um amigo de toda a vida de Williams e aperfeiçoou suas habilidades humanitárias enquanto trabalhou no Comité Internacional de Resgate. Por sua vez, Bob Simon considerava “extremamente lamentável” a manipulação dos meios de comunicação no período prévio à guerra dos Estados Unidos no Iraque.

Após a destruição da imagem de Williams, e a estranha morte de Carr, Colt e Simon, o regime de Obama enviou um “mensagem clara” à elite norte-americana quanto à exposição dos seus segredos mais obscuros.

Pior ainda, as elites dos meios nos EUA agora fogem de medo e o regime de Obama ameaça agora os meios de comunicação alternativos com ilegalizar todos os sites dissidentes.

Para isso tem uma escandalosa proposta legislativa de Ordem Fraternal da Policia Nacional para classificar qualquer crítica contra a policia nas redes sociais como um “crime de ódio”.

Rumores de Guerra: Disparam Gastos com Armamentos no Mundo!

A despesa militar mundial aumentou 1,7% em 2014, após três anos em baixa, devido ao rearmamento dos países emergentes, segundo divulgou nesta quarta-feira o Instituto Internacional para Estudos Estratégicos (IISS, sigla em inglês).

Apesar da crescente ameaça do jihadismo e a persistência do conflito na Ucrânia, tanto os Estados Unidos como a Europa continuaram desinflando seus orçamentos de defesa no ano passado, uma tendência que começou em 2008 com a crise econômica.

Despesa militar mundial aumentou 1,7% em 2014. EFE/Roman Pilipey

 

Os países ocidentais juntos ainda somam mais da metade do orçamento militar mundial, apesar de essa porcentagem ter se reduzido drasticamente desde 2010, quando a despesa do Ocidente em defesa representava dois terços do total global.

Os Estados Unidos continuam a liderar a despesa com um investimento de US$ 581 bilhões em 2014, número equivalente ao orçamento em defesa dos 15 países seguintes na lista.

No entanto, Washington reduziu sua despesa em cerca de US$ 20 bilhões em comparação a 2013, enquanto a China, segunda maior potência militar do mundo, continuou a aumentar seu orçamento até os US$ 129,4 bilhões no último ano.

A Arábia Saudita, terceira força global por gastos em defesa, aumentou em cerca de 35% a verba militar, que em 2014 chegou a US$ 80,8 bilhões e desbancou a Rússia, que investiu US$ 70 bilhões no mesmo período.

Na apresentação do relatório do IISS em Londres, o presidente do instituto, John Chipman, alertou nesta quarta-feira que o novo equilíbrio na despesa militar mundial elevou os riscos enfrentados pelos países ocidentais.

“A vizinhança europeia é significativamente menos segura que em 2008″, disse Chipman, que ressaltou que um dos maiores desafios para a segurança no Velho Continente é o retorno de jihadistas que tenham combatido no Oriente Médio e que possam realizar atentados como os de Paris no início de janeiro.

O IISS reconhece que apenas os recursos militares não serão suficientes para acabar com a ameaça do grupo Estado Islâmico (EI), mas que é necessário aumentar os esforços para garantir estabilidade política na Síria e no Iraque, ao mesmo tempo em que os serviços de inteligência devem desempenhar um papel essencial para proteger a população nos países europeus.

Para o instituto, os ataques aéreos liderados pelos Estados Unidos, iniciados em agosto, podem levar a “vitórias táticas parciais” sobre os jihadistas, mas não podem garantir uma “derrota estratégica” do grupo.

“As ações militares sozinhas não podem enfrentar com sucesso a sofisticação dos métodos utilizados pelo Estado Islâmico para recrutar e convencer seus seguidores”, defendeu Chipman.

Quanto à análise sobre o futuro da indústria de sistemas defensivos, o IISS alerta sobre o progressivo risco de ataques cibernéticos, assim como a crescente competição para tomar o controle estratégico do espaço.

Os avanços aeroespaciais de Índia e China no ano passado confirmaram o fim da hegemonia nesse setor dos países que protagonizaram a Guerra Fria, e até 17 estados já têm capacidade para colocar satélites em órbita.

Nesse contexto, nos departamentos de Defesa mundiais cresce a preocupação com possíveis ataques que causem interferências e danifiquem sistemas essenciais como a navegação por satélite do Sistema de Posicionamento Global (GPS) americano e suas réplicas russa (Glonass) e europeia (Galileo).

O IISS alerta em seu relatório anual que Estados Unidos e Europa devem continuar a investir em tecnologia militar para não ficarem para trás e evitarem que a brecha que separa os exércitos ocidentais dos de outros países continue a diminuir.

“Têm que tentar reter a experiência que acumularam e levar em conta que, uma vez perdida a capacidade (militar), é muito difícil reconstruí-la”, afirmou o instituto.

Top 15 países com os maiores gastos militares

Fonte: EFE e Sputnik