Derrame de Fuzis Fortalece Tráfico e Desafia a Segurança do Rio de Janeiro!

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Rio – O Rio de Janeiro está enfrentando um derrame de fuzis AK-47 (Avtomat Kalashnikova 1947), de fabricação russa e de munição para o mesmo. As armas estão chegando em larga escala às mãos de traficantes desviadas de países que fazem fronteira com o Brasil, principalmente a Venezuela, através das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) — guerrilha que atua também em território venezuelano.

O alerta é de especialistas em segurança pública. Só nos últimos dois meses, dos 70 fuzis apreendidos na capital carioca pela polícia, 30 eram do modelo AK-47, conforme antecipou na sexta-feira a coluna ‘Informe do DIA’. Esse tipo de equipamento é considerado a arma mais letal e a mais usada no mundo, inclusive por integrantes do grupo terrorista mais temido no momento, o Estado Islâmico, que se espalha pela Síria e pelo Iraque.

“Os fuzis AK-47 sempre foram os mais apreendidos, porque têm em maior quantidade no mundo. Mas apreensões seguidas e em tão pouco tempo, como estão ocorrendo, são sinal claro de uma derrama desse tipo de arma”, justifica Paulo Storani, ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope), consultor e especialista em negociação de conflitos.

Na quinta-feira, o próprio comandante-geral da Polícia Militar, coronel Pinheiro Neto, também admitiu a hipótese, incluindo ainda a Colômbia como possível origem dos equipamentos. Ele disse que há indícios de “suposta relação de bandidos desses países com traficantes brasileiros”.

Infografico Fuzis

Storani lembra que em 2005 o então governo Hugo Chávez comprou tecnologia para a fabricação de 100 mil fuzis nas versões AK-103 e AK-47. “A Venezuela não tem 100 mil homens em suas Forças Armadas. Logicamente, boa parte desses armamentos caiu nas mãos de guerrilheiros, que negociam o arsenal com traficantes brasileiros”, ressalta, cobrando mais empenho do governo federal na vigilância das fronteiras.

Há desconfiança de que o armamento já apreendido tenha vindo de países do Leste Europeu, que se encontram em conflito, como a Ucrânia. Atualmente o AK-47 é fabricado em Israel, Geórgia e Irã.

Em determinadas operações, policiais militares chegaram a apreender até cinco fuzis AK-47 de uma vez, como aconteceu nas comunidades do Dendê, na Ilha do Governador, no dia 29 de janeiro, durante ação do Grupamento de Ações Táticas (GAT) e 17º BPM (Ilha), quando 500 projéteis para esse tipo de arma também foram recolhidos em uma boca de fumo.

A assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que “as armas apreendidas passíveis de identificação são analisadas pelo núcleo de rastreamento da Coordenadoria de Inteligência e Informações Policiais (Cinpol)”. Tais análises levam entre quatro e seis meses para serem concluídas.

‘Bandidos não saem para comprar armas no exterior’

Para o advogado João Tancredo, presidente do Instituto dos Defensores dos Direitos Humanos, há falhas nas investigações no contrabando de fuzis. “Os setores de inteligência da polícia têm que identificar e prender os maus policiais que atuam na intermediação dessas armas, até chegar aos traficantes. Bandidos não saem das comunidades para comprar armas no exterior”, criticou.

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De acordo com João, enquanto houver grande quantidade de armas em circulação, novas “tragédias anunciadas” serão inevitáveis. “O povo indefeso está no meio dessa guerra estúpida”, disse, lembrando que dados da Organização das Nações Unidas apontam que o Brasil é o segundo com maior número de casos de bala perdida na América Latina, ficando atrás apenas da Venezuela. No país, 35% das ocorrências terminam em morte e 45% das vítimas são crianças e adolescentes.

Beltrame já pediu ajuda

No dia 22 de fevereiro, o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, causou polêmica ao dizer que a polícia do Rio está “atuando sozinha no combate à criminalidade”. Só neste fim de semana, dois PMs foram mortos por bandidos — outros nove militares e quatro civis também foram assassinados este ano —, e cinco ficaram feridos.

“Vamos seguir esperando que outras instituições que entendem e compõem o conceito de segurança nos ajudem. A segurança é um monte de coisas, e a ponta disso tudo é a polícia. E na ponta, a polícia está sozinha”, desabafou o secretário na ocasião.

Paulo Storani disse ontem que Beltrame tem razão. “Na questão do tráfico de armas e drogas, se não houver empenho maior do governo federal nas fronteiras, a PM vai continuar enxugando gelo”, lamentou.

O Ministério da Justiça não retornou e-mail enviado pelo DIA à sua assessoria de imprensa na tarde de ontem, mas em seu site informa que, em 2014, entregou 20 novos veículos para reforçar as ações de combate à criminalidade nas regiões limítrofes com a Venezuela e a Guiana. O valor do investimento foi de R$ 2.492.654,40. Além disso, prorrogou a permanência da Força Nacional de Segurança na fronteira com o Peru, com a Colômbia e com a Venezuela.

Fonte: O Dia

O Mal na Política! Entenda o Idiota útil e os Governantes Psicopatas! Ponerologia – Patocracia!

Quando os psicopatas dominam, a insensitividade moral se espalha por toda a sociedade, roendo o tecido das relações humanas e fazendo da vida um inferno.

Muitas vezes o leitor já deve ter-se perguntado como é possível que tantas pessoas, aparentemente racionais, amem e aplaudam os governos mais perversos e genocidas do mundo e se recusem a enxergar a liberdade e o respeito de que elas próprias desfrutam nas democracias ocidentais, ao mesmo tempo que continuam acreditando, contra todas as evidências, que são moral e intelectualmente superiores aos que não seguem o seu exemplo.

Hoje em dia essas pessoas, no Brasil, são a parcela dominante no governo, no Parlamento, nas cátedras universitárias, no show business e na mídia. A presença delas nesses altos postos garante a este país setenta mil homicídios por ano, o crescimento recorde do consumo de drogas, o aumento da corrupção até a escala do indescritível, cinqüenta por cento de analfabetos funcionais entre os diplomados das universidades e, anualmente, os últimos lugares para os alunos dos nossos cursos secundários em todos os testes internacionais, abaixo dos estudantes de Uganda, do Paraguai e da Serra Leoa. Sem contar, é claro, indícios menos quantificáveis, mas nem por isso menos visíveis, da deterioração de todas as relações humanas, rebaixadas ao nível do oportunismo cínico e da obscenidade, quando não da animalidade pura e simples.

Isso torna a pergunta ainda mais crucial e urgente. A resposta, no entanto, vem de longe.

Sessenta e tantos anos atrás, alguns estudantes de medicina na Polônia, na Hungria e na Checoslováquia começaram a notar que havia algo de muito estranho no ar. Eles haviam lutado na resistência antinazista junto com seus colegas, e isto havia consolidado laços de amizade e solidariedade que, esperavam, durariam para sempre. Aos poucos, após a instauração do regime comunista, novos professores e funcionários, enviados pelos governantes, estavam alterando profundamente o ambiente moral nas universidades daqueles países. Um jovem psiquiatra escreveu:

“nós sentíamos que algo estranho tinha invadido nossas mentes e algo valioso estava se esvaindo, de forma irreparável. O mundo da realidade psicológica e dos valores morais parecia suspenso em um nevoeiro gelado. Nosso sentimento humano e nossa solidariedade estudantil perderam seus significados, como também aconteceu com o patriotismo. Então, nos perguntamos uns aos outros: ‘Isso está acontecendo com você também?’”

Impossibilitados de reagir, eles começaram a trocar idéias, perguntando como poderiam se defender da devastação psicológica geral. Aos poucos essas conversações evoluíram para o plano de um estudo psiquiátrico da elite dirigente comunista e da sua influência psíquica sobre a população.

O estudo prosseguiu em segredo, durante décadas, sem poder jamais ser publicado. Aos poucos os membros da equipe foram envelhecendo e morrendo (nem sempre de causas naturais), até que o último deles, o psiquiatra polonês Andrej (Andrew) Lobaczewski (1921-2007), reuniu as notas de seus colegas e compôs o livro que veio a sair pela primeira vez no Canadá, em 2006, e que agora a Vide Editorial, de Campinas, está para publicar em tradução brasileira de Adelice Godoy: “Ponerologia. Estudo Psiquiátrico do Mal na Política”, do qual extraí o parágrafo acima.

“Poneros”, em grego, significa “o mal”. O mal, porque o traço dominante no caráter dos novos dirigentes, que davam o modelo de conduta para o resto da sociedade, era inequivocamente a psicopatia. O psicopata não é um psicótico, um doente mental. É uma pessoa de inteligência normal ou superior, às vezes dotada de uma capacidade incomum para agir no ambiente social. Só lhe falta uma coisa: os sentimentos morais, especialmente a compaixão e a culpa. Não que ele desconheça esses sentimentos. Conhece-os perfeitamente, mas os vivencia de maneira puramente intelectual, como informações a ser usadas, sem participação pessoal e íntima. Quanto maior a sua frieza moral, maior a sua habilidade de manipular as emoções dos outros, usando-as para os seus próprios fins, que, nessas condições, só podem ser malignos e criminosos. Justamente porque não sentem compaixão nem culpa, os psicopatas sabem despertá-las nos outros como quem toca um piano e produz o acorde que lhe convém.

Não é preciso nenhum estudo especial para saber que, invariavelmente, o discurso comunista, pró-comunista ou esquerdista é cem por cento baseado na exploração da compaixão e da culpa. Isso é da experiência comum.

Mas o que o dr. Lobaczewski e seus colaboradores descobriram foi muito além desse ponto. Eles descobriram, em primeiro lugar, que só uma classe de psicopatas tem a agressividade mental suficiente para se impor a toda uma sociedade por esses meios. Segundo: descobriram que, quando os psicopatas dominam, a insensitividade moral se espalha por toda a sociedade, roendo o tecido das relações humanas e fazendo da vida um inferno. Terceiro: descobriram que isso acontece não porque a psicopatia seja contagiosa, mas porque aquelas mentes menos ativas que, meio às tontas, vão se adaptando às novas regras e valores, se tornam presas de uma sintomatologia claramente histérica, ou histeriforme. O histérico não diz o que sente, mas passa a sentir aquilo que disse – e, na medida em que aquilo que disse é a cópia de fórmulas prontas espalhadas na atmosfera como gases onipresentes, qualquer empenho de chamá-lo de volta às suas percepções reais abala de tal modo a sua segurança psicológica emprestada, que acaba sendo recebido como uma ameaça, uma agressão, um insulto.

É assim que um grupo relativamente pequeno de líderes psicopáticos destrói a alma de uma nação.

O trabalho de Lobaczewski é fundamental, porque fornece uma chave para a compreensão da realidade brasileira e da América Latina – dominada pelos herdeiros e cultuadores dos psicopatas e das anomalias descritas pelo psiquiatra polonês.

Como é possível que tipos tão grotescos tenham conseguido ascender até os altos escalões do poder público ou ocupar posições de referência intelectual e moral para a sociedade? Um Luiz Inácio, alçado à Presidência da República; um Dirceu, que se tornou símbolo da juventude idealista e revolucionária; um Betto e um Boff, tomados – inclusive por sacerdotes e autoridades eclesiásticas – como modelos de santidade.

Não. Não é possível reduzir o problema a um fator eleitoral ou solucioná-lo apontando um intenso e febril trabalho de militância política – nem denunciar o esforço de rebaixar e adequar a fé a um projeto de poder totalitário. Não. Nenhuma destas tentativas esclarece completamente a questão. O que poderia ser justificado apenas como resultado da confusão dos tempos, o psiquiatra polonês Andrew Lobaczewski – sob a perspectiva da bio-psicologia – aponta como efeito da ação e da influência dos psicopatas.

Em “Ponerologia: Psicopatas no poder“, Lobaczewski apresenta as linhas gerais para a fundação de uma nova disciplina: a ponerologia. “Poneros”, em grego, quer dizer “o mal” – sendo a ponerologia um estudo sobre a gênese do mal (p. 81). Porém, não se trata de um estudo amarrado às categorias morais. A ponerologia, esclarece o psiquiatra polonês, deve estar assentada nos avanços objetivos da biologia, da medicina e da psicologia clínica.

O foco da ponerologia é a pesquisa da psicopatologia. Descrever os fenômenos patológicos característicos de determinadas pessoas que, apesar de formarem um grupo reduzido dentro do conjunto total da população, podem afetar de forma negativa a vida de centenas, milhares, milhões de seres humanos. São pessoas que apresentam desvios psicológicos herdados ou adquiridos, anomalias na percepção, no pensamento ou no caráter – causados por alguma lesão no tecido cerebral ou por uma perturbação comportamental.

Lobaczewski então apresenta os traços essenciais da caractereopatia – da esquizoidia – e, sobretudo, da psicopatia essencial. Faz a descrição dos tipos patológicos e demonstra o “processo ponerogênico”, a forma como estes tipos avançam o seu domínio sobre as outras pessoas – por exemplo, confeccionando “ideologias” como “máscara de sanidade”. Neste grau de influência, o fenômeno atinge a escala macrossocial. Um período de histeria generalizada, de crise espiritual da sociedade: o esgotamento dos valores morais, religiosos e ideativos que alimentavam as pessoas até então; o aumento do egoísmo, que quebra a ligação entre a obrigação moral e sua referência social; o domínio de assuntos sem importância nas mentes humanas; a atrofia da hierarquia de valores; e um governo paralisado (p. 152).

Eis o que produz uma PATOCRACIA. Um sistema de governo forjado por uma minoria psicopata que assume o controle da vida de pessoas normais. Ocupam não só cargos políticos, mas posições de referência moral e intelectual – incluindo-se aí as salas de aula e cátedras universitárias, como os “pedagogos da sociedade”: pessoas fascinadas por suas idéias grandiosas, frequentemente limitadas e com alguma mácula derivada de processos de pensamento patológico, que se esforçam para impor suas teses e métodos, empobrecendo a cultura e deformando o caráter das pessoas (p. 55).

Lobaczewski viveu na Polônia subjugada pelo comunismo. O seu trabalho – que contou com a colaboração de outros pesquisadores do leste europeu – é o resultado desta experiência. Da observação direta, das transformações geradas pelo totalitarismo soviético na vida e na mente dos seus compatriotas, e da análise dos ícones e líderes daquele projeto de poder totalitário. É assim que Karl Marx aparece como um exemplo de psicopatia esquizóide; Lênin, uma amostra de caracteropatia paranóica e Stálin de caracteriopatia frontal. Nestes termos, o trabalho de Lobaczewski é fundamental, porque fornece uma chave para a compreensão da realidade brasileira e da América Latina – dominada pelos herdeiros e cultuadores dos psicopatas e das anomalias descritas pelo psiquiatra polonês. A influência deles sobre o conjunto da sociedade está à mostra: degradação cultural e intelectual; corrupção dos valores morais; desorientação e histeria generalizada; consumo desenfreado de drogas; taxa de homicídios exorbitante; caos social e o império da criminalidade. Isto é o suficiente para reconhecer a importância do trabalho de Lobaczewski. Não para se produzir uma atmosfera tenebrosa e fomentar o desespero. É um passo inicial no esforço para amenizar este estado de coisas, pois a compreensão – semelhante ao processo da psicoterapia – é o princípio da cura da personalidade humana. E para recuperar um senso comum saudável – na esperança de destituir uma patocracia – a busca da verdade é o melhor remédio.

Escrito por Olavo de Carvalho e Bruno Braga.

Fonte: Mídia sem Máscara / Mídia sem Máscara

VÍDEO: Estado Islâmico Invade o Museu de Mossul e Destroem Estátuas e Esculturas!

O vídeo dos militantes islâmicos radicais mostra homens atacando os artefatos, alguns deles identificados como antiguidades do século 7 a.C., com marretas ou furadeiras, dizendo se tratar de símbolos de idolatria.

“O profeta nos ordenou a nos livramos de estátuas e relíquias, e seus companheiros fizeram o mesmo quando conquistaram países depois dele”, disse um homem não identificado na filmagem.

Os artigos destruídos parecem ser de um museu de antiguidades na cidade de Mossul, no norte iraquiano, tomada pelo Estado Islâmico em junho passado, afirmou um ex-funcionário do museu à Reuters.

Os militantes derrubaram as estátuas de suas colunas, despedaçando-as no chão, e um homem usou uma furadeira elétrica em um touro alado. No vídeo se vê um grande recinto repleto de estátuas desmembradas, com canções da facção sendo tocadas ao fundo.

Lamia al-Gailani, arqueologista iraquiana e membro associado do Instituto de Arqueologia, sediado em Londres, disse que os militantes causaram um dano incalculável.

“Não é só a herança do Iraque, é do mundo todo. É a herança humana”, declarou ela à Reuters.

“As peças são inestimáveis, únicas. É inacreditável. Não quero mais ser iraquiana”, confessou, comparando o estrago à dinamitação das estátuas de Buda em Bamiyan realizada pelo Taliban afegão em 2001.

Fonte: Liveleak

Terra está nos Primeiros dias de um Novo Evento de Extinção em Massa, Alertam Pesquisadores!

Muitos cientistas acreditam que a Terra pode estar vivenciando uma nova extinção em massa, mesmo que a maioria das pessoas não perceba o que está acontecendo. Seria a sexta vez que nosso planeta vivencia este fenômeno. As informações são do The Washington Post.

Terra está nos primeiros dias de um novo evento de extinção em massa, alertam pesquisadores.

Cientistas classificam cinco perdas de vida animal em grande escala como eventos de extinção em massa, todos os quais ocorreram milhões de anos atrás. Em anos recentes, o planeta viu a perda de centenas de espécies animais e, de acordo com uma nova análise de uma equipe internacional, o planeta pode estar nos primeiros dias de um sexto evento de extinção em massa.

Como parte do estudo, os pesquisadores analisaram levantamentos prévios e dados científicos para chegar à conclusão de que atividades humanas e aumentos populacionais repentinos ao redor do mundo – não um evento catastrófico, como o impacto de um asteroide, por exemplo – são responsáveis pelo declínio drástico na vida animal.

O autor principal do estudo, Rodolfo Dirzo, professor de biologia da Universidade Stanford, cita ações como sobreexploração de recursos e destruição de habitats como exemplos de ações humanas danosas.

Desde 1500, 322 vertebrados terrestres foram extintos, dizem os autores em sua análise, publicada na sexta-feira na revista Science.

Das espécies terrestres remanescentes, houve uma queda de 25% em sua abundância. A situação também parece difícil para os invertebrados, com um declínio de 45% nas espécies sob monitoramento.

O que isso significa para o planeta?

Pode haver consequências imprevistas além da possível extinção das espécies sob risco de desaparecimento.

“Temos a tendência de pensar na extinção de uma espécie como seu sumiço da face da Terra, e isso é importante, mas há uma perda de ecossistemas críticos nos quais os animais têm papeis fundamentais, e precisamos prestar atenção nisso também”, disse Dirzo.

Ele apontou para efeitos como ameaças a ecossistemas que hoje são estáveis e até mesmo riscos para a saúde humana.

“Onde há alta densidade humana, você tem altos índices [de declínio animal], altos índices de roedores e, portanto, altos índices de patógenos, que aumentam os riscos de transmissão de doenças”, disse Dirzo em sua declaração, acrescentando: “Pode ser um círculo vicioso”.

Biólogos da Universidade Duke relataram em maio que a Terra está no limiar de um sexto evento de extinção em massa.

O estudo, que se concentrou em taxas passadas e presentes de extinção, apontou que plantas e animais estão se extinguindo mil vezes mais rápido que antes da chegada das populações humanas.

Apesar de os humanos serem responsáveis por dar início a mais um evento de extinção em massa, ainda pode haver tempo para reação.

Como nota a Scientific American, as taxas de extinção atuais sugerem que os humanos ainda têm um ou dois séculos para mudar de rumo.

Ben Collen, professor do University College, de Londres, e co-autor da nova análise da extinção em massa, diz que os cientistas precisam se concentrar em espécies que estão prosperando.

“A prevenção de mais declínios vai exigir que entendamos melhor que espécies estão ganhando e que espécies estão perdendo na luta pela sobrevivencia e, estudando os vencedores, que apliquemos o que for aprendido para melhorar os programas de conservação, disse ele numa declaração.

“Também precisamos desenvolver ferramentas preditivas para modelar o impacto de mudanças no ecossistema para que os esforços de conservação sejam priorizados, trabalhando com governos globalmente para criarmos políticas de apoio capazes de reverter as tendências preocupantes que temos visto

Fonte: Brasil Post

Rumores de Guerra: Disparam Gastos com Armamentos no Mundo!

A despesa militar mundial aumentou 1,7% em 2014, após três anos em baixa, devido ao rearmamento dos países emergentes, segundo divulgou nesta quarta-feira o Instituto Internacional para Estudos Estratégicos (IISS, sigla em inglês).

Apesar da crescente ameaça do jihadismo e a persistência do conflito na Ucrânia, tanto os Estados Unidos como a Europa continuaram desinflando seus orçamentos de defesa no ano passado, uma tendência que começou em 2008 com a crise econômica.

Despesa militar mundial aumentou 1,7% em 2014. EFE/Roman Pilipey

 

Os países ocidentais juntos ainda somam mais da metade do orçamento militar mundial, apesar de essa porcentagem ter se reduzido drasticamente desde 2010, quando a despesa do Ocidente em defesa representava dois terços do total global.

Os Estados Unidos continuam a liderar a despesa com um investimento de US$ 581 bilhões em 2014, número equivalente ao orçamento em defesa dos 15 países seguintes na lista.

No entanto, Washington reduziu sua despesa em cerca de US$ 20 bilhões em comparação a 2013, enquanto a China, segunda maior potência militar do mundo, continuou a aumentar seu orçamento até os US$ 129,4 bilhões no último ano.

A Arábia Saudita, terceira força global por gastos em defesa, aumentou em cerca de 35% a verba militar, que em 2014 chegou a US$ 80,8 bilhões e desbancou a Rússia, que investiu US$ 70 bilhões no mesmo período.

Na apresentação do relatório do IISS em Londres, o presidente do instituto, John Chipman, alertou nesta quarta-feira que o novo equilíbrio na despesa militar mundial elevou os riscos enfrentados pelos países ocidentais.

“A vizinhança europeia é significativamente menos segura que em 2008”, disse Chipman, que ressaltou que um dos maiores desafios para a segurança no Velho Continente é o retorno de jihadistas que tenham combatido no Oriente Médio e que possam realizar atentados como os de Paris no início de janeiro.

O IISS reconhece que apenas os recursos militares não serão suficientes para acabar com a ameaça do grupo Estado Islâmico (EI), mas que é necessário aumentar os esforços para garantir estabilidade política na Síria e no Iraque, ao mesmo tempo em que os serviços de inteligência devem desempenhar um papel essencial para proteger a população nos países europeus.

Para o instituto, os ataques aéreos liderados pelos Estados Unidos, iniciados em agosto, podem levar a “vitórias táticas parciais” sobre os jihadistas, mas não podem garantir uma “derrota estratégica” do grupo.

“As ações militares sozinhas não podem enfrentar com sucesso a sofisticação dos métodos utilizados pelo Estado Islâmico para recrutar e convencer seus seguidores”, defendeu Chipman.

Quanto à análise sobre o futuro da indústria de sistemas defensivos, o IISS alerta sobre o progressivo risco de ataques cibernéticos, assim como a crescente competição para tomar o controle estratégico do espaço.

Os avanços aeroespaciais de Índia e China no ano passado confirmaram o fim da hegemonia nesse setor dos países que protagonizaram a Guerra Fria, e até 17 estados já têm capacidade para colocar satélites em órbita.

Nesse contexto, nos departamentos de Defesa mundiais cresce a preocupação com possíveis ataques que causem interferências e danifiquem sistemas essenciais como a navegação por satélite do Sistema de Posicionamento Global (GPS) americano e suas réplicas russa (Glonass) e europeia (Galileo).

O IISS alerta em seu relatório anual que Estados Unidos e Europa devem continuar a investir em tecnologia militar para não ficarem para trás e evitarem que a brecha que separa os exércitos ocidentais dos de outros países continue a diminuir.

“Têm que tentar reter a experiência que acumularam e levar em conta que, uma vez perdida a capacidade (militar), é muito difícil reconstruí-la”, afirmou o instituto.

Top 15 países com os maiores gastos militares

Fonte: EFE e Sputnik

Vídeo: Novas Próteses Precisas do DARPA, Permitem Inclusive beber Água na Garrafa!

Vídeo: Homem sem braços testa próteses e bebe água sozinho

Uma tarefa que requer precisão e coordenação motora, como beber água de uma garrafa escorregadia, não é uma impossibilidade para um homem sem braços, graças aos protótipos de próteses do programa Revolutionizing Prosthetics da DARPA.

Um vídeo divulgado online mostra alguns voluntários do projecto a testarem versões antigas do DEKA Arm System, uma iniciativa da Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA), do Departamento de Defesa norte-americano.

O vídeo, cortesia da DEKA Research & Development, foi publicado no canal de Youtube DARPAtv.

 
Fonte: DD

Cuba foi Invadida: Estes Gigantes Africanos Transportam um Parasita que Causa Meningite!

Esta espécie pode crescer até ao tamanho de um rato e é uma ameaça às espécies locais e também para os humanos.

Cuba detectou uma invasão de caracóis gigantes africanos. Esta espécie chegou a Havana no verão passado, mas não se sabe a causa, anunciou a BBC.

A espécie, que cresce até ao tamanho de um rato, é extremamente destrutiva e a sua chegada ameaça outras espécies de moluscos que apenas existem em Cuba, pois comem muitas das plantas que encontram e que são vitais para a sobrevivência de outros seres vivos. Estes caracóis são, assim, considerados uma das piores pragas do mundo.

Os moluscos que invadiram Cuba, para além de se adaptarem rapidamente ao ecossistema, também se reproduzem de uma forma acelerada – conseguem pôr entre 100 a 300 ovos por mês.

Cuba vai tentar controlar a população destes caracóis, e posteriormente removê-los à mão, mas a erradicação é praticamente impossível.

Para além de ser perigosa para outras espécies, esta espécie de caracóis é também perigosa para os humanos porque transporta um parasita que causa meningite.

Os caracóis gigantes africanos já invadiram outros países como o Brasil e a Venezuela.

Fonte: DN