O Mal na Política! Entenda o Idiota útil e os Governantes Psicopatas! Ponerologia – Patocracia!

Quando os psicopatas dominam, a insensitividade moral se espalha por toda a sociedade, roendo o tecido das relações humanas e fazendo da vida um inferno.

Muitas vezes o leitor já deve ter-se perguntado como é possível que tantas pessoas, aparentemente racionais, amem e aplaudam os governos mais perversos e genocidas do mundo e se recusem a enxergar a liberdade e o respeito de que elas próprias desfrutam nas democracias ocidentais, ao mesmo tempo que continuam acreditando, contra todas as evidências, que são moral e intelectualmente superiores aos que não seguem o seu exemplo.

Hoje em dia essas pessoas, no Brasil, são a parcela dominante no governo, no Parlamento, nas cátedras universitárias, no show business e na mídia. A presença delas nesses altos postos garante a este país setenta mil homicídios por ano, o crescimento recorde do consumo de drogas, o aumento da corrupção até a escala do indescritível, cinqüenta por cento de analfabetos funcionais entre os diplomados das universidades e, anualmente, os últimos lugares para os alunos dos nossos cursos secundários em todos os testes internacionais, abaixo dos estudantes de Uganda, do Paraguai e da Serra Leoa. Sem contar, é claro, indícios menos quantificáveis, mas nem por isso menos visíveis, da deterioração de todas as relações humanas, rebaixadas ao nível do oportunismo cínico e da obscenidade, quando não da animalidade pura e simples.

Isso torna a pergunta ainda mais crucial e urgente. A resposta, no entanto, vem de longe.

Sessenta e tantos anos atrás, alguns estudantes de medicina na Polônia, na Hungria e na Checoslováquia começaram a notar que havia algo de muito estranho no ar. Eles haviam lutado na resistência antinazista junto com seus colegas, e isto havia consolidado laços de amizade e solidariedade que, esperavam, durariam para sempre. Aos poucos, após a instauração do regime comunista, novos professores e funcionários, enviados pelos governantes, estavam alterando profundamente o ambiente moral nas universidades daqueles países. Um jovem psiquiatra escreveu:

“nós sentíamos que algo estranho tinha invadido nossas mentes e algo valioso estava se esvaindo, de forma irreparável. O mundo da realidade psicológica e dos valores morais parecia suspenso em um nevoeiro gelado. Nosso sentimento humano e nossa solidariedade estudantil perderam seus significados, como também aconteceu com o patriotismo. Então, nos perguntamos uns aos outros: ‘Isso está acontecendo com você também?’”

Impossibilitados de reagir, eles começaram a trocar idéias, perguntando como poderiam se defender da devastação psicológica geral. Aos poucos essas conversações evoluíram para o plano de um estudo psiquiátrico da elite dirigente comunista e da sua influência psíquica sobre a população.

O estudo prosseguiu em segredo, durante décadas, sem poder jamais ser publicado. Aos poucos os membros da equipe foram envelhecendo e morrendo (nem sempre de causas naturais), até que o último deles, o psiquiatra polonês Andrej (Andrew) Lobaczewski (1921-2007), reuniu as notas de seus colegas e compôs o livro que veio a sair pela primeira vez no Canadá, em 2006, e que agora a Vide Editorial, de Campinas, está para publicar em tradução brasileira de Adelice Godoy: “Ponerologia. Estudo Psiquiátrico do Mal na Política”, do qual extraí o parágrafo acima.

“Poneros”, em grego, significa “o mal”. O mal, porque o traço dominante no caráter dos novos dirigentes, que davam o modelo de conduta para o resto da sociedade, era inequivocamente a psicopatia. O psicopata não é um psicótico, um doente mental. É uma pessoa de inteligência normal ou superior, às vezes dotada de uma capacidade incomum para agir no ambiente social. Só lhe falta uma coisa: os sentimentos morais, especialmente a compaixão e a culpa. Não que ele desconheça esses sentimentos. Conhece-os perfeitamente, mas os vivencia de maneira puramente intelectual, como informações a ser usadas, sem participação pessoal e íntima. Quanto maior a sua frieza moral, maior a sua habilidade de manipular as emoções dos outros, usando-as para os seus próprios fins, que, nessas condições, só podem ser malignos e criminosos. Justamente porque não sentem compaixão nem culpa, os psicopatas sabem despertá-las nos outros como quem toca um piano e produz o acorde que lhe convém.

Não é preciso nenhum estudo especial para saber que, invariavelmente, o discurso comunista, pró-comunista ou esquerdista é cem por cento baseado na exploração da compaixão e da culpa. Isso é da experiência comum.

Mas o que o dr. Lobaczewski e seus colaboradores descobriram foi muito além desse ponto. Eles descobriram, em primeiro lugar, que só uma classe de psicopatas tem a agressividade mental suficiente para se impor a toda uma sociedade por esses meios. Segundo: descobriram que, quando os psicopatas dominam, a insensitividade moral se espalha por toda a sociedade, roendo o tecido das relações humanas e fazendo da vida um inferno. Terceiro: descobriram que isso acontece não porque a psicopatia seja contagiosa, mas porque aquelas mentes menos ativas que, meio às tontas, vão se adaptando às novas regras e valores, se tornam presas de uma sintomatologia claramente histérica, ou histeriforme. O histérico não diz o que sente, mas passa a sentir aquilo que disse – e, na medida em que aquilo que disse é a cópia de fórmulas prontas espalhadas na atmosfera como gases onipresentes, qualquer empenho de chamá-lo de volta às suas percepções reais abala de tal modo a sua segurança psicológica emprestada, que acaba sendo recebido como uma ameaça, uma agressão, um insulto.

É assim que um grupo relativamente pequeno de líderes psicopáticos destrói a alma de uma nação.

O trabalho de Lobaczewski é fundamental, porque fornece uma chave para a compreensão da realidade brasileira e da América Latina – dominada pelos herdeiros e cultuadores dos psicopatas e das anomalias descritas pelo psiquiatra polonês.

Como é possível que tipos tão grotescos tenham conseguido ascender até os altos escalões do poder público ou ocupar posições de referência intelectual e moral para a sociedade? Um Luiz Inácio, alçado à Presidência da República; um Dirceu, que se tornou símbolo da juventude idealista e revolucionária; um Betto e um Boff, tomados – inclusive por sacerdotes e autoridades eclesiásticas – como modelos de santidade.

Não. Não é possível reduzir o problema a um fator eleitoral ou solucioná-lo apontando um intenso e febril trabalho de militância política – nem denunciar o esforço de rebaixar e adequar a fé a um projeto de poder totalitário. Não. Nenhuma destas tentativas esclarece completamente a questão. O que poderia ser justificado apenas como resultado da confusão dos tempos, o psiquiatra polonês Andrew Lobaczewski – sob a perspectiva da bio-psicologia – aponta como efeito da ação e da influência dos psicopatas.

Em “Ponerologia: Psicopatas no poder“, Lobaczewski apresenta as linhas gerais para a fundação de uma nova disciplina: a ponerologia. “Poneros”, em grego, quer dizer “o mal” – sendo a ponerologia um estudo sobre a gênese do mal (p. 81). Porém, não se trata de um estudo amarrado às categorias morais. A ponerologia, esclarece o psiquiatra polonês, deve estar assentada nos avanços objetivos da biologia, da medicina e da psicologia clínica.

O foco da ponerologia é a pesquisa da psicopatologia. Descrever os fenômenos patológicos característicos de determinadas pessoas que, apesar de formarem um grupo reduzido dentro do conjunto total da população, podem afetar de forma negativa a vida de centenas, milhares, milhões de seres humanos. São pessoas que apresentam desvios psicológicos herdados ou adquiridos, anomalias na percepção, no pensamento ou no caráter – causados por alguma lesão no tecido cerebral ou por uma perturbação comportamental.

Lobaczewski então apresenta os traços essenciais da caractereopatia – da esquizoidia – e, sobretudo, da psicopatia essencial. Faz a descrição dos tipos patológicos e demonstra o “processo ponerogênico”, a forma como estes tipos avançam o seu domínio sobre as outras pessoas – por exemplo, confeccionando “ideologias” como “máscara de sanidade”. Neste grau de influência, o fenômeno atinge a escala macrossocial. Um período de histeria generalizada, de crise espiritual da sociedade: o esgotamento dos valores morais, religiosos e ideativos que alimentavam as pessoas até então; o aumento do egoísmo, que quebra a ligação entre a obrigação moral e sua referência social; o domínio de assuntos sem importância nas mentes humanas; a atrofia da hierarquia de valores; e um governo paralisado (p. 152).

Eis o que produz uma PATOCRACIA. Um sistema de governo forjado por uma minoria psicopata que assume o controle da vida de pessoas normais. Ocupam não só cargos políticos, mas posições de referência moral e intelectual – incluindo-se aí as salas de aula e cátedras universitárias, como os “pedagogos da sociedade”: pessoas fascinadas por suas idéias grandiosas, frequentemente limitadas e com alguma mácula derivada de processos de pensamento patológico, que se esforçam para impor suas teses e métodos, empobrecendo a cultura e deformando o caráter das pessoas (p. 55).

Lobaczewski viveu na Polônia subjugada pelo comunismo. O seu trabalho – que contou com a colaboração de outros pesquisadores do leste europeu – é o resultado desta experiência. Da observação direta, das transformações geradas pelo totalitarismo soviético na vida e na mente dos seus compatriotas, e da análise dos ícones e líderes daquele projeto de poder totalitário. É assim que Karl Marx aparece como um exemplo de psicopatia esquizóide; Lênin, uma amostra de caracteropatia paranóica e Stálin de caracteriopatia frontal. Nestes termos, o trabalho de Lobaczewski é fundamental, porque fornece uma chave para a compreensão da realidade brasileira e da América Latina – dominada pelos herdeiros e cultuadores dos psicopatas e das anomalias descritas pelo psiquiatra polonês. A influência deles sobre o conjunto da sociedade está à mostra: degradação cultural e intelectual; corrupção dos valores morais; desorientação e histeria generalizada; consumo desenfreado de drogas; taxa de homicídios exorbitante; caos social e o império da criminalidade. Isto é o suficiente para reconhecer a importância do trabalho de Lobaczewski. Não para se produzir uma atmosfera tenebrosa e fomentar o desespero. É um passo inicial no esforço para amenizar este estado de coisas, pois a compreensão – semelhante ao processo da psicoterapia – é o princípio da cura da personalidade humana. E para recuperar um senso comum saudável – na esperança de destituir uma patocracia – a busca da verdade é o melhor remédio.

Escrito por Olavo de Carvalho e Bruno Braga.

Fonte: Mídia sem Máscara / Mídia sem Máscara

Terra está nos Primeiros dias de um Novo Evento de Extinção em Massa, Alertam Pesquisadores!

Muitos cientistas acreditam que a Terra pode estar vivenciando uma nova extinção em massa, mesmo que a maioria das pessoas não perceba o que está acontecendo. Seria a sexta vez que nosso planeta vivencia este fenômeno. As informações são do The Washington Post.

Terra está nos primeiros dias de um novo evento de extinção em massa, alertam pesquisadores.

Cientistas classificam cinco perdas de vida animal em grande escala como eventos de extinção em massa, todos os quais ocorreram milhões de anos atrás. Em anos recentes, o planeta viu a perda de centenas de espécies animais e, de acordo com uma nova análise de uma equipe internacional, o planeta pode estar nos primeiros dias de um sexto evento de extinção em massa.

Como parte do estudo, os pesquisadores analisaram levantamentos prévios e dados científicos para chegar à conclusão de que atividades humanas e aumentos populacionais repentinos ao redor do mundo – não um evento catastrófico, como o impacto de um asteroide, por exemplo – são responsáveis pelo declínio drástico na vida animal.

O autor principal do estudo, Rodolfo Dirzo, professor de biologia da Universidade Stanford, cita ações como sobreexploração de recursos e destruição de habitats como exemplos de ações humanas danosas.

Desde 1500, 322 vertebrados terrestres foram extintos, dizem os autores em sua análise, publicada na sexta-feira na revista Science.

Das espécies terrestres remanescentes, houve uma queda de 25% em sua abundância. A situação também parece difícil para os invertebrados, com um declínio de 45% nas espécies sob monitoramento.

O que isso significa para o planeta?

Pode haver consequências imprevistas além da possível extinção das espécies sob risco de desaparecimento.

“Temos a tendência de pensar na extinção de uma espécie como seu sumiço da face da Terra, e isso é importante, mas há uma perda de ecossistemas críticos nos quais os animais têm papeis fundamentais, e precisamos prestar atenção nisso também”, disse Dirzo.

Ele apontou para efeitos como ameaças a ecossistemas que hoje são estáveis e até mesmo riscos para a saúde humana.

“Onde há alta densidade humana, você tem altos índices [de declínio animal], altos índices de roedores e, portanto, altos índices de patógenos, que aumentam os riscos de transmissão de doenças”, disse Dirzo em sua declaração, acrescentando: “Pode ser um círculo vicioso”.

Biólogos da Universidade Duke relataram em maio que a Terra está no limiar de um sexto evento de extinção em massa.

O estudo, que se concentrou em taxas passadas e presentes de extinção, apontou que plantas e animais estão se extinguindo mil vezes mais rápido que antes da chegada das populações humanas.

Apesar de os humanos serem responsáveis por dar início a mais um evento de extinção em massa, ainda pode haver tempo para reação.

Como nota a Scientific American, as taxas de extinção atuais sugerem que os humanos ainda têm um ou dois séculos para mudar de rumo.

Ben Collen, professor do University College, de Londres, e co-autor da nova análise da extinção em massa, diz que os cientistas precisam se concentrar em espécies que estão prosperando.

“A prevenção de mais declínios vai exigir que entendamos melhor que espécies estão ganhando e que espécies estão perdendo na luta pela sobrevivencia e, estudando os vencedores, que apliquemos o que for aprendido para melhorar os programas de conservação, disse ele numa declaração.

“Também precisamos desenvolver ferramentas preditivas para modelar o impacto de mudanças no ecossistema para que os esforços de conservação sejam priorizados, trabalhando com governos globalmente para criarmos políticas de apoio capazes de reverter as tendências preocupantes que temos visto

Fonte: Brasil Post

Vídeo: Novas Próteses Precisas do DARPA, Permitem Inclusive beber Água na Garrafa!

Vídeo: Homem sem braços testa próteses e bebe água sozinho

Uma tarefa que requer precisão e coordenação motora, como beber água de uma garrafa escorregadia, não é uma impossibilidade para um homem sem braços, graças aos protótipos de próteses do programa Revolutionizing Prosthetics da DARPA.

Um vídeo divulgado online mostra alguns voluntários do projecto a testarem versões antigas do DEKA Arm System, uma iniciativa da Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA), do Departamento de Defesa norte-americano.

O vídeo, cortesia da DEKA Research & Development, foi publicado no canal de Youtube DARPAtv.

 
Fonte: DD

Cuba foi Invadida: Estes Gigantes Africanos Transportam um Parasita que Causa Meningite!

Esta espécie pode crescer até ao tamanho de um rato e é uma ameaça às espécies locais e também para os humanos.

Cuba detectou uma invasão de caracóis gigantes africanos. Esta espécie chegou a Havana no verão passado, mas não se sabe a causa, anunciou a BBC.

A espécie, que cresce até ao tamanho de um rato, é extremamente destrutiva e a sua chegada ameaça outras espécies de moluscos que apenas existem em Cuba, pois comem muitas das plantas que encontram e que são vitais para a sobrevivência de outros seres vivos. Estes caracóis são, assim, considerados uma das piores pragas do mundo.

Os moluscos que invadiram Cuba, para além de se adaptarem rapidamente ao ecossistema, também se reproduzem de uma forma acelerada – conseguem pôr entre 100 a 300 ovos por mês.

Cuba vai tentar controlar a população destes caracóis, e posteriormente removê-los à mão, mas a erradicação é praticamente impossível.

Para além de ser perigosa para outras espécies, esta espécie de caracóis é também perigosa para os humanos porque transporta um parasita que causa meningite.

Os caracóis gigantes africanos já invadiram outros países como o Brasil e a Venezuela.

Fonte: DN

Micro Chip Subcutâneo está em Teste na Suécia!

No recém-inaugurado edifício Epicenter, em Estocolmo, na Suécia, em vez de cartões, chaves ou de códigos, os funcionários podem abrir portas, fazer fotocópias e partilhar contactos via “smartphone” graças a um chip implantado na mão.

O dispositivo de identificação por rádio frequência é feito de vidro pirex, contém um “microchip” e uma antena e não precisa de bateria.

O Epicenter reúne pequenas e grandes empresas tecnológicas.

O cofundador e presidente Patrick Mesterton considera que é o local ideal para o teste. E acrescenta: “O chip é do tamanho de um grande grão de arroz. Tem cerca de 12 milímetros, põe-se numa seringa e envia um código de identificação de rádio frequência. É um instrumento de identificação que pode comunicar com os objetos que nos rodeiam. Na prática, pode usar o chip para abrir portas, pode servir de segurança para impressoras, pode também comunicar com o telemóvel, enviando o cartão profissional a pessoas que encontra”.

Para já, as vantagens são limitadas, mas o objetivo é explorar as possibilidades e ver que tipo de produtos e serviços podem ser desenvolvidos.

O leque de utilizações será revelado e ampliado à medida que as aplicações forem desenvolvidas, como explica Patrick Mesterton: “Penso que os pagamentos são uma das futuras utilizações, como tudo o que hoje usa o código de segurança, um passe ou cartão. Penso também na área da saúde, em que se pode comunicar com o médico e pode fornecer dados alimentares ou do seu estado físico”.

A instalação do dispositivo é voluntária. Segundo os fabricantes, é seguro e não causará interferências com detetores de metais ou dispositivos médicos, tendo em conta que a quantidade de metal no chip é ínfima.

Mas, o dispositivo levanta também muitas interrogações e há quem se diga chocado.

Fonte: Euronews

Ignorância Pluralística, Conformismo, Pensamento de Grupo e o Efeito Espectador!

Ignorância pluralística

Em psicologia social, ignorância pluralística, conceito criado em 1924 por Floyd Henry Allport, é um processo que envolve vários membros de um grupo que pensam possuir percepções, crenças, ou atitudes diferentes do restante do grupo. Apesar de não apoiarem a norma do grupo, os dissidentes se comportam como os outros membros, porque pensam que o comportamento dos outros componentes demonstra que a opinião do grupo é unânime. Em outras palavras, visto que aqueles que discordam comportam-se como se concordassem, cada um dos dissidentes imagina que a norma é aprovada por todos os outros membros, menos por ele mesmo. Isto, por sua vez, reforça o desejo de conformar-se à norma do grupo em vez de expressar discordância. Por conta da ignorância pluralística, as pessoas podem se conformar com a opinião consensual percebida num grupo, em vez de pensar e agir sob suas próprias perspectivas.

A ignorância pluralística explica parcialmente o efeito espectador”: a observação de que é muito mais provável que as pessoas intervenham numa emergência quando estão sozinhas do que quando outras pessoas estão presentes. Se as pessoas monitoram as reações dos outros em tal situação, podem concluir a partir da falta de iniciativa alheia, que as outras pessoas pensam que não é necessário intervir. Se todos se comportarem desta forma, ninguém fará nada, mesmo que algumas pessoas pensem consigo mesmas que deveriam ter feito alguma coisa. Por outro lado, se alguém intervém, é mais provável que outras pessoas sigam o exemplo e prestem ajuda.

Conformismo

Quando a conformidade se dá por submissão, consciente ou inconsciente, é usual dizer-se que ocorreu uma situação de conformismo. Quando um indivíduo ou um grupo reclama ou reage à submissão, não se conformando a crenças ou comportamentos, ocorre o que usualmente se chama de inconformismo.

Conformismo é a atitude social que consiste em se submeter às opiniões, regras, normas, modelos que representam a mentalidade coletiva ou o sistema de valores do grupo ao qual se adere a torná-los seus. Esse processo, amplamente estudado em psicologia social, corresponde mudanças de opinião, de comportamento ou mesmo de percepção de um indivíduo ou grupo minoritário, em situações influência ou pressão social exercida por parte de outros indivíduos ou por um grupo dominante.

Segundo Solomon Asch, indivíduos ou grupos se tornam conformistas para evitar o conflito entre duas opiniões diferentes (aquela expressa pela maioria e aquela expressa ou representada mentalmente pelo indivíduo ou grupo minoritário)) e a rejeição pela maioria. Para Asch, o conformismo corresponde a um seguidismo, ou seja, o sujeito que se conforma não adere de facto à opinião da maioria. Ou seja, ele conserva a sua própria opinião mas assume publicamente a opinião da maioria. O conformismo também poderia ser engendrado por uma carência informacional, uma pressão normativa ou pela atratividade do grupo majoritário. Resulta que o indivíduo modifica seus comportamentos, atitudes e opiniões para harmonizá-los com os comportamentos e atitudes do grupo. O conformismo permite também evitar sanções que são aplicadas aos desviantes da norma grupal.

Diferentemente de Asch, Serge Moscovici defende que o conformismo se distingue do seguidismo, que é a vontade de parecer conforme à norma, o que constitui uma modificação aparente e superficial dos comportamentos, sem mudança real da convicção interna.

Pensamento de grupo

Pensamento de grupo é um tipo de pensamento exibido pelos membros de um grupo que tentam minimizar conflitos e chegar ao consenso sem testar, analisar e avaliar criticamente as idéias. Durante o pensamento de grupo, membros do mesmo evitam promover pontos de vista fora da zona de conforto do pensamento consensual. Uma variedade de motivos para isto pode existir, tais como o desejo de evitar ser encarado como ridículo, ou o desejo de evitar perturbar ou irritar outros membros do grupo. O pensamento de grupo pode fazer com que grupos tomem decisões precipitadas e irracionais, onde dúvidas individuais são postas de lado, por medo de perturbar o equilíbrio coletivo. O termo é freqüentemente usado em sentido pejorativo.

A expressão pensamento de grupo (groupthink em inglês) foi planejada como uma reminiscência de palavras da Novilíngua, tais como “duplipensar” e “duckspeak”, do livro 1984 de George Orwell.

Efeito espectador

O efeito espectador refere-se à atitude passiva que as pessoas têm diante de certas situações. Em lugar de agir, as pessoas tendem a assistir as determinadas cenas urbanas.

“A ideia é a de tratar a todos como gostaria que o tratassem a si, a regra de ouro, ‘faz aos outros o que gostarias que te fizessem’.”

Abordagens a parte, o vídeo pode gerar uma bela reflexão a respeito dos nossos comportamentos, enquanto seres sociais.

Experiência de Milgram

A Experiência de Milgram foi uma experiência científica desenvolvida e realizada pelo psicólogo Stanley Milgram. Pretendeu inquirir de que forma é que os indivíduos observados tendem a obedecer às autoridades, mesmo que estas contradigam o bom-senso individual. A experiência pretendia inicialmente explicar os crimes inumanos do tempo do Nazismo. Em 1964, Milgram recebeu por este trabalho o prémio anual em psicologia social da American Association for the Advancement of Science.

Os resultados da experiência foram apresentados no artigo Behavioral study of obedience no Journal of abnormal and social psychology (Vol. 67, 1963 Pág. 371-378) e posteriormente no seu livro Obedience to Authority: An Experimental View 1974.

No final da Segunda Guerra Mundial foram surpreendidos muitos no Ocidente de como aparentemente pessoas saudáveis socialmente bem-ajustadas poderia ser culpado de assassinato, tortura e outros abusos contra civis durante o Holocausto e outros crimes contra a humanidade. Um dos Milgramexperimentets objetivos foram verificar a obediência e autoridade, no efeito sobre a capacidade do sujeito para prejudicar outro ser humano. Os experimentos começaram em julho de 1961, três meses após o julgamento de Adolf Eichmann começou em Jerusalém. O experimento foi concebido para responder à pergunta “Pode ser que Eichmann e milhões de seus cúmplices estavam apenas seguindo ordens? Será que devemos chamá-los de todos os cúmplices?”

Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ignor%C3%A2ncia_plural%C3%ADstica

http://pt.wikipedia.org/wiki/Conformidade

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pensamento_de_grupo

http://blog.muralpsicologia.com.br/2013/06/psicologia-em-video-philip-zimbardo-o-efeito-espectador/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Experi%C3%AAncia_de_Milgram 

Casos de câncer em Fukushima aumentaram 6000%!

Conforme relatos de Chieko Shiina, uma explosão do aumento das taxas de câncer de tireoide em crianças, bem como uma epidemia de leucemia, ataques cardíacos e outros problemas de saúde, foram registrados em Fukushima. O governo japonês e americano continuam varrendo o desastre de Fukushima para debaixo do tapete.

As taxas de câncer explodiram em um aumento de quase 6000% em áreas próximas do reator. A população reclama que a mídia silenciou diante do fato.

Não importa se o acidente foi causado por um ataque nuclear proposital, um ato de guerra climática (como alguns analistas de conspiração têm sugerido) ou pela pura ganância da indústria nuclear que o construiu, é essencialmente uma arma nuclear massiva em linhas de falha. O governo japonês e a TEPCO são culpados de crimes contra a humanidade, e sua negligência é composta por um total desrespeito, não só para a vida humana, mas para toda a vida neste planeta.

A Organização Mundial de Saúde, uma vez alertou que as taxas de câncer podem subir 50% em menos de 20 anos – mas já superam a estimativa, o que antes parecia catastrófico, agora já é exponencialmente trágico.

Fonte: Libertar
Via: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/Natural Society