Japão concebe um hotel, onde os hóspedes serão atendidos por robôs!

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Parecia que o dia, quando os robots tomariam o lugar dos seres humanos estava distante, já está aí. Não, em julho será aberto no Japão o Henn-na Hotel, onde em vez de funcionários haverá robôs.

>O hotel, que terá 72 quartos, com um custo de US $ 60 por noite, os hóspedes serão recebidos por um robô recepcionista que irá fornecer todas as informações necessárias sobre os quartos e serviços gratuitos oferecidos pelo hotel. Os robots serão capazes de fazer contato visual com os clientes, bem como para entender a linguagem corporal e falar chinês, japonês, coreano e Inglês, informa o portal Hi-News.

Uma vez reservado o quarto, um outro robot irá levar as suas malas, enquanto os humanóides restantes serão dedicados a preparar o café, limpar as salas, trazer o almoço, etc. Segundo comunica a direção do Henn-na Hotel, no futuro, aspiram ter mais de 90% dos serviços do hotel cobertos por robots.

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Além dos robôs, o hotel oferece outras maravilhas tecnológicas, tais como a capacidade de entrar nas salas através de convidados de reconhecimento facial painéis de radiação podem detectar o calor do corpo e ajustar a temperatura ambiente e tablets para aplicar diferentes serviços.

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Fonte: RT
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Micro Chip Subcutâneo está em Teste na Suécia!

No recém-inaugurado edifício Epicenter, em Estocolmo, na Suécia, em vez de cartões, chaves ou de códigos, os funcionários podem abrir portas, fazer fotocópias e partilhar contactos via “smartphone” graças a um chip implantado na mão.

O dispositivo de identificação por rádio frequência é feito de vidro pirex, contém um “microchip” e uma antena e não precisa de bateria.

O Epicenter reúne pequenas e grandes empresas tecnológicas.

O cofundador e presidente Patrick Mesterton considera que é o local ideal para o teste. E acrescenta: “O chip é do tamanho de um grande grão de arroz. Tem cerca de 12 milímetros, põe-se numa seringa e envia um código de identificação de rádio frequência. É um instrumento de identificação que pode comunicar com os objetos que nos rodeiam. Na prática, pode usar o chip para abrir portas, pode servir de segurança para impressoras, pode também comunicar com o telemóvel, enviando o cartão profissional a pessoas que encontra”.

Para já, as vantagens são limitadas, mas o objetivo é explorar as possibilidades e ver que tipo de produtos e serviços podem ser desenvolvidos.

O leque de utilizações será revelado e ampliado à medida que as aplicações forem desenvolvidas, como explica Patrick Mesterton: “Penso que os pagamentos são uma das futuras utilizações, como tudo o que hoje usa o código de segurança, um passe ou cartão. Penso também na área da saúde, em que se pode comunicar com o médico e pode fornecer dados alimentares ou do seu estado físico”.

A instalação do dispositivo é voluntária. Segundo os fabricantes, é seguro e não causará interferências com detetores de metais ou dispositivos médicos, tendo em conta que a quantidade de metal no chip é ínfima.

Mas, o dispositivo levanta também muitas interrogações e há quem se diga chocado.

Fonte: Euronews

Ignorância Pluralística, Conformismo, Pensamento de Grupo e o Efeito Espectador!

Ignorância pluralística

Em psicologia social, ignorância pluralística, conceito criado em 1924 por Floyd Henry Allport, é um processo que envolve vários membros de um grupo que pensam possuir percepções, crenças, ou atitudes diferentes do restante do grupo. Apesar de não apoiarem a norma do grupo, os dissidentes se comportam como os outros membros, porque pensam que o comportamento dos outros componentes demonstra que a opinião do grupo é unânime. Em outras palavras, visto que aqueles que discordam comportam-se como se concordassem, cada um dos dissidentes imagina que a norma é aprovada por todos os outros membros, menos por ele mesmo. Isto, por sua vez, reforça o desejo de conformar-se à norma do grupo em vez de expressar discordância. Por conta da ignorância pluralística, as pessoas podem se conformar com a opinião consensual percebida num grupo, em vez de pensar e agir sob suas próprias perspectivas.

A ignorância pluralística explica parcialmente o efeito espectador”: a observação de que é muito mais provável que as pessoas intervenham numa emergência quando estão sozinhas do que quando outras pessoas estão presentes. Se as pessoas monitoram as reações dos outros em tal situação, podem concluir a partir da falta de iniciativa alheia, que as outras pessoas pensam que não é necessário intervir. Se todos se comportarem desta forma, ninguém fará nada, mesmo que algumas pessoas pensem consigo mesmas que deveriam ter feito alguma coisa. Por outro lado, se alguém intervém, é mais provável que outras pessoas sigam o exemplo e prestem ajuda.

Conformismo

Quando a conformidade se dá por submissão, consciente ou inconsciente, é usual dizer-se que ocorreu uma situação de conformismo. Quando um indivíduo ou um grupo reclama ou reage à submissão, não se conformando a crenças ou comportamentos, ocorre o que usualmente se chama de inconformismo.

Conformismo é a atitude social que consiste em se submeter às opiniões, regras, normas, modelos que representam a mentalidade coletiva ou o sistema de valores do grupo ao qual se adere a torná-los seus. Esse processo, amplamente estudado em psicologia social, corresponde mudanças de opinião, de comportamento ou mesmo de percepção de um indivíduo ou grupo minoritário, em situações influência ou pressão social exercida por parte de outros indivíduos ou por um grupo dominante.

Segundo Solomon Asch, indivíduos ou grupos se tornam conformistas para evitar o conflito entre duas opiniões diferentes (aquela expressa pela maioria e aquela expressa ou representada mentalmente pelo indivíduo ou grupo minoritário)) e a rejeição pela maioria. Para Asch, o conformismo corresponde a um seguidismo, ou seja, o sujeito que se conforma não adere de facto à opinião da maioria. Ou seja, ele conserva a sua própria opinião mas assume publicamente a opinião da maioria. O conformismo também poderia ser engendrado por uma carência informacional, uma pressão normativa ou pela atratividade do grupo majoritário. Resulta que o indivíduo modifica seus comportamentos, atitudes e opiniões para harmonizá-los com os comportamentos e atitudes do grupo. O conformismo permite também evitar sanções que são aplicadas aos desviantes da norma grupal.

Diferentemente de Asch, Serge Moscovici defende que o conformismo se distingue do seguidismo, que é a vontade de parecer conforme à norma, o que constitui uma modificação aparente e superficial dos comportamentos, sem mudança real da convicção interna.

Pensamento de grupo

Pensamento de grupo é um tipo de pensamento exibido pelos membros de um grupo que tentam minimizar conflitos e chegar ao consenso sem testar, analisar e avaliar criticamente as idéias. Durante o pensamento de grupo, membros do mesmo evitam promover pontos de vista fora da zona de conforto do pensamento consensual. Uma variedade de motivos para isto pode existir, tais como o desejo de evitar ser encarado como ridículo, ou o desejo de evitar perturbar ou irritar outros membros do grupo. O pensamento de grupo pode fazer com que grupos tomem decisões precipitadas e irracionais, onde dúvidas individuais são postas de lado, por medo de perturbar o equilíbrio coletivo. O termo é freqüentemente usado em sentido pejorativo.

A expressão pensamento de grupo (groupthink em inglês) foi planejada como uma reminiscência de palavras da Novilíngua, tais como “duplipensar” e “duckspeak”, do livro 1984 de George Orwell.

Efeito espectador

O efeito espectador refere-se à atitude passiva que as pessoas têm diante de certas situações. Em lugar de agir, as pessoas tendem a assistir as determinadas cenas urbanas.

“A ideia é a de tratar a todos como gostaria que o tratassem a si, a regra de ouro, ‘faz aos outros o que gostarias que te fizessem’.”

Abordagens a parte, o vídeo pode gerar uma bela reflexão a respeito dos nossos comportamentos, enquanto seres sociais.

Experiência de Milgram

A Experiência de Milgram foi uma experiência científica desenvolvida e realizada pelo psicólogo Stanley Milgram. Pretendeu inquirir de que forma é que os indivíduos observados tendem a obedecer às autoridades, mesmo que estas contradigam o bom-senso individual. A experiência pretendia inicialmente explicar os crimes inumanos do tempo do Nazismo. Em 1964, Milgram recebeu por este trabalho o prémio anual em psicologia social da American Association for the Advancement of Science.

Os resultados da experiência foram apresentados no artigo Behavioral study of obedience no Journal of abnormal and social psychology (Vol. 67, 1963 Pág. 371-378) e posteriormente no seu livro Obedience to Authority: An Experimental View 1974.

No final da Segunda Guerra Mundial foram surpreendidos muitos no Ocidente de como aparentemente pessoas saudáveis socialmente bem-ajustadas poderia ser culpado de assassinato, tortura e outros abusos contra civis durante o Holocausto e outros crimes contra a humanidade. Um dos Milgramexperimentets objetivos foram verificar a obediência e autoridade, no efeito sobre a capacidade do sujeito para prejudicar outro ser humano. Os experimentos começaram em julho de 1961, três meses após o julgamento de Adolf Eichmann começou em Jerusalém. O experimento foi concebido para responder à pergunta “Pode ser que Eichmann e milhões de seus cúmplices estavam apenas seguindo ordens? Será que devemos chamá-los de todos os cúmplices?”

Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ignor%C3%A2ncia_plural%C3%ADstica

http://pt.wikipedia.org/wiki/Conformidade

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pensamento_de_grupo

http://blog.muralpsicologia.com.br/2013/06/psicologia-em-video-philip-zimbardo-o-efeito-espectador/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Experi%C3%AAncia_de_Milgram 

As organizações que promovem revoltas e golpes de Estado já estão no Brasil!

Descobrir como as ONG’s e demais organismos “sem fins lucrativos” atuam nas revoltas e golpes de Estado pelo mundo não é muito difícil, basta seguir o caminho do dinheiro, com quem seus membros se encontram ou simplesmente perceber os simbolos usados por estes grupos.

Venho alertando há anos que o Brasil e Argentina estão na mira para uma “primavera latinoamericana”, a Venezuela é o mais recente alvo desta tática de guerra chamada “guerra assimétrica” ou “golpe suave”.

Este tipo de guerra se baseia em financiar organismos que se encarregam de contratar mercenários, terroristas e grupos de oposição para derrubar governos que não estão alinhados aos interesses da máfia financeira internacional, a banca sionista. Tudo isto é feito alegando “a promoção da democracia” e a “não-violência”.

Que organização é esta, quem a financia e como ela surgiu?

Conforme o site, e o que foi publicado na Wikipedia, o CANVAS é (repare no que está em negrito):

O Centro de Ação Não-Violenta Aplicada e Estratégias (Canvas) é uma organização sem fins lucrativos não-governamental, instituição educacional voltada para o uso de conflito não-violento. Foi fundada em 2004 por Srđa Popović e CEO da Orion Telecom, Slobodan Đinović. Ambos eram ex-membros do movimento de resistência da juventude sérvia, Otpor!, Que apoiou a derrubada de Slobodan Milošević, em outubro de 2000. Com base em experiência sérvia, CANVAS busca educar ativistas pró-democracia em todo o mundo no que ele considera como os princípios universais para o sucesso na luta não-violenta.

Fundada em Belgrado, CANVAS tem trabalhado com ativistas pró-democracia a partir de mais de 50 países, incluindo o Irã, Zimbábue, Birmânia, Venezuela, Ucrânia, Geórgia, Palestina, Saara Ocidental, Papua Ocidental, a Eritreia, Bielorrússia, Azerbaijão e Tonga e , recentemente, na Tunísia e no Egito.

Formação CANVAS “e metodologia foi aplicada com sucesso por grupos na Geórgia (2003), Ucrânia (2004), Líbano (2005), As Maldivas (2008) e no Egito (2011).Ele funciona apenas em resposta a pedidos de assistência.

A descrição do que é o CANVAS e o que ele realmente faz ficou bem claro. É uma organização terrorista financiada pelos EUA para promover golpes de Estado e revoltas pelo mundo. Mas o que ficou mais escancarado foi o simbolo usado por esta organização. O leitor reconhece este símbolo?

Os punhos erguidos e fechados se popularizaram a partir de 1917, com a Revolução Bolchevique. Expressam o desafio aos poderosos e a solidariedade entre os explorados do mundo inteiro. Evocaram a luta das esquerdas contra a exploração do trabalho operário. A imagem de Lênin em 1917, dos Panteras Negras nos Estados Unidos nos anos 60 e dos anarquistas de Maio de 1968 (para não citar o gesto de vitória do saudoso jogador de futebol e homem de esquerda Sócrates são suficientemente eloquentes para que o espectador associe Genoíno e Dirceu à legião dos oprimidos. Tudo isso faz crer que eles não ergueram o punho por impulso, mas com a intenção de comover os militantes, presentes ou que viram a imagem à distância. Quiseram figurar como Lênin e Sócrates ressurrectos. Desejaram reabilitar a luta de classes.

Esta será a forma de criar o caos no Brasil, apelar para a luta de classes! O plano de desestabilização vêm de fora, a politicagem local cumpre a agenda dos donos do dinheiro. O discurso usado pela direita ou esquerda leva sempre para o mesmo beco, conseguem enganar as massas com a dialética Hegeliana. Cria-se a tese, depois a antítese e se obtêm a síntese. Ou melhor ainda, cria-se o capitalismo, depois o comunismo, se coloca os dois em conflito e disso surge a síntese desejada pela elite, o controle da sociedade.

E como surge o Bolchevismo? Quem leu o PDF “A Sinagoga de Satanás – A linhagem dos Rothschild” já sabe a resposta.

Ano 1815: Os 5 irmãos Rothschild trabalham para abastecer de ouro os dois exércitos, o de Wellington (através de Nathan na Inglaterra) e o exército de Napoleão (através de Jacob na França), e começou seu procedimento de financiar ambos lados em guerras. Os Rothschilds amam guerras porque eles são massivos geradores de risco livre e débitos.
Isto é porque eles são garantidos pelo governo de um país, e portanto garantidos também pelos esforços da população daquele país, e não importa se aquele país perca a guerra porque os empréstimos são dados na garantia que o vitorioso na guerra irá honrar os débitos do
perdedor e conquistado.

Enquanto os Rothschilds financiam os dois lados desta guerra, eles usam os bancos que eles espalharam por toda Europa para dar a eles oportunidade de organizar uma rede inigualável de rotas secretas e rápidos entregadores. A carga que esses entregadores levavam era para ser
aberta por esses entregadores e seus detalhes dados aos Rothschilds então eles sempre estavam um passo a frente dos eventos ocorrentes.
Adicionalmente estes entregadores dos Rothschilds eram os únicos mercadores permitidos a atravessar os bloqueios da Inglaterra e da França. Foram estes entregadores que também mantinham Nathan Rothschild atualizado como a guerra estava indo e então ele poderia usar esse serviço de inteligência para comprar e vender de sua posição as ações do mercado de acordo com a estratégia.
Um dos entregadores de Rothschild era um homem chamado Rothworth. Quando no final da batalha de Waterloo, vencido pela Grã Bretanha, Rothworth tomou a frente e foi encarregado de entregar esta notícia para Nathan Mayer Rothschild, em 24 horas antes do entregador inglês de Wellington.

Naquele tempo os títulos Britânicos foram chamados cauções e eles eram negociados no primeiro andar da bolsa de ações. Nathan Mayer Rothschild instruiu todos seus trabalhadores do primeiro andar da bolsa de ações a começarem a vender consuls. Fazendo todos os outros negociantes acreditar que a Grã Bretanha tinha perdido a guerra, então eles começam a vender freneticamente as cauções.
Portanto as cauções perderam o valor em queda livre, quando Nathan Mayer Rothschild discreamente instruiu seus agentes a comprarem todas as cauções que eles pudessem colocar as mãos em cima.

Quando as notícias chegaram que a Grã Bretanha tinha ganho a guerra na realidade, as cauções subiram a níveis mais altos ainda que anteriormente. A guerra acabou deixando Nathan mayer Rothschild com um lucro de aproximadamente 20 para 1 em seu intento maligno.
Isto deu a família Rothschild completo controle da economia Britânica, agora o centro financeiro do mundo depois da derrota de Napoleão, e com isso ele forçou a Inglaterra a organizar seu Banco Central, o qual acabou ficando controlado por Nathan Mayer Rothschild.
Interessantemente, 100 anos depois, o New York Times divulgou uma história que o neto de Nathan Mayer Rothschild tinha tentado uma ordem da corte para suprimir a publicação de um livro, o qual continha essa história integralmente contada. A família Rothschild alegou que a história não era verdadeira e libelosa, mas a corte negou a ordem ao requerimento dos Rothschilds e ordenou a família a pagar todas as custas da corte.

De volta a 1815, o ano no qual Nathan Mayer Rothschild fez sua mais famosa declaração:

“Eu não me importo qual fantoche é colocado no trono da Inglaterra para dirigir o Império no qual o sol nunca brilha. O homem quem controla a fonte do dinheiro britânico controle o império Britânico, e eu controlo o fornecimento do dinheiro Britânico.”

Ele deverá ir para alardear que em 17 anos ele tinha estado na Inglaterra ele tinha aumentado os 20 mil libras dados a ele pelo seu pai, 2500 vezes para 50 milhões de libras.

Os Rothschilds também usaram seu controle do Banco da Inglaterra para substituir o método de entregar ouro de país para país e então usarem seus 5 bancos espalhados pela Europa para organizar um sistema em papéis de débitos e créditos, o atual sistema bançário de hoje.
Pelo final do século, um período de tempo que era conhecido como a “Era dos Rothschilds”, é estimado que a família controlavam metade de toda riqueza do planeta.

Contudo alguma coisa que não foi bem para os Rothschilds neste ano foi o Congresso de Vienna, o qual começou em Setembro de 1814 e acabou em Junho deste ano (1815). A razão para este Congresso de Vienna foi para os Rothschilds criarem uma forma de governo mundial, para dar a eles completo controle político sobre o mundo civilizado.

Muitos dos governos Europeus estavam em débito com os Rothschilds, então eles imaginaram eles poderiam usar isso como ferramente de barganha. Contudo o Czar Alexandre I da Russia, quem não tinha sucumbido ao Banco Central dos Rothschilds, não iria longe aceitando o plano, então o plano do governo mundial dos Rothschilds falhou.

Enfurecidos por causa disso, Nathan Mayer Rothschild jurou que algum dia ele ou seus descendentes iriam destruir a família inteira e seus descendentes do Czar Alexander I.

Infelizmente ele foi verdadeiro nesse juramento e 102 anos depois Rothschilds fundaram os Bolchevistas, usados para cumprirem tal promessa.
Interessantemente, o fanático globalista e favorável ao governo mundial, o Judeu Asheknazim Henry Kissinger, fez sua dissertação doutorado sobre o Congresso de Vienna.

Ano 1917: Como resultado da oferta de paz da Alemanha, a máquina de guerra dos Rothschilds vai novamente tomar a direção da América, espalhando propaganda que leva o presidente Wilson a cumprir orientações do líder sionista na América e ministro da Suprema Corte, Louis Dembitz Brandeis, renegando sua promessa ao eleitorado e tomando a América na primeira guerra mundial em 6 de Abril.
Conforme o planejado com a promessa Sionista de Rothschild para os Britânicos, para levar América na guerra, eles decidiram eles queriam alguma coisa documentada da Grã Bretanha para provar que eles iriam manter seu lado do acordo. O secretário britânico, Arthur James Balfour entretanto redige uma carta, a qual é comumente conhecida como a “Declaração de Balfour”, que está transcrita abaixo:

“Escritório relações exteriores 2 de Novembro 1917
Caro Lord Rothschild,
Eu tenho muito prazer em comunicar para você, da parte do governo de sua Majestade, a seguinte declaração de simpatia com as aspirações do sionismo judeu, o qual tem sido submetido e aprovado pelo gabinete.
A visão do governo de sua Majestade com favor do estabelecimento da Palestina em uma casa nacional para o povo judeu, e irá usar este melhor dessafio para facilitar o alcance desse objetivo, está sendo claramente compreendido que nada deverá ser feito, em ordem de prejudicar os direitos civis e religiosos da existência de comunidades não judaicas na Palestina, ou aos direitos e posição política aproveitados pelos Judeus em qualquer outro país.
Ficaria agradecido se pudesse levar essa declaração ao conhecimento da Federação Sionista.
Arthur James Balfour.

Os Rothshcilds ordenaram a execução do Czar Nicholas II, através dos Bolchevistas que eles controlavam e também a morte de toda a família do Czar na Rússia, mesmo depois do Czar ter abdicado do trono em 2 de Março. Isto é o caminho de ganhar controle do país e um ato de vingança por conta do Czar Alexander I bloquear seu plano de governo mundial em 1815 no Congresso de Vienna, e Czar Alexander II ao lado do presidente Abraão Lincoln em 1864.
Isto é extremamente importante para eles massacrarem toda a família incluindo mulheres e crianças de modo a cumprir a promessa feita por Nathan Mayer Rothschild em 1815. Isto é desenhado para mostrar ao mundo o que acontece se você sequer tenta atravessar o caminho dos Rothschilds.

Ano 1949: Em 1 de Outubro Mao Tse Tung declara a fundação da República Popular da China em Tiananmen Square, Beijing. Ele é financiado pelos Rothschilds para criar o comunismo na Rússia e também os seguintes agentes dos Rothschilds: Solomon Adler, ex-secretário do tesouro dos EUA que era um espião soviético; Israel Epstein, o filho de um bolchevista judeu aprisionado pelo Czar na Rússia por tentar fomentar uma revolução lá; e Frank Coe, um diretor do FMI dos Rothschilds.

Bolchevismo e Comunismo é criação dos Rothschild e para demonstrar que está tudo interligado é só reparar nos símbolos usados em TODOS os golpes de Estado e revoltas que vimos recentemente, são IDÊNTICOS. O último que aparece na imagem abaixo surgiu na Venezuela.

O canal do Rusia Today no Youtube divulgou um vídeo explicando como esta “guerra assimétrica” funciona. Está em espanhol mas é fundamental que todo brasileiro e argentino assista para evitar ser enganado pela mídia corporativa sionista.

Muito estranho: China Comunista também quer treinar seu Exército no Brasil!

China quer treinar seu exército na amazônia! Rússia e Cuba também irão fazer exercícios militares no Brasil.

O Brasil vai realizar exercícios militares nesse ano de 2015 com a Rússia e Cuba. Não bastasse isso, agora sai uma nota publicada no jornal manauara A Crítica, sob o pedido da ditadura chinesa participar do Centro de Instrução de Guerra na Selva.

Segue a nota do jornal A Crítica:

Autoridades militares do País receberam com estranhamento informação de que a China pretende treinar tropas no Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), em Manaus. A desconfiança não está no interesse pela unidade, que já recebe militares de outras nações. O senão está no contato que a China usou com o ministro da Defesa, Jaques Wagner, o general Li Jinzhang, militar recém-indicado a embaixador chinês no Brasil, fato raro nas relações entre os países.

Enquanto isso a Rússia está aperfeiçoando suas forças nucleares e a força aérea espacial do país. Os planos incluem colocar em serviço quatro regimentos de mísseis, dois novos submarinos nucleares (Vladimir Monomakh e Alexander Nevsky) e mais 50 novos mísseis balísticos intercontinentais. A primeira reunião de 2015, o ministro da defesa Serguei Shoigu definiu os planos para esse ano, incluindo manobras militares com Cuba, Coréia do Norte, Vietnã e Brasil.

Fontes: http://radiovox.org/2015/02/06/brasil-sob-o-controle-eurasiano-china-quer-treinar-tropa-em-manaus/#sthash.B3uJwZet.dpuf

https://guerraearmas.wordpress.com/2015/02/07/china-quer-treinar-seu-exercito-na-amazonia-e-russia-ira-fazer-fazer-exercicios-militares-com-paises-aliadosincluindo-o-brasil/

Casos de câncer em Fukushima aumentaram 6000%!

Conforme relatos de Chieko Shiina, uma explosão do aumento das taxas de câncer de tireoide em crianças, bem como uma epidemia de leucemia, ataques cardíacos e outros problemas de saúde, foram registrados em Fukushima. O governo japonês e americano continuam varrendo o desastre de Fukushima para debaixo do tapete.

As taxas de câncer explodiram em um aumento de quase 6000% em áreas próximas do reator. A população reclama que a mídia silenciou diante do fato.

Não importa se o acidente foi causado por um ataque nuclear proposital, um ato de guerra climática (como alguns analistas de conspiração têm sugerido) ou pela pura ganância da indústria nuclear que o construiu, é essencialmente uma arma nuclear massiva em linhas de falha. O governo japonês e a TEPCO são culpados de crimes contra a humanidade, e sua negligência é composta por um total desrespeito, não só para a vida humana, mas para toda a vida neste planeta.

A Organização Mundial de Saúde, uma vez alertou que as taxas de câncer podem subir 50% em menos de 20 anos – mas já superam a estimativa, o que antes parecia catastrófico, agora já é exponencialmente trágico.

Fonte: Libertar
Via: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/Natural Society

Cientistas pretendem fazer ‘back up’ do cérebro humano!

É possível fazer um ‘back up’ do cérebro?

Crédito: Getty

Projetos científicos tentam descobrir maneiras de ‘salvar’ memória humana

Se fosse possível “salvar” sua memória como fazemos com informações no disco rígido de um computador, você faria isso? Essa é uma questão que alguns cientistas esperam poder nos fazer em breve.

Desde os primeiros desenhos riscados em paredes de cavernas na Pré-História, o homem vem tentando transcender a inexorável esvanecimento da memória.

História oral, diários, livros de memórias, fotografias, filmes e poesia são alguns dos instrumentos usados nessa busca.

Mais recentemente, passamos a arquivar nossas memórias nos enigmáticos servidores da internet.

Sites como Facebook, Instagram, Twitter, YouTube e provedores de e-mails guardam registros de eventos importantes de nossas vidas, além de imagens e correspondências que trocamos com outras pessoas. Coletamos nossas memórias com um grau de detalhamento nunca antes possível.

E, na fronteira entre o possível e o impossível, equipes de cientistas trabalham para criar tecnologias capazes de fazer cópias de nossas mentes – e, portanto, de nossas memórias – que possam viver muito além de nós.

Se atingirem esse objetivo, as consequências serão profundas. Conheça alguns desses projetos e entenda o que eles pretendem alcançar e de que forma.

Crédito: Thinkstock

Equipes de cientistas trabalham para descobrir tecnologias que ‘eternizem’ nossas mentes

Eterni.me

O californiano Aaron Sunshine, de 30 anos, perdeu sua avó recentemente. “Me dei conta de quão pouco dela ficou”, disse.

“São apenas alguns pertences, entre eles, uma camisa velha que às vezes visto quando estou em casa.”

A morte da avó levou Sunshine a procurar os serviços do site Eterni.me, um serviço que preserva as memórias de uma pessoa, após sua morte, na internet.

(ethermoon/Flickr/CC BY-ND 2.0)

Funciona da seguinte maneira: em vida, o cliente dá ao Eterni.me acesso a todas as suas contas em sites como Facebook, Twitter e provedores de e-mail. E também fazuploads de fotos, de históricos geográficos de locais onde esteve e até de coisas que viu usando a ferramenta Google Glass.

As informações são coletadas, filtradas e analisadas antes de serem transferidas para um avatar (uma pessoa virtual que tenta imitar a aparência e personalidade do usuário).

O avatar aprende mais sobre a pessoa à medida que interage com ela ao longo da vida. O objetivo é que o avatar possa, no decorrer do tempo, refletir com cada vez mais precisão a personalidade desta pessoa.

Getty

“A ideia é criar um legado interativo, uma forma de evitar (que a pessoa) seja totalmente esquecida no futuro”, disse Marius Ursache, um dos criadores do Eterni.me.

“Seus bisnetos usarão (o site) – em vez de uma ferramente de buscas ou uma linha do tempo – para acessar informações sobre você, desde fotos de eventos da família até suas opiniões a respeito de certos assuntos, ou mesmo canções que você escreveu, mas nunca mostrou a ninguém.”

Sunshine diz que poder interagir dessa forma com um avatar de sua avó lhe traria conforto. “Ela não estaria tão longe de mim”, diz.

Ursache tem planos ambiciosos para o Eterni.me. “(O serviço) poderia ser uma biblioteca virtual da humanidade”, sugere.

Mas a tecnologia ainda é incipiente. Ele calcula que os assinantes do serviço terão de interagir com seus avatares durante décadas para que a simulação se torne tão precisa quanto for possível.

Ele conta que já recebeu muitas mensagens de pacientes terminais que querem saber quando o serviço estará disponível e se eles poderiam fazer registros de si próprios antes de morrer.

“É difícil responder a essas pessoas, porque a tecnologia pode levar anos para atingir um nível adequado, até que seja utilizável e tenha algo real a oferecer.”

(Hartwig HKD/Flickr/CC BY-ND 2.0)

Cérebro ‘back up’

E, se em vez de simplesmente escolhermos o que queremos capturar em formato digital, pudéssemos gravar tudo, absolutamente tudo o que uma mente contém?

Isto não é ficção científica. Em teoria, exigiria três avanços básicos.

Os cientistas teriam de descobrir como preservar o cérebro de alguém após sua morte. Depois, a informação contida nesse cérebro precisaria ser analisada e arquivada. Finalmente, a mente da pessoa precisaria ser “recriada” em um outro cérebro, construído artificialmente.

(Bridget H/Flickr/CC BY 2.0)

Cientistas de todo o mundo já trabalham para tentar criar um cérebro humano artiticial. Nele poderia ser feito o upload de um arquivo de segurança da memória de um ser humano – ou, pelo menos, essa é a ideia.

O Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, oferece um curso de conectomia – um campo ainda emergente da ciência onde pesquisadores tentam criar um mapa contendo todas as conexões existentes em um cérebro humano.

Especialistas trabalhando em outro projeto, o “US Brain”, tentam registrar a atividade cerebral de milhões de neurônios. E, na Europa, o projeto “EU Brain” tenta construir modelos integrados capazes de simular esta atividade.

Getty

O pesquisador Anders Sandberg, do Instituto Futuro da Humanidade, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, descreve esses projetos como importantes passos rumo a um ponto onde seremos capazes de copiar um cérebro humano em sua totalidade.

“O objetivo é copiar a função do cérebro original. Se for colocada para funcionar, a cópia será capaz de pensar e agir como o original”, diz Sandberg.

Ele explica que o progresso tem sido lento, porém contínuo. “Já somos capazes de mapear pequenas amostras de tecido cerebral em três dimensões. (Os modelos) têm um índice de resolução maravilhoso, mas os blocos têm apenas alguns microns de largura”.

O especialista diz que, à medida que os métodos melhorarem, a informação contida no tecido “escaneado” será convertida automaticamente em modelos que poderão ser lidos e “rodados” pelo simulador.

“Já temos as partes, mas ainda não temos a tubulação conectando os cérebros e as cópias”.

(Wendy/Flickr/CC BY-SA 2.0)

Corrida do Ouro

O desafio é grande, mas não parece haver escassez de investimentos nesse campo. O Google, por exemplo, vem investindo pesado no projeto Google Brain, que tenta simular aspectos do cérebro humano.

O diretor do projeto, o polêmico Ray Kurzweil, tornou-se o líder de uma comunidade de cientistas. Eles dizem acreditar ser possível fazer um back up digital de um cérebro humano – e dizem que ainda estarão vivos quando isso acontecer.

(thephotographymuse/Flickr/CC BY 2.0)

O Google também contratou o britânico Geoff Hinton, cientista da computação e um dos maiores especialistas do mundo em redes neurais – os circuitos por meio dos quais a mente humana pensa e lembra.

Em 2011, um empresário russo, Dmitry Itskov, fundou um projeto batizado de “A Iniciativa 2045”. O nome se baseia em uma previsão, feita por Kurzweil, de que em 2045 seremos capazes de fazer um back up de nossas mentes na nuvem (rede global de servidores interligados que armazenam dados).

Os frutos de todo esse trabalho ainda não são conhecidos, mas o esforço claramente existe.

Getty

O neurocientista Randal Koene, diretor de ciência da “Iniciativa 2045”, é enfático. Ele diz que a criação de uma réplica operante do cérebro humano está ao alcance da humanidade.

“O desenvolvimento de próteses neurais já demonstra ser possível ‘rodar’ funções da mente (no computador)”.

Não se trata de exagero. Ted Berger, professor do Center for Neuroengineering da Universidade da Califórnia do Sul, em Los Angeles, Estados Unidos, conseguiu criar uma prótese de uma estrutura presente no cérebro conhecida como hipocampo. Localizada nos lobos temporais, ela está associada à codificação da memória.

Em 2011, uma prótese de hipocampo foi testada com sucesso em ratos de laboratório. Em 2012, ela foi testada, também com sucesso, em primatas. Berger e sua equipe pretendem testar a prótese em humanos ainda neste ano para demonstrar que já somos capazes de recriar algumas partes do cérebro do homem.

Porão da Memória

Fazer uma cópia de um cérebro humano é uma coisa, mas criar um arquivo digital das memórias de uma pessoa é um desafio bem diferente. Sandberg, de Oxford, questiona a viabilidade de uma empreitada como essa.

“Memórias não são arquivadas em ordem, como pastas em um computador, para criar um índice para buscas”, ele diz.

(halfrain/Flickr/CC BY-SA 2.0)

“A memória consiste de redes de associações que são ativadas quando lembramos de algo. Para simular um cérebro, precisaríamos de cópias de todas elas.”

De fato, seres humanos reconstróem informação a partir de regiões múltiplas do cérebro, de maneiras que são moldadas por nossas crenças e inclinações naquele momento. E tudo isso muda com o passar do tempo.

Outra questão problemática seria como extrair as memórias de uma pessoa sem destruir seu cérebro no processo.

“Sou cético em relação à noção de que seremos capazes de fazer esse escaneamento (da memória) sem provocar destruição”, disse Sandberg.

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“Todos os métodos para escanear tecido neural com a alta resolução necessária são invasivos, e eu acho que vai ser muito difícil fazer isso sem despedaçar o cérebro.”

Ainda assim, o especialista parece acreditar que um upload digital da memória de um indivíduo específico, passível de ser rastreado ou submetido a buscas, é algo possível. Mas somente se você for capaz de “rodar” o cérebro simulado por inteiro.

“Acho que há uma boa chance de que isso pode funcionar – e ainda neste século”, ele diz.

“Talvez a gente precise simular tudo, desde o nível molecular. Nesse caso, as demandas sobre os computadores sejam grandes demais. É possível que o cérebro use dados difíceis de escanear, como estados quânticos (hipótese defendida por alguns físicos, mas por pouquíssimos neurocientistas)”.

Ou, prossegue Sandberg, é possível que “softwares não possam ter consciência ou inteligência (uma ideia defendida por alguns filósofos mas por pouquíssimos cientistas da computação)”.

“Não acho que essas questões procedem. Teremos de esperar para saber se estou certo”.

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Cenários Possíveis

E, se for mesmo possível preservar uma mente humana, quais serão as implicações disso sobre a forma como vivemos?

Talvez isso traga benefícios inesperados, sugerem alguns.

O presidente da entidade britânica London Futurists, o futurólogo David Wood, diz que um back up digital da mente de uma pessoa poderia talvez ser estudado para trazer avanços na compreensão de como seres humanos pensam e se lembram.

Por sua vez, o neurocientista Andrew Vladimirov especula que, se a mente de uma pessoa pudesse ser arquivada digitalmente enquanto a pessoa estivesse viva, talvez os dados pudessem ser usados no tratamento psicanalítico desta pessoa.

(Robb North/Flickr/CC BY 2.0)

“Você poderia rodar, por meio da sequência inteira da vida da pessoa, algorítimos criados especialmente para ajudá-la a otimizar estratégias de comportamento”, ele sugere.

Outros, como Sandberg, chamam a atenção para as implicações éticas disso.

Para ele, nos estágios iniciais de desenvolvimento da tecnologia, a principal questão ética teria a ver com as cópias quebradas.

“Talvez nos víssemos às voltas com entidades sofrendo dentro dos nossos computadores.”

“Também haverá problemas na seleção de voluntários, especialmente se o processo de escaneamento for destrutivo”, ele acrescenta.

E a coisa se complica ainda mais se ponderarmos sobre os direitos que uma mente copiada teria.

(Celene Colin/Flickr/CC BY-ND 2.0)

“Pessoas copiadas deveriam ter os mesmos direitos que pessoas normais, mas garantir esses direitos envolveria mudanças legislativas”, diz Sandberg.

E talvez sejam necessários novos tipos de direitos, ele sugere. “Por exemplo, o direito de um humano copiado funcionar rodar em tempo real, para que possa participar da sociedade.”

Leia a versão original em inglês dessa reportagem no site BBC Future.