Aulas Sobre Ateísmo Farão Parte do Currículo de Escolas Públicas!

Mais de 16 mil alunos na Irlanda aprenderão sobre ateísmo, agnosticismo e humanismo.

A Irlanda, um país onde mais de 84% dos habitantes se identificam como cristãos, terá uma experiência pioneira em suas escolas. Os alunos do ensino primário, pela primeira vez, irão aprender os princípios básicos do ateísmo como parte do currículo.

Segundo a revista Time, seriam cerca de 16 mil alunos a ouvir sobre os sistemas de crenças seculares ainda este ano. O novo currículo, que falará sobre humanismo e agnosticismo, é um projeto da ONG ateísta Educar Juntos. Fundada a 5 anos, seu site afirma que são um grupo dedicada a “promover o ateísmo, a razão, a ética e um Estado laico”.

As primeiras versões do material contemplam o ensino de crianças dos 4 até os 13 anos. São dez lições, uma por aula, entre 30 e 40 minutos de duração. Além disso, haverá aplicativos para smartphones e atividades interativas no seu site.

Enquanto o programa inovador é celebrado pelos defensores da educação religiosa, afetará menos de 10% dos alunos da porção sul da ilha, o norte é outro país, pertencente ao Reino Unido. Os outros 90% dos alunos estudam em escolas pertencestes à Igreja Católica. Embora controladas pelo bispo local, essas escolas católicas ainda recebem dinheiro público como parte de um acordo feito há séculos.

Para o co-fundador da Atheist Ireland, Michael Nugent, o fim deste monopólio religioso na educação é necessário. “Se os pais dessas crianças em idade escolar e sob o controle da igreja desejarem, poderão usar o nosso curso como uma alternativa para os seus filhos”.

O grupo lançou uma campanha online para arrecadar os 50 mil euros que acreditam serem necessários para fornecer o material para as escolas e dar treinamento aos professores. Por enquanto, menos da metade do alvo foi alcançado, mas segundo a ONG o dinheiro está vindo de diferentes partes do mundo, o que indica um crescente interesse pelo projeto que poderá se estender a todas as nações interessadas.

Embora em muitos países seja proibido o ensino religioso nas escolas públicas, esta é a primeira vez que ocorrem aulas sobre ateísmo de maneira programática. Contudo, é crescente o número de instituições de ensino superior na Europa e nos EUA que oferecem aulas sobre o pensamento ateísta.

Por sua vez, na Irlanda, que ainda é oficialmente católica, este ano foi publicada uma pesquisa sobre as prioridades dos cidadãos. Das 119 opções apresentadas, religião e espiritualidade ficaram nos últimos lugares.

Com informações Revista Time e Michael Nugent.

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Derrubada a Teoria Evolucionista da Existência de Várias Espécies Homo!

Segundo os pesquisadores, o Crânio 5 pertenceu a um indivíduo da espécie Homo erectus. Ele, no entanto, era diferente de outros fósseis encontrados anteriormente, o que sugere que a espécie era mais variada do que se pensava (Museu Nacional da Geórgia)

Um crânio descoberto em 2005 na região de Dmanisi, na Geórgia, pode obrigar os cientistas a reescreverem toda a história de evolução da espécie humana. O fóssil possui aproximadamente 1,8 milhão de anos e é o mais antigo crânio completo já encontrado por pesquisadores. Suas características físicas — a caixa craniana pequena e o grande maxilar — nunca haviam sido encontradas em conjunto antes, desafiando as divisões traçadas pelos cientistas para separar as espécies de ancestrais humanos. Segundo um estudo publicado nesta quinta-feira na revistaScience, a descoberta sugere que os primeiros membros do gênero Homo, aqueles classificados como Homo habilisHomo rudolfensis e Homo erectus, faziam parte, na verdade, da mesma espécie — seus esqueletos simplesmente pertenceriam a indivíduos de aparência Essas espécies foram todas encontradas na África, em períodos que vão até 2,4 milhões de anos atrás.

Os pesquisadores usaram a variação no formato de seus crânios para classificá-las como espécies diferentes, porém aparentadas. No entanto, desde a descoberta dos primeiros fósseis, os cientistas têm enfrentado dificuldades para traçar uma linha evolutiva entre elas, sem conseguir apontar de maneira definitiva qual deu origem às outras e aos Homo sapiens. O novo crânio descoberto na Geórgia — que ganhou o nome de Crânio 5 — combina entre suas características uma caixa craniana pequena, um rosto excepcionalmente comprido e dentes grandes.

Até agora, o sítio arqueológico só foi parcialmente escavado, mas se revelou um dos mais importantes já descobertos. O fóssil foi encontrado ao lado dos restos mortais de outros quatro ancestrais humanos primitivos, um grande número de ossos de animais e algumas ferramentas de pedra. Segundo os cientistas, os fósseis estão associados ao mesmo local e período histórico, sugerindo que as ossadas pertenceram todas à mesma espécie de ancestral humano. Isso forneceu aos pesquisadores uma oportunidade única para comparar os traços físicos de indivíduos de uma mesma espécie e o que descobriram foi uma grande variedade de tamanhos e formas, mas nada diferente da variação encontrada entre os humanos modernos. “Graças à amostra relativamente grande de Dmanisi, pudemos ver a grande diferença que existia entre os indivíduos.

Essa variação, porém, não é superior à encontrada entre populações modernas de nossa própria espécie, dos chimpanzés ou bonobos”, diz Christoph Zollikofer, pesquisador do Instituto e Museu de Antropologia, na Suíça, e um dos autores do estudo. partir dessa conclusão, os cientistas sugerem que os fósseis mais antigos do gênero Homo, com origem na África, também representavam a variação entre os membros de uma única linhagem evolutiva: o Homo erectus. “Uma vez que vemos um padrão semelhante de variação no registro fóssil africano, é sensato assumir que também houve uma única espécie Homonaquela época”, concluiu. “E, uma vez que os hominídeos de Dmanisi são tão parecidos com os africanos, assumimos que todos representam a mesma espécie.”

Duas espécies em um mesmo crânio – O Crânio 5 foi escavado em duas etapas pelos pesquisadores. Primeiro, eles descobriram a pequena caixa craniana, no ano 2000. Seu tamanho diminuto — ela media apenas 546 centímetros cúbicos, em comparação aos 1350 centímetros cúbicos dos humanos modernos — sugeria a existência de um cérebro pequeno.

Durante os anos seguintes, continuaram escavando a região, em busca do maxilar que iria completar a figura. Em 2005, finalmente encontraram os ossos que faltavam, mas, ao contrário do esperado, o maxilar era enorme, com dentes grandes. “Se a caixa craniana e o resto do Crânio 5 fossem encontrados como fósseis separados, em lugares diferentes da África, eles seriam atribuídos a espécies diferentes”, diz Christoph Zollikofer.

Durante os oito anos seguintes, os pesquisadores realizaram estudos comparativos dos cinco crânios encontrados no local. Como resultado, concluíram que eles pertenceram à mesma espécie de ancestrais humanos, surgidos pouco tempo depois de o gêneroHomo divergir do Australopithecus e se dispersar da África. “Os fósseis de Dmanisi parecem muito diferentes uns dos outros, e seria tentador classificá-los como espécies diferentes”, diz Zollikofer. “No entanto, sabemos que esses indivíduos vieram do mesmo local e tempo geológico, então eles devem, em princípio, representar uma única população de uma única espécie.” Segundo os cientistas, diferenças de idade e sexo devem ser responsáveis pelas principais diferenças morfológicas.

Fonte: Veja Terra

 

A Fraude Gigantesca Conhecida como Teoria da Evolução!

Autor: Jeremy James, 17 de março de 2012.

“Do SENHOR é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam. Porque ele a fundou sobre os mares, e a firmou sobre os rios.” [Salmos 24:1-2].

Como a maioria dos estudantes de nível superior no nosso mundo materialista moderno, aprendi a acreditar na assim chamada ciência da Evolução. Todas as provas usuais eram apresentadas e deveríamos aceitar que a extraordinária diversidade da vida que podíamos ver ao nosso redor era simplesmente o produto de uma série de mutações genéticas acidentais. Isto parecia um modo muito ingênuo de explicar os fenômenos que, até para minha compreensão limitada, pareciam incrivelmente complexos. Com tempo suficiente, poderia um microorganismo primitivo passar por múltiplos estágios de complexidade cada vez maiores e evoluir até se tornar um elefante? O salto de um nível para o próximo parecia grande demais para uma explicação desse tipo ser viável. Mas, os especialistas alegavam — e a ciência afirmava provar — que qualquer forma de vida poderia se desenvolver a partir de um antecedente mais primitivo, desde que a sequência correta de mudanças puramente acidentais em um nível químico tivesse tempo suficiente para ocorrer.

Após minha formatura, continuei a pensar sobre esta questão. Eu ficava perplexo que muitos especialistas no assunto, como Dawkins e Gould fizessem afirmações de longo alcance sobre a origem e projeto do mundo dos seres vivos usando formas nebulosas de evidências. As provas presumidas que eles apresentavam eram interconectadas com tantas suposições convenientes e conexões não comprovadas que, algumas vezes, era difícil dizer quais elementos de seus argumentos eram ciência pura e quais eram simples conjeturas. Eles continuamente se blindavam contra os testes da realidade, como um arquiteto que se acha no direito de ignorar a lei da gravidade ao projetar uma estrutura ambiciosa. Apesar de todo o ruído, eles nunca pareciam capazes de convencer a si mesmos — muito menos seus leitores — que a Evolução era verdadeira, que uma série extremamente longa de eventos puramente acidentais em nível microscópio pudesse realmente produzir graus cada vez mais altos de complexidade autossustentável e auto-replicante.

Um Enorme Problema Lógico

Havia um problema em particular que me incomodava, um problema que nenhum dos especialistas parecia disposto a tratar, ou até mesmo reconhecer. Se milhões de mutações aleatórias são necessárias antes que uma mutação verdadeiramente benéfica apareça, então o que produzem aquelas mutações que não são imediatamente fatais para o organismo e que são transmitidas para a próxima geração? Essas mutações deletérias, a partir de um ponto de vista estatístico, excederiam em muito o número de mutações benéficas. Assim, a inevitável entrada delas no banco genético resultaria na progressiva deterioração de uma espécie e no seu eventual desaparecimento. Se Dawkins, Gould e os outros estivessem corretos, então o mecanismo que eles estavam usando para explicar a evolução precisaria levar inexoravalmente, não à criação de novas espécies, mas à destruição das existentes! Mesmo se este fosse o único problema lógico com essa assim chamada ciência, ele a destruiria completamente. Mas, existem muitos outros. Na verdade, a Teoria da Evolução contradiz tantos princípios bem estabelecidos da física, da química e da matemática que é difícil compreender por que tantos homens e mulheres, que de outro modo são indivíduos racionais, continuam a acreditar nessa teoria. Este trabalho de pesquisa conta a história que está por trás da história, a verdadeira natureza e propósito da pseudociência conhecida como Evolução.

O Ninho de Ratos

A Teoria da Evolução seria fácil de defender se fosse realmente científica, mas como é fundamentalmente irracional, ela precisa ser reforçada, reinterpretada e reinventada quase que continuamente. Além disso, todos os tipos de distrações são empregados por seus aderentes mais radicais de modo a afastar a atenção do ninho de ratos de fatos embaraçosos.

Aqui estão apenas alguns desses fatos:

1. Oceanos Poluídos pelo Sal

O processo evolucionário necessita de milhões de anos para operar com sucesso. Entretanto, mesmo se a Terra tivesse apenas 10 milhões de anos de idade — uma fração do tempo necessário para a “evolução” ocorrer — os oceanos do mundo estariam tão fortemente carregados com depósitos de sal e de outros minerais solúveis que estariam tão mortos quanto o Mar Morto.

2. Erosão Total

De forma similar, com o ritmo existente de decomposição e erosão, as grandes cordilheiras de montanhas do mundo teriam se desgastado completamente e a superfície da Terra seria agora um deserto, com o solo totalmente exaurido. Além disso, a acumulação do aluvião dos rios do mundo durante um extenso período de tempo teria coberto o leito dos oceanos com um carpete uniforme de sedimentos com vários quilômetros de profundidade. Como obviamente nenhuma das duas coisas aconteceu, sabemos que a Terra precisa ter apenas milhares, não milhões de anos de idade.

3. O Vão Radical Entre Vida e a Falta de Vida

Nunca foi demonstrado que a vida de qualquer tipo pode emergir a partir de compostos químicos inanimados. Os cientistas nem ainda desenvolveram um modelo teórico de como isso poderia ser feito. Na experiência de Miller-Urey de 1953, diversos aminoácidos foram sintetizados a partir de uma mistura de água, metano, amônia e hidrogênio usando descargas de alta tensão elétrica. Essa reação química rudimentar não produziu vida de qualquer tipo, de modo que o argumento que ela “chegou perto” ou que um mecanismo de formação de vida foi identificado é uma impostura.

4. A Deliberada Trivialização da Complexidade

A vida não pode se desenvolver exceto na forma de uma célula viva, a menor unidade orgânica autossustentável e de auto-reprodução possível. Os primeiros evolucionistas, incluindo o próprio Charles Darwin, consideravam a célula como uma estrutura bem simples, em vez de um minúsculo dispositivo com um mecanismo protoplásmico. Isto permitiu que eles empregassem o conceito de “vida” que podia ser explicado em termos mecânicos bem primitivos. Logicamente, uma explicação evolucionária é muito mais fácil de defender se os componentes fundamentais da vida são definidos de uma forma trivial. Os avanços científicos nos últimos cem anos confirmaram que a célula é milhões de vezes mais complexa do que o simples mecanismo que Darwin e seus contempoâneos imaginaram. Sabemos agora que até mesmo a célula mais primitiva pode conter dezenas de tipos de organelos, que se movem de um lado para outro de uma maneira altamente estruturada, realizando uma variedade de funções intrincadas. A célula é realmente uma indústria química imensamente complexa, com centenas de processos discretos ocorrendo ao mesmo tempo. Entre seus muitos componentes altamente sofisticados estão o DNA, o RNA, o citoplasma, ribossomos, enzimas, mitocôndria, proteínas, cílios de locomoção, e um complexo sistema de membranas citoplásmicas, bolsas e vesículas.

Além disso, sabe-se que a mitocôndria possui seu próprio DNA e RNA, que é completamente diferente do DNA e RNA encontrados em outras partes da célula. Como elas são auto-replicantes, são produzidas somente por uma geração anterior de mitocôndria — o núcleo da própria célula não pode produzi-las. Assim, para funcionar corretamente, uma célula precisa conter um organelo produtor de energia que não pode sobreviver fora da célula e que a própria célula não pode produzir! Acreditar que algo tão complexo possa ter surgido aleatoriamente é desonestidade extrema. Estatisticamente, é algo que nunca poderia acontecer, independente de quanto tempo possa passar. Discutiremos a questão das probabilidades em mais detalhes em seguida.

5. Ausência Total de Formas Intermediárias no Registro Fóssil

Para uma nova espécie evoluir gradualmente ao longo de um período de tempo, ela teria de passar por diversos estágios intermediários antes que um atributo funcional e que melhore a sobrevivência possa ser adicionado ao seu código genético. Dezenas de formas físicas transicionais seriam necessárias antes de o novo estado ser alcançado. Por sua vez, eles deveriam aparecer com maior frequência no registro fóssil. Os evolucionistas no século 19 não tinham evidências fósseis desse tipo, mas estavam confiantes que essas formas intermediárias seriam identificadas em breve. No entanto, isso nunca aconteceu. Todas as espécies — sejam elas peixes, crustáceos, répteis, mamíferos, marsupiais, insetos ou pássaros — aparecem subitamente no registro fóssil, totalmente formadas, sem quaisquer estágios intermediários. Em uma disciplina científica apropriada uma anomalia dessa magnitude rapidamente faria uma teoria ser lançada na lata de lixo, mas no estranho mundo da Evolução — onde princípios como casualidade, prova e evidência são aplicados somente quando apoiam o resultado buscado — esse resultado óbvio não é sequer considerado.

6. Recurso ao Raciocínio Circular

Alguns dos conceitos fundamentais na Teoria Evolucionária são na verdade baseados em raciocínio circular. Por exemplo, a Evolução tem o objetivo de garantir a sobrevivência dos mais aptos, porém os mais aptos nunca são definidos de forma que faça sentido. Eles são simplesmente os indivíduos que sobrevivem! Esse tipo de raciocínio é deprimentemente tolo, mas é bastante comum entre a elite darwiniana que domina as ciências biológicas hoje. Já vimos como uma célula não pode funcionar sem a mitocôndria que fornece a energia essencial, mas seu próprio DNA não pode produzir a mitocôncria necessária. Sem célula não existe mitocôndria; sem mitocôndria, não existe a célula. Esses tipos de relacionamentos independentes não podem ser explicados em termos evolucionários — a não ser que a pessoa recorra a alguma forma de raciocínio circular. Vejamos outro exemplo. A idade de um fóssil é determinada pela camada do estrato da rocha em que ele foi encontrado, mas essa camada, por sua vez, é atribuída a uma posição na coluna geológica tendo como referência os fósseis que ela contém. Se você não estiver familiarizado com o estranho mundo da Evolução, pode achar que estou inventando isto, mas incrivelmente não estou.

7. Conflito com Outros Ramos da Ciência

Todos os ramos da ciência — com uma exceção — reconhecem e aceitam a Segunda Lei da Termodinâmica. Essa lei diz que todos os processos ordeiros no universo estão se movendo continuamente para um estado menos ordeiro. Em resumo, eles estão se deteriorando. O exemplo mais óbvio é a perda progressiva do calor. Cada objeto, grande ou pequeno, terrestre ou interestrelar, está perdendo calor por meio da radiação. Esse calor nunca pode ser recuperado em sua totalidade, o que significa que todo sistema ordeiro eventualmente perderá calor e morrerá, a não que mais calor seja adicionado a partir de outra fonte. Essa lei recebe o respeito em todos os ramos da ciência, exceto na Biologia Evolucionária. Por quê? Porque ela refuta um dogma fundamental da Evolução — que um sistema ordeiro pode avançar, de forma puramente acidental e entrar em um estado mais ordeiro. Em resumo, a Segunda Lei da Termodinâmica, que algumas vezes é chamada de Lei da Entropia, garante que nada nunca pode evoluir. Portanto, a não ser que outros ramos da ciência estejam seriamente errados, a assim chamada ciência da Evolução é completamente falsa.

8. Uniformitarianismo

Como a Evolução precisa de centenas de milhões de anos para ocorrer, o registro fóssil precisa refletir isso. As camadas de rocha sedimentar em que os fósseis estão inseridos precisam, portanto, ter se acumulado de uma maneira extremamente lenta e uniforme em todas as regiões da crosta terrestre. Se mudanças nas camadas das rochas pudessem ocorrer em um período menor de tempo, então quaisquer fósseis que elas contêm precisam ter evoluído ao longo de um período igualmente curto de tempo, o que estaria em conflito com a Teoria da Evolução.

Por esta razão, a ciência irmã da Geologia postulou que todos os processos transformativos na superfície da Terra nas eras passadas foram muito lentos e graduais, como aqueles que vemos hoje. Isto exclui completamente a possibilidade de um evento catastrófico que possa ter alterado radicalmente o perfil e composição dos estratos rochosos em grandes partes da crosta terrestre.

Essa suposição — pois ela não é nada mais do que isto — é conhecida como uniformitarianismo. Embora existam inúmeros fenômenos geológicos que não possam ser explicados satisfatoriamente de acordo com um mecanismo uniformitariano, ele continua a dominar a ciência da Geologia. Esses incluem a formação do Grand Canyon, no estado americano do Colorado, a existência de blocos de rocha maciços muito distantes de seus locais de origem, e o desalinhamento radical do estrato rochoso que supostamente se acumulou ao longo de linhas uniformitarianas em uma escala continental ao longo de milhões de anos.

O uniformitarianismo é um dogma tão ortodoxo da Geologia que permaneceu virtualmente imune a críticas por quase duzentos anos. Apesar de evidências extensas que a crosta terrestre esteve exposta à significativas transformações no passado recente, a possibilidade é simplesmente rejeitada.

9. A Coluna Geológica

Os princípios uniformitarianos requerem que o estrato rochoso se desenvolva lentamente, em longos períodos de tempo, com camadas de morfologia e composição distintas acumulando-se uma sobre a outra. A lógica desse modelo requer que as sequências possam ser consistentes em uma escala continental; caso contrário nenhuma conclusão significativa poderia ser obtida sobre a época em que elas ocorreram. Portanto, todas as camadas do mesmo tipo devem indicar o mesmo segmento de tempo geológico. Os geólogos analisaram essas camadas em uma ampla variedade de locais em todo o globo e compilaram aquilo que é conhecido como “coluna geológica”, um tipo de relógio universal para determinar a idade de cada camada. Já observamos um grande problema com a coluna geológica — que a idade de cada camada foi inicialmente calculada com referência aos fósseis que ela continha, enquanto que a idade dos fósseis foi determinada em grande parte em referência à camada em que eles foram encontrados. Mas, há outro problema formidável com a coluna geológica — ela realmente não existe! Nem um exemplo existente da coluna pode ser encontrada em parte alguma da Terra. Além disso, em muitos lugares onde segmentos da alegada coluna existem, a sequência de camadas difere daquela “aprovada” pela comunidade científica. Dado que cada camada deveria ter se acumulado em linhas uniformitarianas ao longo de milhões de anos, é difícil explicar como um única camada pôde aparecer fora de sequência.

10. Fossilização

Não há dúvida que variedades incríveis de espécies, muitas das quais estão agora extintas, podem ser encontradas no registro fóssil. A autenticidade delas não é questionada. Mas, um fato realmente incomum, muitas vezes é negligenciado — que o modelo uniformitariano não tem um modo de explicar como elas chegaram lá! O mundo natural tem uma abundância de espécies que comem carniça, que escavam à procura de animais mortos e moribundos, e que não deixam resíduos importantes para serem fossilizados. Até mesmo os fragmentos que escapam dos animais que se alimentam da carniça são logo em seguida consumidos por insetos, bactérias e uma infinidade de microorganismos. De acordo com os teóricos evolucionistas, devemos acreditar, não apenas que carcaças intactas possam permanecer intocáveis por muitas semanas ou meses, mas que elas podem reter sua integridade por períodos tão longos que o solo e outros entulhos têm tempo suficiente para se acumularem sobre elas e enterrá-las. Até os cientistas que exploram o leito dos oceanos em regiões ricas em vida marinha são incapazes de encontrar um único vestígio dos materiais que seriam necessários para formar uma carcaça fossilizada, ou um esqueleto. Em resumo, a matéria orgânica não consegue sobreviver por muito tempo, no solo ou no mar, para ficar exposta ao processo extremamente lento da fossilização — outra óbvia deficiência com o modelo uniformitariano e com a Teoria da Evolução.

11. Raridade dos Fósseis

Se a Terra é tão velha quanto o evolucionistas afirmam e a fossilização ocorre segundo o modelo uniformitariano, então deveríamos encontar uma abundância de fósseis em todas as rochas sedimentares — sem exceção. Cem milhões de anos é um período de tempo enorme, durante o qual virtualmente cada quilômetro quadrado da superfície da Terra deveria ter acumulado centenas, talvez milhares de toneladas de materiais fossilizados. Mas, os fósseis são relativamente raros e a distribuição generalizada que se pode esperar simplesmente não é encontrada.

12. Cemitérios de Fósseis

Os evolucionistas tratam com pouca importância um aspecto intrigante (e anômalo) da posição dos fósseis: a frequência em que eles são encontrados nos “cemitérios de fósseis”, grandes agregados de resíduos fossilizados de uma ampla variedade de espécies. Muitos desses “cemitérios” — também conhecidos como leito de ossos — contêm uma extraordinária diversidade de animais. Por exemplo, o sítio arqueológico Maotianshan, na Província de Yunnan, na China, tem 185 diferentes espécies entre sua flora fossilizada, formando impressionantes 15 filos. É como se várias seções de um grande zoológico tivessem sido congeladas com o tempo. O índice de fossilização foi tão rápido que até as antenas e outras partes macias do corpo das trilobitas foram preservadas. Um processo de lenta fossilização não poderia ter alcançado um desses resultados. As partes macias do corpo teriam apodrecido muito antes que os detalhes de sua qualidade pudessem ter sido preservados, enquanto que a probabilidade estatística que tantas espécies diferentes se reunissem em série neste local ao longo de milhares, talvez milhões de anos, apenas para se tornarem fossilizadas, é nula.

O fenômemo observado em Maotianshan somente poderia ter resultado a partir de um evento curto e drástico que matou todas as espécies ao mesmo tempo, talvez até no mesmo dia, e os embalsamou na lama. Além disso, a diversidade das espécies encontradas nas rochas sedimentares sugere que muitas delas tenham se originado em uma ampla área geográfica e foram transportadas para o “cemitério” durante uma grande inundação. Em resumo, os cemitérios de fósseis não oferecem evidências da evolução e ridicularizam o modelo uniformitariano.

13. A População Humana

De acordo com os evolucionistas, a humanidade evoluiu no Grande Vale do Rift, no nordeste da África, cerca de 200 mil anos atrás. Agora, vamos considerar por um momento as severas implicações práticas disso. Se assumirmos que a taxa de crescimento populacional entre o homem primitivo era aproximadamente similar à taxa existente hoje — pouco mais de 1% — e se assumirmos que a população humana total da Terra 200 mil anos atrás era de apenas 100 indivíduos, então ela teria crescido para vários trilhões (não bilhões) em menos de dez mil anos!

Talvez a taxa anual de crescimento de 1% seja alta demais. Entretanto, mesmo se usarmos uma taxa menor, ainda obteremos uma expansão astronômica na população em apenas alguns milhares de anos. Por exemplo, alguns historiadores reconhecem que a população do planeta como um todo durante o tempo do nascimento de Jesus Cristo era em torno de 100 milhões de habitantes. Com base na população atual (ano de 2012) de 7 bilhões, isso representa um aumento anual de longo prazo de pouco mais de um quinto de 1% (0,212%). Se aplicarmos essa mesma taxa anual de crescimento à nossa população humana que vivia no nordeste da África, ela teria crescido de 100 indivíduos para 157 bilhões em apenas 10 mil anos. Após mais alguns milênios não haveria espaço no planeta para nem mais uma única pessoa.

Como você pode ver, a teoria do Grande Vale do Rift é uma grande besteira. Ela nem sequer deveria ser dignificada com o epíteto de “teoria”. Se extrapolarmos retroativamente a partir da população atual usando somente um taxa anual de crescimento um pouquinho maior (porém ainda conservadora) — 0,302% em vez de 0,212% — descobrimos que uma população inicial de 100 pessoas teria aumentado para 7 bilhões, a atual população mundial, em cerca de 6 mil anos. Isto é totalmente consistente com a estrutura cronológica encontrada na Bíblia.

14. Evolução Simultânea dos Opostos Sexuais

Os evolucionistas falam regularmente e com entusiasmo sobre o modo engenhoso como a “natureza” alcançou a diversidade genética ótima por meio da polinização cruzada e da reprodução sexuada. Mas, eles dão pouca atenção ao sério problema que isso apresenta para a teoria evolucionária. A transmissão real de material genético do macho para a fêmea é um processo formidavelmente complexo, tanto em termos químicos quanto comportamentais, em um vasto número de espécies. Por exemplo, em muitas espécies, o macho precisa emitir certos gatilhos químicos para os quais a fêmea precisa responder de um modo muito específico. A não ser que a sinalização do macho e a resposta da fêmea sejam exatamente corretas, eles não se acasalarão. Mas, segundo a Teoria da Evolução, os mecanismos reprodutivos, tanto no macho quanto na fêmea, evoluíram de forma independente. Portanto, os evolucionistas acreditam que os genes que permitem que esses dois processos complexos e complementares operem simplesmente evoluíram da forma correta, ao mesmo tempo e nos mesmos locais. É claro que isto é uma total impossibilidade — uma fantasia total. Mas, é bastante típico da mentalidade evolucionista, em que séries astronômicas de acidentes improváveis ocorrem, não uma única vez, mas duas vezes, para produzir dois organismos adaptáveis e sexualmente compatíveis de tremenda complexidade. É como se as eras do tempo fossem um tipo de pózinho mágico que pudesse criar ordem a partir do caos.

15. A Mutação das Drosófilas

Os evolucionistas insistem que uma série de mutações aleatórias precisam eventualmente levar ao aparecimento de uma que de algum modo confira uma vantagem real, ou potencial, a uma espécie, por menor que seja a mudança. Em sua obstinação em fornecer evidências experimentais disso, eles criaram incontáveis gerações da mosca drosófila (Drosophila melanogaster) sob condições controladas nos laboratórios e induziram mutações aleatórias em seu código genético por meio da irradiação e outros métodos. Como a mosca-da-fruta pode produzir uma nova geração a cada duas semanas, os cientistas podem observar os resultados em centenas de gerações. Quantas novas espécies foram produzidas por esse processo? Quantas novas proteínas? Quantas novas enzimas? A resposta: nem uma sequer.

Poderíamos citar muitas outras anomalias de fazer cair o queixo a respeito da Teoria Evolucionária, mas estas devem ser suficientes. A lista é longa e se torna cada vez maior à medida que mais cientistas estão começando a recuperar a sanidade e fazer as perguntas óbvias sobre essa absurda pseudociência.

Muitos cientistas que rejeitam a Teoria da Evolução têm formação em matemática, informática, química ou engenharia, onde suposições convenientes são anátema, onde o rigor nas experiências é essencial, e onde o raciocínio inconsistente é exposto impiedosamente. Eles também compreendem coisas básicas como as Leis das Probabilidades, a Segunda Lei da Termodinâmica e o efeito destrutivo dos eventos ocasionais nos sistemas organizados. Eles também tendem, em geral, a serem mais inteligentes — não é necessário ser assim tão inteligente para coletar rochas e insetos como forma de ganhar a vida. Discutiremos em breve as razões por que mais cientistas não condenam abertamente a pseudociência da Evolução, mas primeiro precisamos ver por que muitos ainda a aceitam.

Por Que Tantos Cientistas Continuam a Acreditar na Evolução?

Já deve estar aparente agora que uma pessoa precisa estar disposta a fazer muitas e grandes suposições de modo a acreditar na Teoria da Evolução. Uma capacidade bem desenvolvida de ignorar os fatos impalatáveis também é grandemente vantajosa. Tendo dito isto, a maior parte dos que aceitam a Evolução é sincera e bem-intencionada em suas convicções. Eles estudaram a “ciência” em instituições acadêmicas de primeira linha e não têm razão para duvidar da integridade de seus professores. Se alguns aspectos da Teoria parecem pouco convincentes, os estudantes diligentes devem encontrar consolação no conhecimento que um paradigma tão poderoso de explicação deve necessariamente conter elementos difíceis de compreender. Além disso, se todos os outros acreditam que ela seja fundamentalmente verdadeira, então não deve haver problema algum. Afinal, a única alternativa real é acreditar que Deus criou todas as coisas — o que, em uma época de ceticismo desmedido, é um passo grande demais a dar.

Os evolucionistas têm usado uma ampla variedade de truques ao longo dos anos para enganar os incautos. Já discutimos um deles — o truque da Célula Simples — que trivializa a complexidade e esconde o próprio fenômeno que a Evolução deveria explicar. Outro é o truque do Tempo Infinito que, quando tudo o mais falhar, permite que qualquer problema seja solucionado, independente do quão intricado seja, simplesmente imergindo-o durante milhões de anos nas águas místicas do puro acaso. A tabela seguinte lista alguns dos truques mais comuns empregados pelos evolucionistas para contornar as leis da lógica:

Oito Truques Usados Fequentemente pelos Evolucionistas para Enganar a Si Mesmos e ao Público
Nome do Truque Descrição Sucinta
1. Célula Simples Omite ou deixa de considerar a incrível complexidade da célula viva.
2. Número Grande Disfarça ou ignora a realidade das impossibilidades estatísticas.
3. Ordem a Partir do Caos Ignora a Segunda Lei da Termodinâmica, que declara que a ordem nunca aumenta de forma acidental.
4. Dente do Porco Faz grandes inferências a partir de dados triviais e assume conexões inexistentes.
5. Similaridade Assume que as coisas que têm aspecto similar são realmente iguais, seja estrutural ou funcionalmente.
6. Tempo Infinito Assume que, com tempo suficiente, virtualmente qualquer coisa possa acontecer.
7. Raciocínio Circular Usa A para provar B e B para provar A.
8. Ninho de Ratos Ignora os fatos desconfortáveis e as evidências contraditórias.

Um dos jogos de palavras mais popularmente usados pelos darwinistas é o truque do Número Grande, que explora a incapacidade comum, mesmo entre os cientistas experientes, de compreender a magnitude dos números realmente grandes. Todos podemos formar um quadro mental de um agrupamento de dez mil objetos, por exemplo, o número total de assentos em um estádio de futebol. Esse número (10.000) pode ser expresso de outra forma, como 10 elevado à quarta potência (que pode ser representado como 104). Isto é 10 multiplicado por si mesmo 4 vezes (10x10x10x10 = 10.000). Mas, caímos em dificuldades quando tentamos lidar com imagens mentais de números muito maiores. Por exemplo, como imaginar 10100 grãos de areia? Talvez em uma praia muito extensa, ou uma imensa escavação? Um indivíduo astuto poderia optar por um objeto tão grande quanto a Terra. Mas, até ele estaria longe do alvo. O físicos calcularam que a matéria total no universo — mais de 80 bilhões de galáxias, contém aproximadamente 1080 átomos. Isto significa que nem mesmo o próprio universo poderia conter nosso monte de areia!

Chamamos isto de truques, em vez de falácias, porque têm sido explorados de forma desavergonhada há décadas pelos materialistas e ateístas para enganarem suas vítimas. Enganar é uma palavra forte demais? Bem, se um conjunto de falácias sabidamente lógicas é explorado continuamente de forma sistemática para alcançar um determinado resultado, então estamos falando sobre enganação. Não é má ciência, não é viés ideológico, mas enganação.

T. H. Huxley, que foi provavelmente o mais ardoroso defensor da Teoria de Darwin no período seguinte à publicação de A Origem das Espécies (1859), não tinha problemas de consciência em explorar tanto o truque da Célula Simples quanto o do Número Grande. Durante alguns de seus debates públicos ele afirmava que, com tempo suficiente, um bando de 100 macacos, datilografando em 100 máquinas de escrever, dia e noite sem parar, eventualmente escreveria o Salmo 23. Para a maior parte de sua audiência, isso parecia uma proposição bastante plausível. Afinal, se os macacos simplesmente ficassem apertando as teclas de forma contínua, em algum momento algum deles terminaria produzindo o resultado desejado. Certo? Vamos examinar mais de perto. Tudo é uma questão de probabilidades. Por quanto tempo os macacos teriam de datilografar até que um deles escrevesse o Salmo 23? Na Bíblia Almeida Corrigida e Fiel, esse salmo contém 570 caracteres. Seremos gentis com os macacos e lhes daremos máquinas de escrever com somente 26 teclas cada.

“O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará. Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas. Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome. Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam. Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda. Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias.”

A probabilidade que o primeiro macaco aperte a tecla “O” primeiro é 1 em 26. A probabilidade que ele aperte a tecla “Espaço” em sua segunda digitação é também 1 em 26. A mesma probabilidade se aplica a cada uma das letras, espaços em branco e sinais de pontuação no salmo. Entretanto, a probabilidade que um macaco faça isso em 570 toques sucessivos na sequência correta não é 26×570, mas 26 elevado à potência 570 (ou, 26570).

Os membros da audiência de Huxley não tinham ideia alguma que estavam lidando com números dessa magnitude. A verdade é que 26570 é tão incrivelmente grande que um evento que dependa dessa probabilidade nunca pode acontecer. Os macacos nunca conseguiriam datilografar o salmo corretamente, independente do tempo que passassem diante das máquinas de escrever. Na verdade, eles nem sequer conseguiriam digitar as duas primeiras frases corretamente! Os estatísticos consideram 1040 como o ponto além do que um evento é impossível de acontecer. Em outras palavras, se esse for o número de iterações aleatórias que são necessárias para alcançar o resultado em questão, então esse resultado é impossível de ser alcançado. Tome nota deste fato crucial. Ele é ciência, matemática pura, não o infantil faz-de-conta que se passa por ciência no campo da Biologia Evolucionária.

Incontáveis cientistas nas nossas comunidades acadêmicas e industriais modernas — homens e mulheres de saber e inteligência — estão sendo tratados como bobos. Eles também foram enganados pelos truques da Célula Simples e do Número Grande. Talvez os truques estejam sendo empacotados de uma maneira mais sofisticada do que eram nos dias de Huxley e seus colegas, mas ainda são fundamentalmente os mesmos truques. Os livros-texto também tomam o cuidado de omitir o Ninho de Ratos de anomalias que observamos anteriormente. A presença deles somente levaria os estudantes mais atentos a começarem a pensar por si mesmos. Se eles fizessem isso, descobririam rapidamente que a assim chamada ciência da Evolução é construída, não em evidências tangíveis, na lógica consistente e na progressão causal, mas em pensamento positivo, “pózinho mágico” e uma atitude sectária de evitar os fatos desagradáveis.

A Psicologia do Engano das Massas

A psicologia que está por trás de tudo isto é conhecida há séculos. Se um número suficiente de pessoas puder ser induzido a acreditar que algo é verdadeiro, especialmente se aquilo for apresentado por alguém em posição de autoridade e suportado por evidências científicas aparentemente legítimas, pode ser muito difícil depois abalar a crença delas. A história de Sam Loyd e o quebra-cabeças dos Quinze Pastilhas é uma demonstração disto. Sam Loyd foi um matemático habilidoso e um pioneiro no campo da composição de enigmas no século 19. Durante muitos anos, ele teve uma coluna em um dos principais jornais dos EUA. Alguns de seus enigmas eram tão difíceis que ele frequentemente recebia centenas de cartas por dia de seus leitores. Certa vez, ele publicou um quebra-cabeças de deslocamento de peças chamado Jogo das Quinze Pastilhas que, ele disse, “levaria o mundo inteiro à loucura”.

O objetivo era muito simples: deslizar as pastilhas de um lado para outro e organizá-las na sequência numérica de 1 até 15. Isso significa reverter as posições das pastilhas “14” e “15” na posição inicial. Como um incentivo adicional, Loyd ofereceu um prêmio de 1.000 dólares (uma quantia magnífica naquele tempo) para qualquer um que apresentasse a solução correta. Naturalmente, como o prêmio era tão generoso e o quebra-cabeças era fácil de compreender, a competição despertou enorme interesse no público e a resposta foi enorme. Milhares de leitores estavam convencidos que tinham resolvido o problema. Sem dúvida, muitas das soluções propostas eram engenhosas e demonstravam a inteligência e diligência dos seus autores. Mas, Loyd não precisava abrir e examinar uma única daqueles soluções propostas. Por quê? Porque o quebra-cabeças não tinha solução! Os matemáticos sabem que esse quebra-cabeças somente pode ser solucionado em metade de todas as posições iniciais. Todas as demais são impossíveis. Loyd simplesmente escolhia uma das posições impossíveis, onde as pastilhas estavam provocativamente próximas da sequência correta e convidava seus leitores a passarem pela tortura e chegarem perto do ponto da loucura ao tentarem solucionar o problema. Talvez não tenha sido totalmente honesto Loyd propor um enigma que não tinha solução, mas seus leitores não suspeitaram de nada. Afinal, o problema era fácil de entender, o prêmio era atraente e Loyd desfrutava de uma ótima reputação.

Os cientistas contemporâneos continuam a acreditar na Teoria da Evolução por razões muito similares: ela foi proposta e é promovida por pessoas de elevada reputação, não é difícil de compreender, e o preço — uma explicação abrangente da própria vida — é imensamente atraente. O único problema é que, como o quebra-cabeças de Loyd, não é nada mais do que uma forma de trapaça.

A Agenda Real Que Está por Trás da Teoria da Evolução

À luz de tudo isto, precisamos perguntar por que uma teoria que contradiz tantos princípios da matemática e da boa lógica poderia ter sido proposta? Se ela não foi planejada para satisfazer nosso apetite por integridade científica, então para que foi criada? A resposta é o orgulho humano, um desejo muito antigo de homens caídos e rebeldes de afirmarem sua independência de Deus. A Evolução não é uma ciência, mas uma convicção religiosa, um esforço determinado de explicar a vida na Terra sem referência a um Criador. Muitos de seus pioneiros desprezavam o Cristianismo. Seus proponentes iniciais eram, em sua vasta maioria, ateístas, humanistas ou maçons. Embora fingindo serem cientistas envolvidos na busca imparcial e objetiva da verdade, eles rejeitaram desde o início uma explicação que refletisse a perspectiva bíblica. Esta é a mentalidade que domina a comunidade científica atualmente. Todos os fenômenos observáveis precisam ser interpretados e explicados sem absolutamente qualquer referência a um Criador.

Reflita sobre isto, caro leitor, pois é crucial compreender o que realmente está acontecendo no nosso mundo hoje. A ciência, sendo constituída pelas pessoas que controlam nossas faculdades e universidades, sempre precisa excluir Deus. Este é o princípio fundamental e a característica definidora da ciência contemporânea. Ela foi estabelecida primeiro pela Sociedade Real, na Inglaterra, em 1660, e a maioria de seus membros era rosa-cruz ou maçom, e pela Academia Francesa das Ciências, que era dominada pela Maçonaria do Grande Oriente, uma variedade intensamente anticristã de paganismo.

Logicamente, muitos cientistas acreditam em um Criador, mas não têm a permissão de expressar essa dinâmica de suas vidas pessoais. Um trabalho de pesquisa bem argumentado escrito por um cientista respeitável que tentasse mostrar — ou mesmo sugerir — que Deus está em operação no universo seria considerado “religioso” e rejeitado pelo editor. O trabalho de pesquisa nunca veria a luz do dia. Um exemplo formidável dessa mentalidade perniciosa pode ser encontrado em uma análise de Richard Lewontin nas resenhas literárias do jornal The New York Times, de 9 de janeiro de 1997. O professor Lewontin, que já ocupou diversos postos acadêmicos de prestígio em sua ilustre carreira, é um ferrenho defensor da Evolução e altamente respeitado por seus pares. A opinião que ele expressou em sua análise é endêmica hoje entre os biólogos evolucionistas, a maioria dos quais aprova a remoção de Deus de todo o discurso científico:

“Nossa disposição de aceitar afirmações científicas que são contra o senso comum é a chave para uma compreensão da luta real entre a ciência e o sobrenatural. Ficamos do lado da ciência, apesar das aparentes absurdidades em algumas de suas construções, apesar de seu fracasso em cumprir muitas de suas promessas extravagantes de saúde e de vida, apesar da tolerância da comunidade científica pelas histórias não verificáveis, porque temos um comprometimiento prévio, um comprometimento com o materialismo. Não que os métodos e instituições da ciência de alguma forma nos forcem a aceitar uma explicação material do mundo dos fenômenos, mas, ao contrário, porque somos forçados por nossa adesão anterior às causas materiais que criam um aparato de investigação e um conjunto de conceitos que produzem explicações materiais, independente do quão contra-intuitivas, independente de quão mistificadoras elas sejam para os não iniciados. Além disso, esse materialismo é absoluto, pois não podemos permitir um Pé Divino na porta. O eminente erudito especializado em Kant, Lewis Beck costumava dizer que qualquer um que creia em Deus pode acreditar em qualquer coisa. Apelar a uma deidade onipotente é permitir que a qualquer momento as regularidades da natureza possam ser quebradas, que os milagres possam acontecer.”

Podemos agradecer ao Dr. Lewontin for revelar, talvez sem querer, a verdadeira motivação que está por trás da agenda evolucionária. Ele declara de forma bem clara que ele e seus colegas ateístas se agarram às construções absurdas por causa de seu comprometimento anterior com o materialismo. Realmente não importa para eles o quão ridícula uma proposição científica possa ser, desde que exclua Deus, “pois não podemos permitir um Pé Divino na porta”. Além disso, ele se vangloria que o “materialismo é absoluto”. É disto, caro leitor, que se trata.

A Longa Guerra Contra Deus

A Evolução é uma questão profundamente política. A elite maçônica e os ateístas extremamente ricos que controlam o pulso da academia na Grã-Bretanha, Alemanha, Itália, França e EUA — e eles fazem isto há séculos — não tolerarão nenhuma tentativa de conectar a criação com seu Criador. Como eles têm aversão ao Deus da Bíblia, precisam encontrar um modo alternativo de explicar a existência da vida na Terra, e até a existência da própria Terra. Alguns cientistas tentaram seguir a via da Panspermia Cósmica, em que a vida na Terra é explicada pela chegada em nossa atmosfera de bactérias congeladas das profundezas do espaço, que foram levadas a grandes distâncias pelos meteoros e pela poeira intraestrelar. Outros já especularam que, em eras passadas, a vida na Terra foi “semeada” de forma deliberada por formas de vida inteligentes que vieram de outra galáxia. Mas, até aqui, nenhuma dessas “explicações” recebeu o favor da maioria dos cientistas, provavelmente por que elas especulam somente sobre a distribuição da vida e não sobre sua origem.

Assim, a Evolução é o único jogo que existe para jogar. Ela carrega consigo a vantagem adicional de promover um paradigma evolucionário em outros ramos da ciência, notavelmente a Cosmologia. Se as massas puderem ser treinadas a aceitarem que a vida na Terra evoluiu da matéria inerte, então deve ser relativamente fácil convencê-las que o próprio universo evoluiu a partir do nada. (Esta teoria é conhecida como Teoria da Grande Explosão, outro exemplo absurdo de pseudociência, que infelizmente não teremos tempo para discutir neste ensaio.)

É preciso ser ateísta ou um inimigo de Deus para acreditar na Evolução? Absolutamente, não! Suspeito que a maioria dos cientistas que acredita na Evolução faça isso simplesmente por que foi treinada a acreditar nela. O sistema educacional moderno foi estruturado em grande parte por humanistas e ateístas que odeiam o Cristianismo e desejam destrui-lo. Como resultado, o sistema educacional tem sufocado grandemente nossa habilidade inata de fazer perguntas honestas e de não ficar satisfeitos até que obtenhamos uma resposta honesta.

A Evolução é uma visão de consenso que não pode tolerar críticas de forma alguma. Questionar a Evolução é questionar a própria ciência. Um acadêmico que faça isso arrisca-se a ser demitido de seu cargo na universidade, ou ser colocado no ostracismo, como um desequilibrado. Inúmeros acadêmicos respeitáveis foram punidos por expressarem dúvidas acerca da validade científica da Evolução. Muitos nem eram cristãos e também não trabalhavam em faculdades de ciências biológicas. A punição pode incluir a ridicularização pelos pares, exclusão de seminários e conferências, perda de oportunidades de promoção, ter seus trabalhos de pesquisa rejeitados para a publicação, fracasso em obter financiamento para as pesquisas e até perda do cargo.

Nos últimos cinquênta anos, cientistas da Criação e proponentes de uma posição criacionista publicaram críticas devastadoras à Teoria Evolucionária. Houve um tempo em que os evolucionistas estavam preparados para irem a uma plataforma pública e debaterem a validade científica da Evolução com seus opositores criacionistas. Entretanto, eles eram aniquilados com tanta frequência que não estão mais dispostos a se exporem ao ridículo desse modo. Até mesmo Richard Dawkins, um defensor radical da Evolução, é muito cuidadoso para evitar o debate público com criacionistas experientes. O único “debate” que os evolucionistas realizam é por meio da mídia e das editoras controladas, onde todas as questões embaraçosas podem ser colocadas de lado e uma caricatura da posição criacionista pode ser ridicularizada impunemente.

Por que os principais jornais nunca publicam um artigo enfocando as muitos furos e defeitos conhecidos na Teoria Evolucionária? Porque eles não querem que o público saiba o quão irracional e desonesta ela realmente é. A cabala maçônica que controla jornais como The New York Times, The Wall Street Journal, The Washington Post, The London Times, Berliner Zeitung, Le Monde e dezenas de outros jornais influentes na Europa e nas Américas, não tem a intenção de fornecer uma plataforma para visões que possam expor a grande mentira da Evolução e a máquina de propaganda secreta que está por trás dela.

O Falso Deus da Maçonaria

Para compreender as forças que estão por trás da estranha ciência da Evolução, deve-se perceber que, embora a Maçonaria finja ser “cristã”, ou pelo menos simpática aos ideais e às tradições do Cristianismo, ela é na verdade um antigo sistema religioso que despreza o Cristianismo. Os deuses dela são os do Egito, Babilônia, Grécia e Roma — os panteões pagãos que incorporam as energias e personalidades dos anjos caídos.

A Maçonaria esforça-se para enfocar a atenção do homem em si mesmo. Ela é uma doutrina humanista, luciferiana, que nega a Cristo, a necessidade de salvação e as verdades da Bíblia. Ela trabalha em segredo, porque nunca se atreveria a se aproximar da luz e revelar sua verdadeira natureza. Os maçons chamam seu deus de Grande Arquiteto do Universo. Por quê? Por que ele pode fazer planos, esquemas e estratégias de grande sofisticação. Por outro lado, seu nome pomposo revela um fato muito menos lisonjeiro: ele não pode criar coisa alguma. Absolutamente nada.

É por isto que a Maçonaria gosta tanto de promover a “Evolução” como uma força criativa. Como o universo veio a existir? A resposta: ele evoluiu a partir do nada. E de onde veio o impressionante panorama da vida? A resposta: evoluiu a partir da matéria inanimada, o que, por sua vez evoluiu a partir do nada.

Isto lhes permite rejeitar profundamente qualquer necessidade de um Criador e elevar seu próprio deus — o assim chamado Grande Arquiteto do Universo — ao ápice do Panteão Cósmico. Isto também lhes permite acreditar que o homem continuará a evoluir e um dia se tornar um deus. (Lembro-me aqui do único verso em aramaico no livro do profeta Jeremias, um verso que poderia prontamente ser compreendido por qualquer adorador gentio de Baal do seu tempo:

“Assim lhes direis: Os deuses que não fizeram os céus e a terra desaparecerão da terra e de debaixo deste céu.” [Jeremias 10:11]. Em resumo, quando Cristo retornar, esses “deuses” inflados serão destruídos.).

Negação de um Dilúvio Global Cataclísmico

Satanás usa sua personalidade “anjo de luz”, conhecida como Lúcifer, para ludibriar seus principais agentes. Por sua vez, eles criam sistemas de adoração em nome dele — como a Maçonaria — para enlaçar e controlar as massas. Pouco importa para Satanás em que os homens creiam, desde que não creiam no Senhor Deus da Criação e em Seu Filho Jesus Cristo.

A Evolução é uma filosofia anticristã. O principal propósito dela é abalar a crença do homem nos onze primeiros capítulos do livro de Gênesis. Como um dos mais dramáticos eventos registrados no Gênesis foi o cataclismo global conhecido como Dilúvio, tornou-se necessário suprimir todas as evidências que um evento com aquela destrutividade tenha realmente ocorrido cerca de 4.400 anos atrás. Isto teria diversas vantagens. Primeiro, consideraria a interpretação uniformitariana dos fenômenos geofísicos. Segundo, esconderia da humanidade a tremenda magnitude do julgamento do Senhor sobre um mundo pecador. Terceiro, serviria para desacreditar a precisão histórica do Gênesis e a veracidade da Bíblia como um todo.

Com já observamos, os fundamentos para a Teoria da Evolução foram lançados no início do século 19 como a doutrina uniformitariana da Geologia moderna. Isto declara que os únicos processos naturais em operação no passado foram os mesmos que vemos em operação no mundo hoje. Ela foi planejada para reduzir o Dilúvio a um evento regional e de pequena escala ou, ainda melhor, para rejeitá-lo completamente como uma peça dramática de ficção. Em lugar dele, ela propôs que a complexa topologia do planeta foi formada de uma maneira muito mundana por minúsculas mudanças ao longo de milhões de anos.

Embora existisse pouca evidência original para suportar esta teoria, ela logo tornou-se amplamente aceita em toda a Grã-Bretanha, onde foi inicialmente promulgada. E isto somente aconteceu por que muitas figuras de liderança na Igreja Anglicana estavam preparadas para considerá-la como ciência legítima. A princípio, pode ser difícil compreender por que a maior parte dos bispos e do clero anglicano respondeu de forma tão pusilânime àquilo que era obviamente um ataque deliberado contra a veracidade da Bíblia. Entretanto, quando se compreende que uma proporção significativa daqueles homens era, na verdade, incrédula e, em muitos casos, participante de lojas maçônicas locais, tudo começa a fazer sentido. Eles tinham entrado em uma carreira com a Igreja Estabelecida — a denominação “cristã” oficial da classe governante britânica — porque ela prometia segurança, uma boa prebenda, prestígio social e um estilo de vida sem muitas preocupações. Um clérigo anglicano do início do século 19 era frequentemente tão mundano, ambicioso e indiferente à verdade quanto muitos corretores de valores e financistas são hoje. Com a covarde capitulação da Igreja Anglicana, foi relativamente fácil infectar as mentes e corações de milhões de pessoas na Grã-Bretanha com esse falso ensino e, por meio do longo alcance do Império, o mundo inteiro.

Está na moda hoje acusar os ateístas e outros do mesmo tipo pela corrupção do Cristianismo, mas isto realmente não é o caso. Eles têm um papel, é claro, mas a culpa principal deve ser atribuída aos pregadores e pastores que não creem mais na Palavra de Deus. Tivesse o clero anglicano no século 19 sido constituído por um grupo piedoso de cristãos verdadeiros — em vez de céticos que queriam a vida mansa, que frequentavam sessões espíritas e lojas maçônicas, então o falso ensino da elite luciferiana poderia ter sido neutralizado sem muita dificuldade.

Exatamente o mesmo fenômeno esteve em operação nos EUA no século 20, onde os maiores inimigos da Palavra de Deus foram — e ainda são — os milhares de ministros episcopais, presbiterianos, batistas, pentecostais e evangélicos que têm consistentemente se recusado a tomar uma posição contra as forças tenebrosas do aborto, divórcio, adultério, pornografia, perversões sexuais, pseudociências, Maçonaria, Nova Era, ensinos ocultistas e duplos padrões de todos os tipos. Muitos deles são eles mesmos maçons (luciferianos no armário) e são até mais mundanos em sua conduta e cosmovisão do que seus mal-orientados paroquianos.

A Evolução Como uma Justificativa para o Racismo e a Eugenia

A Evolução é uma filosofia falsa e irracional que apresenta uma ameaça muito grave para o bem-estar da sociedade. Ela descreve a vida humana como apenas um dos muitos acidentes em uma longa série de acidentes biológicos, de modo que barateia a humanidade em um nível inimaginável. O homicídio não tem importância se a vida humana não tem significado, exceto em termos zoológicos. Assim, o assassinato de uma criança no útero materno pode ser justificado com base em que ela é meramente uma parte não desenvolvida do corpo da mulher. A indústria moderna do aborto prospera com base nessa mentira horrível.

Essa ciência fraudulenta tem também exercido um grande papel em promover a filosofia moderna da Eugenia. Embora as ideias de eugenia tinham há muito sido visíveis em várias correntes da filosofia empirística britânica, a aplicação delas deu um enorme passo à frente com o Primeiro Congresso Eugenista Internacional, em Londres, em 1912, que foi liderado por Leonard Darwin, filho do racista Charles Darwin. Isto foi correspondido por desenvolvimentos similares em outros países, notavelmente EUA e Alemanha. A eugenia está baseada no princípio que o gene humano pode ser melhorado e que, tanto quanto possível, os genes inferiores não devem receber a permissão de se reproduzir. Essa crença permeia a mentalidade da elite extremamente rica que controla hoje com mãos de ferro as questões internacionais.

A Elite está convencida que, sem regulamentação rígida, a população mundial crescerá até ao ponto em que a própria sobrevivência da humanidade ficará ameaçada. Na visão deles, a reprodução precisa ser colocada sob controle muito antes que a humanidade atinja esse ponto. Para isto, eles raciocinam, um código reprodutivo rígido precisa ser imposto em escala global. Além disso, para que esse código seja implementado de forma eficaz, um sistema de governo mundial precisa ser estabelecido e o sistema atual de nações soberanas precisa ser abolido. O mundo precisa ser governado somente por aqueles que nasceram para governar. Quanto maior a demora em criar um governo mundial socialista, mais extrema a solução terá de ser. As etnias humanas inferiores estão se reproduzindo exponencialmente e isso precisa ser interrompido. Se a esterilização dissimulada, por meio da vacinação em massa, dos rastros químicos na atmosfera e de outros programas similares não funcionar, então métodos mais diretos de redução populacional drástica terão de ser introduzidos.

Se isto parece profundamente improvável, pense novamente. Lembre-se que a Elite acredita na sobrevivência dos mais aptos. Na percepção distorcida deles, os fortes não estão apenas moralmente justificados, mas estão moralmente obrigados a eliminarem os fracos. Pode pode parecer cruel, mas é uma lei natural. Existem horas quando os fortes precisam agir decisivamente em busca de seus melhores interesses, quando precisam colocar de lado o sentimentalismo e fazer aquilo que precisa ser feito. Se milhões precisarem morrer para que a excelência genética dos mais fortes possa sobreviver e prosperar, então que assim seja. Alguns dos mais respeitados intelectuais na sociedade britânica no século passado foram proponentes declarados dessa visão. Considere, por exemplo, os seguintes comentários de H. G. Wells:

“E para o restante, aquelas multidões de gente negra, marrom, branca suja e amarela, que não entram nas novas necessidades da eficiência? Bem, o mundo é um mundo, não uma instituição de caridade, e aceito a ideia que eles terão de partir. Em todo o sentido e significado do mundo, conforme eu o vejo, eles terão de partir. Como até aqui eles não conseguiram desenvolver personalidades sãs e distintivas para o grande mundo do futuro, a porção deles é morrer e desaparecer.” [H. G. Wells, Anticipations of the Reaction of Mechanical and Scientific Progress Upon Human Life and Thought, 1902 (pág. 317)].

Observe que esta opinião foi expressa em uma obra de Wells que não é de ficção. O racismo que está por trás dela é realmente assustador — nenhuma figura pública de grande destaque hoje se atreveria a expressar esse tipo de opinião. Mas, cem anos atrás, os globalistas eram mais abertos sobre suas intenções. Hoje, eles são muito mais cuidadosos ao apresentarem sua filosofia.

Entretanto, agora e naquele tempo, ocasionalmente um membro da elite revela um pouco mais do que deveria. Um desses foi Sir Julian Huxley, o primeiro diretor-geral da UNESCO:

“No momento, é provável que o efeito indireto da civilização seja disgênico em vez de eugênico; em qualquer caso, parece provável que o peso morto da estupidez genética, da fraqueza física, da instabilidade mental e da maior vulnerabilidade às doenças, que já existem nas espécies humanas, provarão ser um peso grande demais para que progresso real seja alcançado. Assim, embora seja verdade que qualquer política eugenista radical será por muitos anos política e psicologicamente impossível, é importante que a UNESCO garanta que o problema eugênico seja examinado com o máximo de cuidado, e que a mente do público seja informada das questões em risco para que muito daquilo que agora é inimaginável possa pelo menos se tornar imaginável…” [pág. 21].

“Ainda outro e bem diferente tipo de assunto fronteiriço é o da eugenia. Ele está na fronteira entre o científico e o não-científico, constantemente sob risco de se tornar uma pseudociência baseada em ideias políticas preconcebidas, ou em suposições de superioridade ou inferioridade racial ou das classes sociais. Todavia, é essencial que a eugenia seja trazida totalmente para dentro das fronteiras da ciência, pois como já indicado, no futuro não muito remoto o problema de aprimorar a qualidade geral dos seres humanos provavelmente se tornará urgente, e isso somente poderá ser realizado aplicando-se as descobertas de uma eugenia verdadeiramente científica.” [págs. 37-38; Sir Julian Huxley, UNESCO: Its Purpose and Its Philosophy (1948)]

Aqui, temos uma organização globalista — a UNESCO — promovendo a eugenia como uma solução científica para o “peso morto da estupidez genética”. Observe também que Huxley não está falando sobre a melhoria dos padrões de vida da humanidade, mas de “melhorar a qualidade média dos seres humanos”. Em outras palavras, ele quer usar a eugenia como um modo “urgente” de aprimorar a qualidade do banco genético humano.

Além disso, eles pretendem executar esse programa de purificação eugenista com uma total indiferença ao sofrimento de suas vítimas. Eis aqui como Bertrand Russell, há muito tempo reverenciado pela elite intelectual britânica, expressou sua insensível atitude globalista:

“Não pretendo dizer que o controle da natalidade seja o único modo para evitar o crescimento populacional. Existem outros, que, pode-se supor, os oponentes do controle da natalidade prefeririam. A guerra, como comentei momentos atrás, tem até aqui sido desapontadora neste sentido, mas talvez a guerra bacteriológica possa se mostrar mais eficaz. Se uma Peste Negra pudesse ser propagada pelo mundo uma vez a cada geração, os sobreviventes poderiam procriar livremente sem tornar o mundo cheio demais. Não haveria nada aqui que pudesse ofender as consciências dos devotos ou limitar as ambições dos nacionalistas. A situação pode ser de certo modo desagradável, mas e daí? As pessoas de mente elevada são indiferentes à felicidade, especialmente à felicidade dos outros. [Bertrand Russell, The Impact of Science on Society, 1953, págs. 103-104].

Obviamente, homens como Wells, Huxley e Russell precisam ser guiados em seu raciocínio, pelo menos em algum grau, por um modelo conceitual de pureza genética e excelência humana. Caso você ainda não tenha adivinhado, esse “modelo” de perfeição genética humana é o homem inglês de classe alta. Essa percepção permeou o Sistema de Poder britânico no século 19 e se propagou para os correspondentes anglo-saxão e teutônico nos EUA e em outros países europeus ocidentais. Ela estava fundamentada “cientificamente” nas obras de Charles Darwin, que consolidou a duradoura convicção britânica de sua superioridade racial em duas obras clássicas: A Origem das Espécies (1859) e The Descent of Man (1871). Nenhuma das duas obras é remotamente científica pelos padrões atuais, porém ambas tiveram o mérito de atacar o Cristianismo, promover o ateísmo e, mais importante de tudo, justificar as ambições imperiais britânicas.

Poucas pessoas hoje leem os textos originais, preferindo se basear nas repetição moderna das declarações das ideias de Darwin. Mas, vale a pena ir aos originais e verificar em primeira mão a profundidade do racismo em que essas ideias se baseiam. O seguinte é apenas uma amostra do racismo presente em The Descent of Man:

“Em algum período no futuro, não muito distante que possa ser medido em séculos, as raças civilizadas do homem quase que certamente exterminarão e substituirão as raças selvagens em todo o mundo. Ao mesmo tempo, os chimpanzés antropomorfos… sem dúvida serão exterminados. A ruptura entre o homem e seus aliados mais próximos será então mais ampla, pois ocorrerá entre o homem em um estado mais civilizado, como podemos esperar, mesmo que o caucasiano, e algum chimpanzé tão inferior quanto um babuíno, em vez de, como agora, entre o negro ou o aborígene australiano e o gorila.” [Charles Darwin,The Descent of Man and Selection in Relation to Sex, Londres, 1874 (pág. 178 da segunda edição; primeira edição publicada em 1871)].

Como a maioria dos intelectuais mais proeminentes do seu tempo, Darwin acreditava que os brancos europeus eventualmente “exterminariam” as “raças selvagens” do mundo. O extermínio dos negros faria o parente mais próximo do homem ser o macaco babuíno.

Se você tem dúvidas sobre a natureza radical do racismo em operação aqui, e do seu potencial genocida, apenas considere o seguinte:

“Se olharmos para o passado, para uma época extremamente remota, antes do homem ter chegado à dignidade humana, ele teria sido guiado mais por instinto e menos pela razão do que são os mais inferiores selvagens do tempo atual.” [pág. 52].

“Com alguns selvagens, porém, o pé não perdeu totalmente sua capacidade de se agarrar, como mostrado pela maneira deles de subir em árvores e de usá-los de outras formas.” [pág. 58].

“Julgando a partir dos hábitos dos selvagens e do grande número de Quadrumana [chimpanzé, macacos, etc.], o homem primitivo e até mesmo seus progenitores semelhantes ao chimpanzé, provavelmente viviam em sociedade.” [pág. 70].

“Com os selvagens, os fracos no corpo ou na mente são logo eliminados e aqueles que sobrevivem comumente exibem uma vigorosa condição física. Por outro lado, nós, homens civilizados, fazemos todo o possível para impedir o processo de eliminação; criamos sanatórios para os doentes mentais, hospitais para os mutilados e para os doentes; instituímos leis para beneficiar os pobres e nossos homens na medicina fazem todos os esforços possíveis para salvar a vida de qualquer um até o último momento. Existe razão para crer que a vacinação preservou milhares, que com sua constituição frágil teriam sucumbido à varíola. Assim, os membros fracos das sociedades civilizadas propagam seus genes. Ninguém que já tenha lidado com a reprodução de animais domésticos duvidará que isto é algo extremamente prejudicial à espécie humana. É surpreendente como rapidamente a necessidade de cuidados, ou cuidados direcionados de forma errônea, levam à degeneração de uma raça doméstica; mas excetuando o caso do próprio homem, dificilmente alguém é tão ignorante ao ponto de permitir que os piores animais se reproduzam.” [pág. 151-152].

“As nações ocidentais da Europa, que agora ultrapassam tão imensuravelmente seus antigos progenitores selvagens e que estão no ápice da civilização…” [pág. 160].

Os sentimentos expressos aqui por Darwin não poderiam ser mais claros. Permitir que essas raças “selvagens” se multipliquem é “altamente prejudicial à espécie humana”. Somente um gerente irresponsável de uma fazenda permitiria que os “piores animais se reproduzissem”. A implicação é clara — “os imensuravelmente superiores anglo-saxões” precisam tomar as medidas necessárias para garantir que esta pavorosa situação não possa continuar.

O livro The Descent of Man está repleto de declarações que retratam os negros e as “raças selvagens” como degenerados, tendo mais em comum com os animais do que com o homem anglo-saxão. Eis aqui como ele descreve uma espécie de macaco:

“Em alguns macacos, a barba está restrita aos machos, como no orangotango; ou é muito maior no macho do que na fêmea, como no Mycetes caraya e no Pithecia satanas. (fig. 68).

“A semelhança do Pithecia satanas com seu pelo negro, globos oculares brancos e o cabelo dividido na cabeça, com um negro em miniatura é quase risível.” [pág. 607 e 690].

Lamento ter incluído este exemplo de propaganda darwiniana de mau gosto, mas ela ilustra perfeitamente a profunda veia do racismo que permeia o ateísmo britânico. Além disso, ela mostra que esse racismo é do tipo mais extremo e poderá levar a resultados injuriosos aos outros grupos étnicos, incluindo os programas de purificação eugenista. Este é exatamente o mesmo tipo de racismo extremo que fundamenta a visão globalista que somente um grupo de elite de intelectuais brancos europeus deve governar o mundo e que as etnias humanas inferiores devem ser exterminadas.

Estas ideias depravadas há muito tempo se estabeleceram nos círculos do Sistema de Poder britânico, e foram ensinadas — normalmente de forma dissimulada — nas principais universidades britânicas, como Oxford, Cambridge e na Escola de Economia de Londres. Elas foram, por sua vez, transmitidas para os centros mais influentes de aprendizado nos EUA, incluindo as Universidades de Harvard, Princeton e Yale, bem como para as principais universidades alemãs, como Heidelberg, Freiburg e Leipzig. O programa de eugenia nazista, que foi financiado e incentivado pelos globalistas, cresceu diretamente a partir desta escola de pensamento.

Os globalistas reconhecem que muitos brancos europeus resistirão à Nova Ordem Internacional e ao seu programa de limpeza étnica. H. G. Wells deixa bem claro que esse tipo de resistência será tratada de forma sumária e os “descontentes” serão eliminados:

“… quando a luta parecer caminhar definitivamente rumo a uma democracia social mundial, ainda poderão haver grandes atrasos e desapontamentos antes que ela se torne um sistema mundial eficiente e beneficente. Um número incontável de pessoas… odiará a nova ordem mundial… e morrerá protestando contra ela. Quando tentarmos avaliar sua promessa, teremos de nos lembrar das angústias de uma geração ou mais de descontentes, muitos dos quais serão pessoas galantes e de aspecto gracioso.” [H. G. Wells, The New World Order (1939)].

A Evolução Como uma Mistura de Ciência e Magia

Embora os responsáveis por conceberem a fraudulenta Teoria da Evolução, bem como por impor o falso princípio do uniformitarianismo na Geologia, tivessem rejeitado o Deus da Criação, eles definitivamente não eram ateístas. Eles simplesmente adoravam a um deus diferente. Esse era o deus dos rosa-cruzes, maçons, deístas, unitarianos e as muitas ramificações da filosofia ocultista que surgiu em toda a Europa após a queda de Constantinopla em 1453. Por exemplo, é bem conhecido que Isaac Newton, que morreu em 1727, deixou um volume maior de especulações alquímicas e teológicas do que escritos científicos convencionais. Ele tomou cuidado durante toda sua vida para esconder o fato que ele era um deísta e não um cristão. Mas, existem muitos outros como ele. Todos tinham algo em comum — rejeitavam profundamente a deidade de Cristo. Provas copiosas disso podem ser encontradas nos trabalhos mais respeitáveis da literatura maçônica, como as de Albert Pike e Manly Plamer Hall. Um trabalho moderno prontamente disponível — The Invisible College, de Robert Lomas (2002) — dá ampla evidência que a Sociedade Real, que lançou os fundamentos para o ceticismo antibíblico, foi formada em 1660 por uma cabala de maçons para esse propósito exato. O professor Michael Ruse, que descreve a si mesmo como “um evolucionista ardoroso”, fez uma admissão muito franca com relação a isso quando declarou:

“A Evolução é promovida por seus praticantes como mais do que mera ciência. A Evolução é promulgada como uma ideologia, uma religião secular — um alternativa completa ao Cristianismo, com significado e moralidade. Sou um ardoroso evolucionista e um ex-cristão, mas preciso admitir que nesta reclamação… os literalistas estão absolutamente corretos. A Evolução é uma religião. Isto foi verdade sobre a Evolução no início e ainda é verdadeiro hoje. [“How Evolution Became a Religion”, National Post, 13 de maio de 2000].

Sem dúvida, muitos que acreditam na Evolução hoje não pensam nesses termos, mas foram mesmo assim induzidos em um ramo das antigas religiões pagãs. Embora eles possam não aceitar o deus da Maçonaria, o assim chamado Grande Arquiteto do Universo, eles sucumbiram aos encantamentos de um membro importante de seu panteão, a deusa conhecida como Destino.

Como os filósofos pagãos da Grécia e de Roma, o evolucionista moderno é escravo da antiga crença metafísica que os eventos aparentemente acidentais fortuítos são controlados por forças que não são físicas e que estão além da nossa compreensão. Com tempo suficiente, os processos aleatórios eventualmente produzirão um novo tipo de ordem que nunca poderia ter sido predita. Para o xamã, isto é magia; para o pagão é o destino; para o hindu é o prana; para o maçom é a ordem a partir do caos — e para o biólogo moderno é a Evolução. Em resumo, eles acreditam que uma inteligência invisível e intangível permeia o universo e o mantém funcionando de uma forma ordeira.

Os antigos romanos podiam escolher qual dentre seus deuses eles iriam honrar e adorar, mas praticamente todos incluíam a deusa Fortuna em seu panteão pessoal. Ela até aparecia na efígie de algumas moedas romanas e está associada com a Roda da Fortuna medieval, que incorpora elementos tanto do calendário ocultista anual quanto do zodíaco da astrologia. Honrando essa deusa, o grosso da sociedade romana esperava garantir um pouco mais de boa fortuna do que seu destino determinava. Toda sociedade em cada civilização adorou essa deusa. Até mesmo os materialistas endurecidos estão normalmente ansiosos para se manterem à direita da Senhora Sorte.

É possível ver como o respeito por essa deusa, ou principado, está em operação nas mentes dos evolucionistas. Um processo material opera em um modo completamente previsível e mecânico durante as eras do tempo quando subitamente, a Senhora Sorte intervém e aquilo se move para um nível mais alto de ordem e complexidade. Os elementos químicos sem vida, aquecidos pelo sol produzem uma proteína, depois uma enzima, depois uma longa sequência de DNA que — com até mais sorte — se transforma em uma célula vida. A Evolução é formada por 999 partes de ciência e uma parte de magia. Como a parte mágica é tão pequena, ela pode ser escondida nas eras do tempo e ser esquecida. A maioria dos evolucionistas nem mesmo percebe que acredita em magia, que em algum ponto ao longo do caminho, ao longo de milhões de anos, algo mágico acontece — e dura apenas um segundo — mas uma nova sequência de DNA é produzida.

Para seu crédito, Lewontin e seu amigo, Stephen Gould – outro santo canonizado da Evolução — reconheceram que o paradigma tradicional evolucionário, por meio do qual as espécies evoluíram ao longo de milhões de anos com a acumulação de minúsculas mudanças benéficas, estava fundamentalmente errado. Se uma espécie evoluiu dessa maneira, então haveria dezenas de estágios intermediários no registro fóssil. Mas, não havia um único sequer. Em vez disso, eles propuseram o súbito aparecimento de uma nova espécie, com todas as mutações necessárias ocorrendo em uma estrutura de tempo relativamente curta.

Nesse paradigma, as mudanças requeridas ocorreriam tão rapidamente, por referência ao tempo geológico, que não haveria oportunidade para o registro fóssil capturar e reter evidências de um estágio intermediário. Esse novo paradigma proposto — que recebeu o nome sofisticado de Equilíbrio Pontuado — foi uma dádiva para os críticos da Teoria Evolucionária, pois colocou uma luz embaraçosamente brilhante sobre o componente mágico e não declarado que sempre tinha sido central nesta filosofia ocultista. No modelo de Gould-Lewontin, toda a mágica está comprimida em uma estrutura de tempo muito curta, onde centenas de mutações profundamente impossíveis ocorrem uma após a outra em rápida sucessão. Praticamente não é necessário dizer que a maioria dos evolucionistas tradicionais rejeita esse modelo como ridículo, mas eles também deixam de ver que seu próprio modelo é igualmente dependente da Senhora Sorte. Pensamento mágico é pensamento mágico, independente do como alguém tente disfarçá-lo.

Uma Avertência aos Cristãos

Na Bíblia, os israelistas foram repreendidos por adorarem as deidades Fortuna e Destino:

“Mas a vós, os que vos apartais do SENHOR, os que vos esqueceis do meu santo monte, os que preparais uma mesa para a Fortuna, e que misturais a bebida para o Destino. Também vos destinareis à espada, e todos vos encurvareis à matança; porquanto chamei, e não respondestes; falei, e não ouvistes; mas fizestes o que era mau aos meus olhos, e escolhestes aquilo em que não tinha prazer.” [Isaías 65:11-12].

Devemos encarar essa advertência com muita seriedade. O reconhecimento da sorte, ou destino, de qualquer maneira que seja, é pura idolatria e, como tal, é profundamente ofensiva ao nosso Criador, o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. É impossível para um cristão aderir a essas crenças e ainda permanecer em um relacionamento correto com o Senhor. É por isto que Satanás e suas hordas de anjos caídos gostam de levar os cristãos a acreditarem que a fortuna e o destino têm um papel — por menor que seja — em suas vidas diárias. Embora isso seja normal para os pagãos, maçons e outros luciferianos respeitarem e honrarem essas supostas deidades, todo cristão verdadeiro deve desprezá-las e rejeitá-las. Faremos bem em refletir sobre outra advertência feita pelo Senhor:

“Contudo vós me deixastes a mim, e servistes a outros deuses; pelo que não vos livrarei mais. Ide, e clamai aos deuses que escolhestes; que eles vos livrem no tempo do vosso aperto.” [Juízes 10:13-14].

Isto é aplicável diretamente a todos os cristãos hoje que acreditam em alguma forma de Projeto Inteligente ou criação contínua. Ou a pessoa aceita a absoluta soberania de Deus e Seu relato da Criação dado no Gênesis — iniciado a partir do nada e completado em seis dias de 24 horas cada — ou não. Tornar o papel de Deus na Criação condicional de algum modo nos processos materiais, por mais “inteligentes” que eles possam ser, é pura idolatria. Que ninguém tenha dúvidas sobre isto. Destino, sorte, magia, prana, evolução e todo o resto são truques que Satanás está usando para enganar e destruir suas vítimas.

Cegando a Oposição com a “Ciência”

Sempre que os evolucionistas são colocados sob a luz dos holofotes, eles geralmente apontam para a mais nova pesquisa como prova que avanços significativos ainda estão sendo feitos. Esta pode ser uma estratégia muito eficiente, pois virtualmente ninguém se mantém atualizado com as “pesquisas” evolucionárias recentes, exceto os evolucionistas ardorosos. Publicando continuamente novas “pesquisas” e propondo ou desenvolvendo novas metodologias experimentais, técnicas multidisciplinares, etc., eles tornam virtualmente impossível para qualquer um contestar a absurdidade de suas afirmações de uma maneira que os evolucionistas achariam aceitável. Ou você joga de acordo com o modo como eles querem, ou não joga de forma alguma. É assim que as seitas operam. Aqueles que já estão dentro, que já têm a “verdade” são impérvidos à razão. Qualquer argumento que possa refutar as asserções deles é virado de cabeça para baixo e tomado como prova adicional do quão resiliente a teoria deles realmente é. Além disso, como a admissibilidade da evidência é determinada pela teoria deles, há pouco sentido em tentar apresentar para eles fatos não palatáveis.

Os evolucionistas são efetivamente imunes aos argumentos do mundo real. A possibilidade que a própria Evolução possa ser profundamente falsa não chega sequer a ser cogitada. De fato, em alguns casos, a desconsideração deles pelo mundo real é tão grande que eles sentem evidente prazer em rejeitar a gloriosa variedade de espécies como nada mais que um espetáculo sem significado.

A Evolução é totalmente impossível, pois mutações deletérias sempre se acumulariam milhares, talvez milhões de vezes mais rápido do que as mutações supostamente benéficas. Sempre. Nem uma única espécie na Terra está evoluindo. Na verdade, elas estão “retrocedendo”, perdendo gradualmente sua integridade genética em graus imperceptíveis. A cada geração, aproximadamente, algumas mutações mais deletérias entram no banco genético de cada espécie. A Segunda Lei da Termodinâmica sempre garantirá que isso aconteça. O alto nível de ordem codificada no DNA de cada espécie progressivamente perderá minúsculas quantias de seu conteúdo em informações com o passar do tempo. Se não houver reação contrária, esse processo universal eventualmente levará à erradicação de toda a vida na Terra.

Por que os evolucionistas não veem isto? Embora se possa apontar para o ambiente sectário em que eles vivem, bem como o peso da doutrinação à qual estiveram expostos desde a infância, há uma razão adicional. Eles foram treinados a coletar e analisar novos dados de forma contínua, a realizar mais e mais pesquisas, o que. por sua vez, fornece uma abrangência infindável para a especulação, teorizações e conjeturas. Eles estão seduzidos — e cegados — pela possibilidade que a prova arrasadora da Evolução, que eles buscam há tanto tempo, está para ser encontrada em breve.

A ciência moderna da Genética está abrindo um mundo inteiro de dados, um mundo que os evolucionistas estão determinados a explorar. A análise comparativa dos genomas será usado para fazer todos os tipos de afirmações espúrias e irrefutáveis para apoiar a Evolução. Além disso, a natureza especializada do assunto garantirá que apenas os especialistas — os evolucionistas, é claro — é que terão o direito de opinar.

Fraudes, Enganações e Mentiras Evolucionárias

Após o exame dos muitos dos erros, anomalias e contradições na Teoria da Evolução, parece apropriado citar agora alguns exemplos de fraude explícita. A própria “ciência” é tão deficiente em evidências sólidas que, de tempos em tempos, alguns de seus proponentes mais extremistas recorrem à enganação descarada para confirmar sua veracidade. Aqui estão apenas alguns dos muitos exemplos documentados:

• O Homem de Java

O paleontologista holandês Eugene Dubois descobriu resíduos fossilizados de um fragmento craniano, um fêmur e alguns dentes em Java, em 1891, e prontamente declarou que eles pertenciam a um hominídio primitivo, que chamou de Pithencanthropus erectus. Essa descoberta provou ser imensamente influente e foi inserida nos livros-texto de ciências desde então. Mas, durante trinta anos, Dubois negligenciou e deixou de informar o público que ele também encontrara dois esqueletos humanos perto do mesmo local do “Homem de Java”. Qualquer interpretação realista dos dados levaria à conclusão que o fêmur era de fato humano, exatamente como os dois crânios, mas que o fragmento craniano era de um macaco. Retendo as informações sobre os dois crânios, Dubois estava praticando uma simples e bem-conhecida fraude.

Observe também a credulidade dos cientistas que estavam preparados para aceitar como definitiva a tênue “evidência” apresentada por Dubois. Quem examina os obscuros anais da Paleontologia, descobre rapidamente que o realismo e o senso comum são muitas vezes colocados de lado, no ímpeto obsessivo de provar que o homem evoluiu a partir de um macaco. Não importa o quão triviais ou patéticas sejam as evidências, desde que sejam suficientemente obscuras para enganar o público.

• O Homem de Piltdown

Quando os resíduos fossilizados de uma caveira e de uma mandíbula foram encontrados em uma escavação em Piltdown, na região sul da Inglaterra, em 1912, muitos dos principais paleoantropologistas do mundo saudaram a descoberta como evidência de uma nova espécie do hominídeo primitivo, o elo ausente que há muito tempo era procurado entre o macaco e o homem moderno. Somente em 1953 é que o fóssil de Piltdown foi exposto como uma invenção, que combinou a caveira de um homem moderno com a mandíbula inferior de um orangotango. Em resumo, uma fraude deliberada. Os dentes tinham sido dispostos lado a lado e os ossos descoloridos de forma a se aproximarem daquilo que os evolucionistas esperavam encontrar. Isto deveria ter alertado o mundo todo sobre a falta de cuidado e a ingenuidade da comunidade paleontologista como um todo, e para a desonestidade clara de um núcleo dela, mas os livros-textos e as revistas científicas preferiram explicar o incidente como um episódio infeliz e isolado.

Normalmente, a comunidade científica se refere ao incidente de Piltdown como uma fraude, como se tivesse sido algo fundamentalmente inofensivo. Mas, ele não foi apenas uma fraude, foi um crime. A indisposição continuada da comunidade evolucionista de descrever a fraude de Piltdown como um crime e não apenas como uma simples fraude, indica a contemporização, preconceito e duplicidade que ainda infecta os membros dessa comunidade.

• O Homem de Nebraska

Em 1922, um evolucionista (e eugenista) de destaque, Henry Osborn, declarou que um dente de fóssil encontrado cinco anos antes no estado americano de Nebraska era prova conclusiva de espécies até então desconhecidas de hominídeos. O Homem de Nebraska, como ele ficou conhecido, foi citado nos livros-texto como evidência da Evolução e de que a humanidade tem sua orígem no macaco. Algumas publicações até mesmo reproduziram uma ilustração criada por um artista de qual seria o aspecto desse homem. Entretanto, nem todos os cientistas ficaram convencidos e se tornou claro após alguns anos que Osborn e seus apoiadores estavam grandemente enganados.

O dente era na verdade de uma espécie extinta de porco. Sim, um porco. Esse triste episódio destacou novamente a disposição de um grande segmento da comunidade científica de acreditar em afirmações apetitosas, porém baseadas em “evidências” ridiculamente triviais — neste caso o dente de um porco. Essa tendência nunca diminuiu e os paleontologistas continuam desavergonhadamente a proclamar descobertas e avanços que não têm validade científica. Mas, como o trabalho deles é revisado por seus próprios pares — que possuem a mesma atitude elástica para o rigor científico — ele nunca é colocado seriamente em questão.

• Os Diagramas dos Embriões, de Haeckel

Dubois, o criador do Homem de Java, era discípulo do “grande” Ernest Haeckel, um professor alemão muito influente da Universidade de Jena. Haeckel tinha publicado uma série de gravuras em 1866 mostrando o desenvolvimento embrionário de diversas espécies. O propósito dos diagramas era mostrar que o ciclo de desenvolvimento no útero refletia (ou “recapitulava”) os mesmos estágios pelos quais uma espécie passou durante o longo processo de sua evolução.

Os Diagramas de Haeckel se transformaram em um dos maiores instrumentos de propaganda na história. Quase que imediatamente, eles pareciam fornecer evidências irrefutáveis que a Evolução era verdadeira. Estudantes universitários na Europa e nas Américas se convertiam aos milhares vendo os sedutores diagramas.

O problema com os diagramas é que eles eram uma total fabricação. Começando com imagens legítimas dos embriões de diferentes espécies, Haeckel fez uma série de ajustes para torná-los mais similares uns com os outros. Ele misturou embriões, removeu ou acrescentou partes, mudou o tamanho relativo de diversos aspectos, identificou outros incorretamente, e distorceu de várias formas as evidências até que obteve os resultados que desejava. Lembre-se que tudo isto foi realizado em um tempo em que a ciência da Embriologia Comparada era pouco compreendida. Haecke sabia que apenas alguns poucos acadêmicos na Europa e nos EUA poderiam contestar suas afirmações, mas que, dado o prestígio da Universidade de Jena, isto era altamente improvável.

Entretanto, alguém abriu a boca e contestou. O professor Ludwig Rutimeyer, da Universidade de Basileia, demonstrou para as autoridades de Jena, em 1868, que os diagramas eram “um pecado contra a verdade científica”. Por exemplo, ele pôde mostrar que Haeckel usara o mesmo desenho para ilustrar os embriões de três espécies diferentes. Haeckel foi forçado a admitir que seus desenhos continham incorreções, mas incrivelmente, foi mantido em seu cargo. Além disso, sua retratação recebeu tão pouca divulgação que a fraude toda foi exposta novamente alguns anos mais tarde, em 1874, pelo professor Wilhelm His, da Universidade de Leipzig. Ele declarou que Haeckel tinha praticado “fraude evidente” e “que tinha excluído a si mesmo de qualquer pesquisa científica séria”.

Alguém poderia pensar que Haeckel e seu diagrama fraudulento tivessem sido vilificados dali para frente pela comunidade científica. Mas, isto nunca aconteceu — o que é um escândalo em si mesmo. Em vez de rejeitarem a fraude cometida por Haeckel, os evolucionistas continuaram a usar seus diagramas como se fossem autênticos. Eles já foram reproduzidos em inúmeros livros-texto em todo o século 20 e ainda estão em uso hoje.

• A Monera de Haeckel

Como muitos dos primeiros evolucionistas, Haeckel era panteísta e racista. Ele nutria uma profunda aversão à verdade bíblica e queria que o povo alemão adorasse a deusa Vênus. Ele era favorável à eliminação das crianças fracas e deformadas por meio do aborto e do infanticídio, à esterilização em massa de milhões de pessoas “inferiores” e à introdução de um programa nacional de eutanásia para aplicar um “envenenamento rápido e indolor” em milhares de “incuráveis”.

Haeckel também tinha sua própria versão do truque da Célula Simples. Ele alegava que uma substância gelatinosa primitiva nas profundezas dos oceanos, carregada com microorganismos até aqui desconhecidos, que ele chamou de monera, funcionava como um tipo de mecanismo universal para transformar ingredientes inorgânicos em células vivas. Embora ele não tivesse evidência alguma para sua teoria da monera, sua reputação era tal que ela foi aceita por muitos cientistas em toda a Europa como um fato estabelecido.

O evolucionista inglês T. H. Huxley descobriu aquilo que ele acreditava ser evidência da monera em amostras de lodo dragado do fundo do oceano Atlântico, e até nomeou a nova “espécie” como Bathybius haeckelii. Entretanto, alguns anos mais tarde, um químico do navio descobriu que o álcool usado para preservar as amostras de lodo podia produzir um amorfo precipitado, que Huxley tinha erroneamente considerado como evidência de vida orgânica. Se essa notícia hilariante não tivesse sido suprimida, o escândalo que provocaria teria destruído as reputações de muitos importantes cientistas em toda a Europa.

Huxley era um manipulador ambicioso. Ele formou um grupo de cientistas proeminentes que exerceu uma extraordinária influência sobre o sistema científico britânico no período de 1865-1890. Conhecido como Clube X, o grupo definia a agenda e decidia as prioridades das instituições de liderança, como a Sociedade Real e a Associação Britânica para o Progresso da Ciência. O grupo dele também indicava colegas evolucionistas para os cargos de direção em outras instituições, garantindo assim que o sistema científico britânico continuasse a ser dominado por indivíduos que compartilhassem o desprezo pela verdade bíblica.

Em sua biografia de Charles Darwin, os autores Adrian Desmond e James Moore descreveram apropriadamente o clube como “um tipo de loja maçônica darwiniana”. Aparentemente eles não chamavam a si mesmos de Clube X porque não tivessem objetivos claramente definidos — é óbvio que tinham — mas porque não queriam que o público reconhecesse a determinação deles em “profissionalizar” a ciência, eliminando todas as referências a um Criador e colocando no lugar aquilo que os autores Desmond e Moore chamaram de “um sacerdócio intelectual”.

Clubes similares existiam também nos EUA e na França. Esse tipo de manipulação continua até hoje, não apenas na Grã-Bretanha, mas em toda a Europa e nos EUA, garantindo assim que teorias com motivações políticas, como a Evolução, a Grande Explosão, Inteligência Extraterrestre e Aquecimento Global recebam fachada científica, amplo financiamento para pesquisa e sejam usadas para fins de propaganda.

Poderíamos apresentar muitos outros exemplos. Tomados coletivamente, eles retratam uma disciplina dirigida pela irracionalidade, auto-engano, interesses velados, práticas científicas descuidadas e uma extraordinária desconsideração pelos padrões mínimos de integridade científica. Considere apenas o seguinte:

  • Por que os evolucionistas continuam a afirmar que a existência de uma versão com penas do Archaeopteryx, o suposto elo perdido entre os répteis e os pássaros, foi confirmado pelas evidências fósseis, quando já ficou comprovado que o único exemplar do fóssil foi uma falsificação criada pelo homem?

  • Por que os evolucionistas continuam a afirmar que as diferentes “espécies” de um determinado passarinho das remotas Ilhas Galápagos são prova da Evolução, quando são apenas variedades de um genoma comum, exatamente como as raças caninas?

  • Por que os evolucionistas continuam a promover a mariposa apimentada como prova de uma evolução, quando se sabe há muito tempo que o mesmo genoma é capaz de produzir toda a variação observada?

  • Por que os evolucionistas continuam a afirmar que a mosca-da-fruta com quatro asas, que foi desenvolvida por meio de mutação genética artificial em laboratório é uma nova espécie, e não uma versão geneticamente danificada da original?

  • Por que os evolucionistas continuam a proclamar o assim chamado “Diagrama do Cavalo” como evidência da Evolução quando muitos de seus próprios colegas o rejeitam como uma mera hipótese, pois até mesmo ohyrax (um animal parecido com o coelho, que ainda é encontrado hoje na África) é retratado como uma espécie extinta de cavalo? (Novamente, preciso lembrar os leitores que não estou inventando tudo isto.)

  • Por que a categoria de fóssil conhecida como Australopithecus afarens ainda está sendo anunciada como um elo perdido se já foi demonstrado há muito tempo que o exemplar melhor conhecido (“Lucy”) — uma pequena coleção de ossos sem descrição — era simplesmente um macaco sem qualquer capacidade de andar como um bípede?

  • Por que os evolucionistas ainda se referem à existência do assim chamado órgãos vestigiais como evidências de Evolução se tantos de seus melhores exemplos — as amígdalas, as glândulas pineal e pituitária — e o assim chamado DNA “descartável” são há muito tempo conhecidos como trapaças científicas dos piores tipos?

  • Por que os evolucionistas ainda tentam defender a opinião que as bactérias desenvolvem resistência aos antibióticos por meio de um processo de Evolução, se é bem conhecido que essa resistência já está presente em uma porcentagem mínima da população hospedeira e que a morte em massa de suas companheiras simplesmente permite que esse minúsculo remanescente floresça?
  • Por que os evolucionistas ainda falam sobre a existência de genes similares entre as espécies como evidência de um antepassado comum, se é bem conhecido que nenhum relacionamento causal ou de desenvolvimento de qualquer tipo já foi demonstrado? A mesma sequência de informações incorporada em duas sequências maiores pode realizar funções drasticamente diferentes em cada caso. Por exemplo, a sequência numérica 123 tem funções totalmente diferentes nos números 123456789 e 987654123. Esta é mais uma das muitas ideias estúpidas que passam por evidência no mundo maluco da Evolução.

  • Por que os evolucionistas continuam a retratar a “co-evolução” ou co-dependência entre as espécies como prova da Evolução se, na realidade, ela somente serve para destacar que o conceito da Evolução é realmente sem sentido? Por exemplo, certa espécie de planta somente pode ser polinizada por certa espécie de pássaro, que por sua vez é totalmente dependente daquela planta para obter seu alimento. Nenhuma das duas espécies pode existir sem a outra. Que esse tipo de acordo possa ter aparecido de forma acidental é bilhões de vezes mais improvável que a “Evolução” de qualquer uma das duas espécies separadamente. Mas, no mundo maluco da Evolução, quanto mais improvável for uma possibilidade, mais ela é considerada válida.

Algumas Palavras Sobre a Datação Radiométrica

Não podemos concluir nossa análise sem dizer primeiro algumas palavras sobre a datação radiométrica. Provavelmente, é justo dizer que, para a maioria das pessoas, até mesmo aquelas que não acreditam na Teoria da Evolução, a datação radiométrica fornece prova convincente que a Terra tem centenas de milhões de anos de idade.

A datação radiométrica está baseada no fato que, como o material radioativo em uma rocha decai ao longo de um período muito extenso de tempo, ele deixa como rastro um material residual, por exemplo, quando o potássio-40 se desintegra em argônio-40, ou quando o rubídio-87 se desintegra em estrôncio-87. A quantidade desse material, que pode ser determinada de forma bem precisa por análise química, é, por sua vez, uma medida exata da quantidade total de deterioração que ocorreu. Como a velocidade da deterioração para cada radioisótopo já é conhecida, este parece certamente ser um modo muito promissor de determinar o tempo total transcorrido desde que o processo de deterioração teve início.

Infelizmente, existem sérios problemas com esta abordagem. Ela assume que a velocidade da deterioração radioativa é constante ao longo de milhões de anos — algo que nunca foi provado. Ela também assume que a quantidade original do resíduo marcador na amostra era zero — não existe um modo de saber isto. Além disso, ela assume que nenhum outro processo, químico ou não, ocorreu que pudesse ter afetado a quantidade do resíduo marcador na amostra. Novamente, não há como saber isto.

Até mesmo cientistas seculares admitem que existem sérios problemas com a datação radiométrica. Como o evolucionsta Dr. William Stansfield afirmou:

“É óbvio que as técnicas radiométricas podem não ser os métodos de datação absolutos que afirmam ser. As estimativas de idade em um determinado estrato geológico, medidos por diferentes métodos radiométricos são frequentemente diferentes (às vezes em centenas de milhões de anos). Não existe absolutamente um ‘relógio’ radiológico confiável de longo prazo.” [The Science of Evolution, Macmillan, Nova York, 1977].

Observe que as estimativas de idade podem algumas vezes diferir em até centenas de milhões de anos!

Outro fator crucial, que até mesmo os cristãos parecem negligenciar, é que o mundo ao tempo da Criação, teria parecido muito mais velho do que realmente era. Se medições radiométricas tivessem sido feitas naqueles primeiros dias, elas provavelmente teriam mostrado que as amostras de rocha tinham dezenas, talvez centenas de milhões de anos de idade.

Portanto, o Que Realmente Está Acontecendo?

A assim chamada Ciência da Evolução contradiz muitas leis científicas conhecidas, trata os fatos de forma desonesta, é dominada por figuras que sufocam a divergência e ridicularizam seus críticos, não oferece uma base cientificamente válida para testar suas teorias, esteve marcada desde o início por fraudes e enganações, nunca admite seus erros, nunca produziu uma única evidência irrefutável para provar suas afirmações, possui a contradição de imensas lacunas no registro fóssil, sofre com lutas internas e discórdias entre seus aderentes, nunca foi observada (até mesmo em laboratório, sob condições cuidadosamente controladas), e se propõe a explicar a extraordinária complexidade do mundo natural com base unicamente em uma quase infindável série de acidentes fortuítos (nem um dos quais já foi observado). E ainda tem a audácia de querer ser chamada de ciência!

Já deve ser óbvio agora para todos, exceto os mais obtusos leitores, que a Evolução não é uma ciência, mas uma fraude. Ela tem um único propósito, que é o de desacreditar o relato bíblico da Criação e elevar os conceitos ateístas do caos e da aleatoriedade até o nível de princípios de ordem universal. Ela tenta substituir o Deus bíblico da Criação por deidades pagãs, como Fortuna e Destino, ou o Grande Arquiteto, da Maçonaria, ou pela loucura niilista dos humanistas que têm ódio de Cristo.

A Evolução fornece uma justificativa pseudo-moral para o aborto, infanticídio, eutanásia, limpeza étnica e o controle e exploração da humanidade por uma elite arrogante que se coloca na posição de comando. A Evolução fornece uma base para a substituição de práticas sociais “fora de moda”, como o casamento, a monogamia, a família, a fidelidade conjugal, a heterossexualidade, a comunidade e a nação, por modelos mais “eficientes” de organização social.

Os evolucionistas acham que, substituindo a evidência pela inferência, a causalidade pela credulidade, e a lógica pela mágica, eles possam atender aos padrões exatos da verdadeira ciência. Mas, não podem. A Evolução não é nada mais do que uma trapaça muito bem montada.

Além disso, fazendo a ciência genuína parecer moralmente neutra, a Evolução abre a porta para a experimentação genética e o transhumanismo — que procuram “aprimorar” o genoma humano e os alimentos, fundir o DNA humano com o dos animais e criar híbridos homem-máquina. Em resumo: ela permite que o homem faça praticamente tudo o que desejar.

A Evolução é promovida por pagãos e praticantes de ocultismo muito ricos que têm vastos recursos financeiros à sua disposição. Eles fazem isso por meio do controle que exercem sobre o currículo escolar, usando o poder de escolher quem ocupará as cadeiras nas universidades, por meio das editoras mais influentes que são de sua propriedade, por meio da concessão de bolsas acadêmicas para fazer avançar a causa da Evolução, por meio da criação de filmes e documentários que promovam a Evolução, controlando as revistas científicas, oferecendo prêmios e outros estímulos para atrair o suporte à Evolução, destacando-a na mídia popular, e de muitas outras formas. Alguns dos mesmos mecanismos, particularmente aqueles que estão relacionados com a grande mídia, também são usados — algumas vezes de forma sutil, outras vezes de forma vergonhosamente escancarada — para ridicularizar o Criacionismo.

Para qualquer um que já tenha estudado a história nada disso deve ser surpresa. A propaganda tem sido usada há milhares de anos pelos ricos e poderosos para controlar e doutrinar as massas. Ela continua a ser usada assim até hoje, porque funciona. A Elite Global, que controla o mundo por meio do sistema financeiro internacional, de poderosas empresas transnacionais e uma rede de sociedades secretas, é formada quase que inteiramente por luciferianos que odeiam a Cristo. Eles tomam o cuidado de esconder suas verdadeiras convicções religiosas e, frequentemente, até fingem serem “cristãos”, mas adoram a um deus diferente, o anjo de luz conhecido como Lúcifer.

Qualquer um que creia na Evolução está se submetendo a um dos mais ardilosos programas de propaganda já imaginados. A Evolução é uma etapa intermediária para o ateísmo, para o humanismo, para o niilismo, para a Maçonaria, para o panteísmo e para o ocultismo.

Portanto, na próxima vez que você ouvir um narrador com voz melosa da BBC pontificar sobre as maravilhas do mundo natural, procure observar que ele nunca dá crédito ao Criador… Nunca! Ele diz que todas aquelas maravilhas são apenas um grande acidente, que foram formadas exclusivamente por processos aleatórios da Evolução. Na realidade, essas séries, com horas e horas de filmagem, são pouco mais do que exercícios prolongados de blasfêmia. Não devemos nos admirar que a sede da BBC em Londres, esteja construída em torno de um enorme santuário a Hélio — o deus-sol melhor conhecido como Lúcifer.

A revista National Geographic, os canais de televisão a cabo History Channel e Discovery Channel — são todos instrumentos de propaganda para a Evolução, humanismo, socialismo e um governo mundial único. Todo o esquema é financiado pela Elite. Tudo isto é feito para solapar e destruir o Cristianismo.

Comentários Finais

A Evolução é um mundo de fantasia que perverte a razão humana, onde indivíduos inescrupulosos podem tecer suas mentiras sem serem questionados, onde um dente de porco é prova da evolução humana, onde claras bobagens — como a existência de órgãos vestigiais ou a teoria do Grande Vale do Rift — podem ser apresentadas como ciência legítima, onde uma elite racista pode matar milhões de “indesejáveis”, onde o aborto é uma escolha de estilo de vida, onde o homem é apenas uma variedade de chimpanzé, onde a aspersão de um pózinho mágico produz ordem a partir do caos, onde a magia e a lógica são intercambiáveis, e onde os valores morais não têm significado algum. E a coisa toda é criada e ensinada, não por psicopatas criminosos — como alguém poderia imaginar — mas, por professores universitários e por “pessoas realmente do bem”.

Se você é um dos infelizes inocentes que acredita na Evolução, embora conheça grande parte daquilo que foi mostrado neste ensaio, então esta sua atitude é reprovável. Não somente você está se prejudicando espiritualmente, mas está prejudicando aos outros com sua tolice. Você tem um cérebro — por que não o usa? Examine atentamente a estúpida bobagem que é a Teoria da Evolução, um “óleo de cobra” vendido pela máquina de propaganda luciferiana e pergunte a si mesmo como você pôde ter acreditado nessa mentira.

Apenas um Exemplo

Achei que não poderia concluir este ensaio sem apresentar pelo menos um exemplo das maravilhosas criações do Pai Celestial. O exemplo que escolhi, a Esponja do Mar, foi extraído do site CreationMoments.com.

A Esponja do Mar

Pergunte a qualquer evolucionista e ele lhe dirá que a esponja do mar é um dos animais menos evoluídos da natureza. Esse animal é na verdade uma esponja, formada por uma colônia de criaturas, e faz algumas coisas incríveis. A esponja do mar cria um esqueleto na forma de um cesto, formado por sílica (similar ao vidro) coberta somente por uma fina camada de células. A estrutura interna intrincada desse esqueleto é reforçada para fornecer o máximo de força usando a quantidade mínima de material. O esqueleto resultante é um tipo de rede de fibra ótica cuja sofisticação tem sido comparada à da fibra ótica moderna, usada nas redes de telecomunicações. Microorganismos simbióticos luminescentes vivem dentro da base da esponja, enviando sua luz pelo esqueleto de fibra ótica. A esponja do mar prende camarões dentro de seu esqueleto, onde eles passam toda sua vida. Os dejetos dos camarões servem de alimento para os microorganismos luminescentes na base da esponja. O propósito dos pulsos luminosos é atrair presas que alimentem os camarões, que, por sua vez, alimentam a fonte dos pulsos luminosos! O mais impressionante de tudo é o fato que a esponja do mar não possui qualquer tipo de sistema nervoso!

Bibliografia

Obras de Autores Que Rejeitam a Teoria da Evolução:
  • Ashton, John (editor), In Six Days, Master Books, 2001.
  • Bergman, Jerry, The Dark Side of Charles Darwin, Master Books, 2011.
  • Brown, Walt, In the Beginning, Center for Scientific Creation, 1980.
  • Cloud, David, Seeing the Non-Existent, Way of Life Literature, 2011.
  • Cohen, I. L., Darwin was Wrong, New Research Publications, 1984.
  • Ferrell, Vance, The Evolution Cruncher, Evolution Facts, 2001.
  • Haller, John, Outcasts from Evolution, Southern Illinois University Press, 1971 & 1995.
  • Hunt, Dave, Cosmos, Creator and Human Destiny, The Berean Call, 2010.
  • Kleiss, R & Kleiss, T., A Closer Look at the Evidence, Search for the Truth Publications, 2003.
  • Lisle, Jason, Taking Back Astronomy.
  • Matrisciana, C. & Oakland, R., The Evolution Conspiracy, Harvest House, 1991.
  • Morris, Henry, Scientific Creationism, Master Books, 1974.
  • Morris, Henry, The Long War Against God, Master Books, 2000.
  • Perloff, James, Tornado in a Junkyard, Refuge Books, 1999.
  • Sarfati, Jonathan, Refuting Evolution, Answers in Genesis, 1999.
  • Weikart, Richard, From Darwin to Hitler, Palgrave, 2004.
  • Wells, Jonathan, Icons of Evolution, Regnery Publishing, 2000.
  • Whitcomb, J. & Morris, H., The Genesis Flood, Baker Book House, 1961.

Obras de Autores Que Apoiam a Evolução:

  • Dawkins, Richard, The Blind Watchmaker, Longman, 1986.
  • Dawkins, Richard, The Extended Phenotype, OUP, 1989.
  • Dawkins, Richard, The Selfish Gene, OUP, 1976 e 1989.
  • Gould, Stephen Jay, Ever Since Darwin, Pelican Books, 1980.
  • Gould, Stephen Jay, Hen’s Teeth and Horses Toes, Norton & Co, 1983.
  • Gould, Stephen Jay, The Mismeasure of Man, Norton & Co, 1981.
  • Gould, Stephen Jay, The Panda’s Thumb, Norton & Co, 1980.
  • Gould, Stephen Jay, Wonderful Life, Penguin Books, 1989.
  • Gribbin, J. & Gribbin, M., Being Human, J. M. Dent, 1993.
  • Johanson, D & Maitland, A., Lucy: The Beginnings of Humankind, Granada, 1981.
  • Johanson, D & Shreeve, J., Lucy’s Child, Viking, 1990.
  • Jones, Steve, The Language of the Genes, Flamingo, 1993.
  • Jones, Steve, The Single Helix, Abacus, 2005.
  • Jones, Steve Y:, The Descent of Man, Abacus, 2003.
  • Ridley, Matt, Genome, Fourth Estate, 1999.
  • Ridley, Matt, Nature Via Nurture, Fourth Estate, 2003.
  • Ridley, Matt, The Origins of Virtue, Viking, 1996.
  • Ridley, Matt, The Red Queen, Viking, 1993.
  • Wilson, Edward O., Consilience: The Unity of Knowledge, Little Brown, 1998.
  • Wilson, Edward O., Naturalist, Island Press, 1994.
  • Wilson, Edward O., On Human Nature, Harvard University Press, 1978.

Obras de Outros Autores:

  • Barzun, Jacques, Darwin, Marx, Wagner, University of Chicago, 2nd edition, 1958
  • Desmond, A & Moore J., Darwin, Penguin, 1992
  • Lomas, Robert, The Invisible College, Corgi, 2009
  • Olson, Steve, Mapping Human History, Mariner Books, 2003
  • Pinker, Steven, The Blank Slate, Allen Lane, 2002
  • Prigogine, I & Stengers I., Order Out of Chaos, Bantam Books, 1984
  • Quigley, Carroll, The Anglo-American Establishment, GSG & Associates, 1981
  • Quigley, Carroll, Tragedy and Hope, GSG & Associates, 1966
  • Rees, Martin, Just Six Numbers, Basic Books, 2001
  • Rose, H. & Rose, S. (editores), Alas Poor Darwin, Jonathan Cape, 2000
  • Rose, Stephen, Lifelines: Biology, Freedom, Determinism, Allen Lane, 1997
  • Schnoebelen, Bill, Masonry — Beyond the Light, Chick Publications, 1991
  • Sykes, Bryan, The Seven Daughters of Eve, Bantam Press, 2001
  • Taylor, Gordon, Rattray The Great Evolution Mystery, Secker & Warburg, 1983
  • Velikovsky, I., Earth in Upheaval, Doubleday, 1955
  • Webb, James, The Occult Underground, Open Court Publishing, 1974
  • Yates, Frances, The Occult Philosophy in the Elizabethan Age, Routledge, 1979
  • Yates, Frances, The Rosicrucian Enlightenment, Routledge, 1972

A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/evolucao.asp

Documentário “Evolution vs. God” mostra que a “Teoria da evolução” de Darwin trata-se de uma questão de fé!

Um documentário sobre a Teoria da Evolução, produzido pelo evangelista, escritor e apresentador de TV Ray Comfort, tem causado grande comoção nos Estados Unidos.
O filme “Evolution vs. God” (“Evolução versus Deus”, em tradução livre) mostra Comfort entrevistando diversos cientistas adeptos da teoria em universidades norte-americanas.
A proposta do projeto é expor a tese de Charles Darwin como algo sem fundamento científico, por não poder ser comprovada.
Nas entrevistas, o evangelista questiona aos cientistas se eles poderiam apresentar “evidências visíveis a testáveis” – que são métodos científicos – da teoria da evolução. Como a resposta foi sempre negativa, o público que assistiu ao vídeo de 38 minutos no YouTube tratou de se engajar na divulgação do projeto.
“Absolutamente devastador”, escreveu um internauta num comentário no canal do ministério Livingwaters, que é liderado por Comfort, no YouTube.
Janet Parshall, apresentadora da Radio Nacional, elogiou o projeto dizendo que o evangelista “Ray Confort produziu um filme fabuloso”.
Outro internauta pontuou que a adesão das pessoas à teoria darwiniana se deve a uma necessidade de justificar suas escolhas de vida: “Isso ocorre porque a convicção de que Darwin estava certo lhes dá uma porta aberta para a prostituição sem culpa, pornografia, homossexualidade, adultério, blasfêmia e qualquer que seja o seu coração deseja”, escreveu, fazendo referência à opção de ignorar os ensinamentos de Deus.
Assista “Evolution vs. God” completo e legendado (Talvez seja necessário acionar as legendas):

Cientista de Deus!

ATRAVÉS DE LEIS DA FÍSICA E DA FILOSOFIA, PESQUISADOR POLONÊS MOSTRA QUE DEUS EXISTE E GANHA UM DOS MAIS COBIÇADOS PRÊMIOS!

Representação do Big Bang, explosão cósmica que teria originado o universo

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A Criação de Adão, Michelangelo (detalhe), século XVI
Como um seminarista adolescente que se sente culpado quando sua mente se divide, por exemplo, entre o chamamento para o prazer da carne e a vocação para o prazer do espírito, o polonês Michael Keller se amargurava quando tentava responder à questão da origem do universo através de um ou de outro ramo de seu conhecimento – ou seja, sentia culpa. Ocorre, porém, que Keller não é um menino, mas sim um dos mais conceituados cientistas no campo da cosmologia e, igualmente, um dos mais renomados teólogos de seu país. Entre o pragmatismo científico e a devoção pela religião, ele decidiu fixar esses seus dois olhares sobre a questão da origem de todas as coisas: pôs a ciência a serviço de Deus e Deus a serviço da ciência. Desse no que desse, ele fez isso. O resultado intelectual é que ele se tornou o pioneiro na formulação de uma nova teoria que começa a ganhar corpo em toda a Europa: a “Teologia da Ciência”. O resultado material é que na semana passada Keller recebeu um dos maiores prêmios em dinheiro já dados em Nova York pela Fundação Templeton, instituição que reúne pesquisadores de todo o mundo: US$ 1,6 milhão.

O que é a “Teologia da Ciência”? Em poucas palavras, ela se define assim: a ciência encontrou Deus. E a isso Keller chegou, fazendo- se aqui uma comparação com a medicina, valendo-se do que se chama diagnóstico por exclusão: quando uma doença não preenche os requisitos para as mais diversas enfermidades já conhecidas, não é por isso que ela deixa de ser uma doença. De volta agora à questão da formação do universo, há perguntas que a ciência não responde, mas o universo está aqui e nós, nele. Nesse “buraco negro” entra Deus. Segundo Keller, apesar dos nítidos avanços no campo da pesquisa sobre a existência humana, continua-se sem saber o principal: quem seria o responsável pela criação do cosmo? Com repercussão no mundo inteiro, o seu estudo e sua coragem em dizer que Deus rege a ciência naquilo que a ciência ainda tateia abrem novos campos de pesquisa. “Por que as leis na natureza são dessa forma? Keller incentivou esse tipo de discussão”, disse a ISTOÉ Eduardo Rodrigues da Cruz, físico e professor de teologia da PUC de São Paulo.

GÊNIO
Michael Keller ganhou US$ 1,6 milhão com a tese

Keller montou a sua metodologia a partir do chamado “Deus dos cientistas”: o big bang, a grande explosão de um átomo primordial que teria originado tudo aquilo que compõe o universo. “Em todo processo físico há uma seqüência de estados. Um estado precedente é uma causa para outro estado que é seu efeito. E há sempre uma lei física que descreva esse processo”, diz ele. E, em seguida, fustiga de novo o pensamento: “Mas o que existia antes desse átomo primordial?” Essas questões, sem respostas pela física, encontram um ponto final na religião – ou seja, encontram Deus. Valendo-se também das ferramentas da física quântica (que estuda, entre outros pontos, a formação de cadeias de átomos) e inspirando-se em questões levantadas no século XVII pelo filósofo Gottfried Wilhelm Leibniz, o cosmólogo Keller mergulha na metáfora desse pensador: imagine, por exemplo, um livro de geometria perpetuamente reproduzido. Embora a ciência possa explicar que uma cópia do livro se originou de outra, ela não chega à existência completa, à razão de existir daquele livro ou à razão de ele ter sido escrito. Keller “apazigua” o filósofo: “A ciência nos dá o conhecimento do mundo e a religião nos dá o significado”. Com o prêmio que recebeu, ele anunciou a criação de um instituto de pesquisas. E já escolheu o nome: Centro Copérnico, em homenagem ao filósofo polonês que, sem abrir mão da religião, provou que o Sol é o centro do sistema solar.

A CAMINHO DO CÉU

Michael Keller usou algumas ferramentas fundamentais para ganhar o tão cobiçado prêmio científico da Fundação Templeton. Tendo como base principal a Teoria da Relatividade, de Albert Einstein, ele mergulhou nos mistérios das condições cósmicas, como a ausência de gravidade que interfere nas leis da física. Como explicar a massa negra que envolve o universo e faz nossos astronautas flutuarem? Como explicar a formação de algo que está além da compreensão do homem? Jogando com essas questões, que abrem lacunas na ciência, Keller afirma a possibilidade de encontrarmos Deus nos conceitos da física quântica, onde se estuda a relação dos átomos. Dependendo do pólo de atração, um determinado átomo pode atrair outro e, assim, Deus e ciência também se atraem. “E, se a ciência tem a capacidade de atrair algo, esse algo inexoravelmente existe”, diz Keller.

Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/2200_O+CIENTISTA+DE+DEUS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS DO CRIADOR!

Se Darwin estivesse certo, seríamos apenas macacos sofisticados, não haveria certo ou errado, apenas uma ética inventada e não haveria Deus. Essa foi a avaliação que fez um canal de Kanawha County, na Virgínia Ocidental, quando o jornalista Lee Strobel chegou para fazer a cobertura da história dos protestos anti-darwinismo em 1974. Strobel na época era uma ateu declarado, que acreditava que muito do que o movimento anti-darwinismo promulgava refletia nada mais do que uma ignorância cega. Ele considerava a história da criação bíblica como simples ficção, superada e desacreditada pelo conhecimento adquirido por meio da ciência moderna. Naquele ano, como os protestos contra o ensino de Darwin nas escolas da Virgínia Ocidental aqueceram, Strobel achou-se ele próprio numa posição de indesejado pelos moradores de uma cidade que já tinha banido várias centenas de diversos livros didáticos de circulação escolar – livros que, de acordo com o conselho da escola, ensinavam o “tipo errado de ética”. Na verdade, Strobel era um convertido pela história científica da evolução, convencido pelos “fatos” e pelos aparentemente claros exemplos de apoio à teoria evolutiva. Como Strobel via as coisas, o caráter aleatório e não direcionado do darwinismo não podia ser conciliado com a natureza repleta de propósito do relato bíblico. O mínimo que se poderia dizer era que, se o Darwinismo era tão inabalável como defendiam os seus proponentes, Deus não seria necessário para a vida surgir. O livro The Case For A Creator é o relato da viagem de Strobel para testar a veracidade dos aparentes “fatos” da evolução e da visão do mundo materialista – uma viagem que o leva através dos Estados Unidos à medida que entrevista vários especialistas-chave em vários campos da ciência.

A primeira parada de Strobel foi para entrevistar Jonathan Wells – um graduado de Berkeley cuja crítica aberta a alguns dos ícones da evolução é bem conhecida. Durante a entrevista, Wells destrói as evidências que Strobel tinha ele próprio aprendido como graduado ao mostrar-lhe como muito daquilo que supostamente sabemos sobre evolução é incompatível com as evidências.

É agora amplamente aceito, por exemplo, que as experiências laboratoriais de Stanley Miller que mostravam como os aminoácidos podiam ser gerados sob condições atmosféricas redutoras não imitava com precisão o ambiente da terra primitiva. E ainda hoje essas experiências continuam a predominar nos livros de Biologia tal como acontece com a árvore da vida de Darwin. Como assinala Wells, em vez de revelar uma cadeia ininterrupta de intermediários ligando toda a vida até algumas poucas formas primitivas como a árvore de Darwin requeria, o registro fóssil mostra uma súbita “explosão” de vida há aproximadamente 550 milhões de anos, durante a qual apareceu a maior parte dos grandes táxons animais num periodo de tempo de cinco milhões de anos sem quaisquer intermediários anteriores. Igualmente preocupante é a descoberta de que o embriologista Ernst Haeckel modificou os seus agora famosos desenhos de embriões vertebrados, para que eles se encaixassem dentro das idéias preconcebidas de uma continuidade evolucionaria. A crítica de Wells em relação à discrepância que existe entre estruturas aparentemente homólogas nos vertebrados – ou seja, aquelas estruturas que se considera que revelam ancestralidade comum – e os genes responsáveis pela sua formação, de como eles são diferentes em diferentes espécies de animais, mostra como tanto daquilo que sabemos hoje contradiz os princípios básicos do darwinismo.

Durante a viagem de Strobel, o filósofo Stephen Meyer defende um universo projetado por uma inteligência com o argumento de que o código do DNA, rico em informação, que compõe a vida, tem um paralelo direto com códigos ricos em informação que se sabe terem sido gerados por agentes inteligentes. Meyer descreve como é a complexidade irredutível de muitas das “máquinas” do mundo celular, com a necessidade de todos os seus componentes estarem presentes para que a sua função possa ser alcançada, o que desafia claramente as expectativas do pensamento darwinista. Tal como diz Meyer, uma vez que seleção natural só pode começar a selecionar sistemas que tenham atingido um nível mínimo de funcionalidade e uma vez que essa funcionalidade só é atingida quando todos os componentes desses sistemas se encontram presentes, a sua montagem inicial deve ter sido dirigida por algum processo orientador. Isto é, eles devem ter sido projectados por uma inteligência. O professor de Bioquímica, Michael Behe, também na longa lista de visitas de Strobel, foi o primeiro proponente da complexidade irredutível na biologia. Behe tem fornecido vários exemplos de sistemas biológicos de complexidade irredutível, nomeadamente a cascata da coagulação sangüínea, a estrutura do flagelo bacteriano e a composição de minúsculos pêlos chamados cílios citando-os como evidência de um mundo biológico projetado por inteligência.

Uma grande massa de dados está sendo acumulada fora da área da biologia que apoia a inferência de design e muitos cientistas estão agora percebendo como a nossa própria terra parece ser singularmente adequada à existência de vida. Sabemos agora que não só a nossa Terra está numa posição ideal no nosso sistema solar de modo a satisfazer as necessidades de sobrevivência de animais e plantas, mas que está também muito bem colocada para o ser humano fazer importantes descobertas científicas sobre o nosso cosmos. A entrevista de Strobel co om filósofo Jay Richards e ao astrónomo Guillermo Gonzalez fornece uma lista de tais “biocentrismos”. Tudo, desde a influência protetora dos maiores planetas no nosso sistema solar, até o consistente calor e energia do nosso Sol; desde o efeito da lua sobre a inclinação do eixo da Terra, até à massa global da Terra; desde a influência do próprio calor interno da Terra no meio ambiente da Terra, até à órbita do nosso sistema solar dentro de limites rígidos de uma “zona de habitabilidade” em torno de nossa galáxia, leva-nos à inevitável conclusão de que o nosso é, em todos os sentidos, um mundo único, projetado para o nosso bem-estar. Como as discussões de Strobel com o físico Robin Collins deixam bem claro, as características físicas dos elementos que compõem a matéria por todo o cosmos caem justamente na gama estreita de valores que são admissíveis para a vida existir. A magnitude da força gravitacional, o tamanho da constante cosmológica nas equações da relatividade geral de Einstein, a diferença de tamanho entre os prótons e os nêutrons dos núcleos atômicos e o tamanho das forças atômicas fortes e fracas que mantêm os átomos unidos, são colocados de forma tão precisa nessa gama admissível, que só podemos concluir que uma inteligência tem estado a trabalhar no design do nosso cosmos. O teólogo William Lane Craig também apresenta seus argumentos para uma origem cósmica única, finamente sintonizada e controlada, que teria ocorrido há aproximadamente 14 bilhões de anos atrás, a partir da qual nosso universo se expandiu.

Uma das últimas entrevistas de Strobel foi com o filósofo J. P. Moreland, para discutir o tema da consciência humana e animal. Enquanto muitos alegam que a consciência nos seres humanos não é nada mais do que o subproduto da acumulação da capacidade do cérebro, outros, como Moreland, concluem que ela revela algo muito mais profundo. Com efeito, observações sobre comportamento humano apontam para o que os psicólogos chamam de “dualismo” – um estado em que a consciência e a mente existem separadamente do resto do cérebro. A nossa consciência dos nossos próprios pensamentos, das nossas próprias emoções, dos nossos desejos e das nossas próprias decisões – apontam para uma entidade que se poderia chamar de “alma” que existe fora dos circuitos elétricos da massa cerebral que existe dentro das nossas cabeças. Esta “mente interior e privada” do homem, afirma o filósofo Alvin Platinga, é aquela parte do homem que aparece inacessível a uma explicação naturalista. O que sabemos sobre a mente do homem, alega Moreland, está em concordância direta com a visão cristã do mundo de um Deus onipresente, que existe em todos os lugares e que manifesta a Sua presença na humanidade por meio da alma [talvez melhor fosse dizernatureza espiritual, já que biblicamente falando o homem é um ser integrado e não dual]. No fim, Strobel é levado também a identificar o Deus do cristianismo como o projetista cujas obras formaram todos que vemos à nossa volta. Mas afirmações metafísicas à parte, as evidências científicas que Strobel acumula em seu livro apresentam um forte argumento contra as afirmações puramente naturalistas do darwinismo moderno. Na verdade, podemos apenas imaginar como as coisas teriam sido diferentes para os habitantes do Condado de Kanawha e do resto da Virgínia Ocidental, se tivessem tido conhecimento dessa evidência em 1974. Eles teriam tido um argumento para defender que era baseado numa história científica muito convincente.

(Robert Deyes, ARN)

“Seus livros incluem dois ganhadores do Medalhão de Ouro: Inside the Mind of Unchurched Harry & Mary e Em Defesa de Cristo, que atingiu o posto de número 1 na lista dos mais vendidos. Outros livros incluem God’s Outrageous Claims e What Jesus Would Say. Ele é membro fundador da Associação Willow Creek.”

Assista abaixo o documentário completo e legendado “The Case For A Creator”!

Documentário: Expulso – Inteligência não Permitida!

O documentário “Expelled – No Intelligence Allowed”, é um dos mais polêmicos documentários produzidos, ele ficou em 12º lugar em uma lista de documentários mais assistidos dos EUA, desde 1982, arrecadando 7 milhões de dólares, a produção não é do gênero religioso e sim do gênero científico, ele aborda a liberdade de expressão no meio acadêmico para os cientistas renomados que perdem as suas cadeiras após falarem contra o darwinismo e sua teoria da Evolução, apoiando assim a teoria do Design Inteligente. No longa metragem até o Richard Dawkins é entrevistado e responde sobre o assunto. Excelente documentário!

Sinopse: Neste documentário, em que ele também assina o roteiro, Ben mostra sua proeza intelectual investigando o que chama de cientistas esnobes, além de vários cientistas e professores renomados exporem uma conspiração, um plano para proclamar e difundir o evolucionismo, este que segundo eles mesmos trata-se de um absurdo, uma mera teoria armada e sem fundamentos, e qualquer cientista que se atrever a questioná-la ou sequer citar algo contra ela, pode acabar seus dias abandonado, esquecido e até mesmo morto, pois a inteligência não é permitida!.

Título Original: Expelled – No Intelligence Allowed
Diretor: Nathan Frankowski
Gênero: Documentário
Duração: 90 min.
Origem: EUA
Tipo: Longa
Ano: 2008

Assista o documentário completo e legendado abaixo!