Super Tufão deixou mais de uma centena de corpos pelas ruas das Filipinas!

Supertufão deixa 100 mortos nas Filipinas

Mais de uma centena de corpos estão espalhados nas ruas de uma vila da região central das Filipinas atingida sexta-feira pelo super tufão Haiyan, revelou a autoridade de aviação do país citada pela agência AFP.

Segundo declarou o subdiretor-geral da Autoridade de Aviação Civil das Filipinas, John Andrews, à imprensa local “100 corpos estão pelas ruas da cidade e mais de uma centena de pessoas estão feridas”.

O porta-voz do órgão governamental, Reynaldo Balido, informou  que espera que o número de vítimas aumente nas próximas horas, depois que receber os relatórios das áreas devastadas.

Haiyan, batizado como Yolanda pelas autoridades locais, é o tufão mais potente deste ano no mundo e castigou as Filipinas com ventos sustentados de 235 km/h e rajadas de até 315.

“Yolanda causou prejuízos muito grandes e quase nenhuma casa ficou de pé nas regiões mais afectadas”, disse Balido.

Após arrasar o centro e o sul das Filipinas, Haiyan se encontra no Mar do Sul da China e segue rumo ao Vietnã.

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com.br/internacional/34475/supertuf%C3%A3o-deixa-100-mortos-nas-filipinas#.Un4njvnUnh4

Atualizado:(09 de novembro de 2013 | 20h)

Tufão teria matado mais de mil pessoas nas Filipinas, segundo Cruz Vermelha

MANILA – O mais poderoso tufão do mundo neste ano – e possivelmente o mais forte da história, deixou ao menos 1200 pessoas mortas, segundo informações divulgadas pela Cruz Vermelha neste sábado, 9. O número é quase dez vezes maior do que o anunciado anteriormente pelas autoridades do país, que estimavam mais de 100 mortos.

De acordo com dados preliminares da ONG, somente a cidade costeira de Tacloban teria registrado 1000 mortes, e outros 200 teriam sido vitimados na província de Samar. Além disso, mais de um milhão  fugiram de casa, cortando o fornecimento de energia elétrica e destruindo milhares de casas. “A estimativa é de que existam mais de 1000 cadáveres boiando em Tacloban, segundo informaram nossas equipes”, disse a secretária-geral da Cruz Vermelha nas Filipinas, Gwendolyn Pang.

O Haiyan atingiu a Província de Cebu, antes de se dirigir para o oeste, a caminho da Ilha Boracay, ambos destinos turísticos, após varrer as Ilhas de Leyte e Samar com rajadas de vento de 275 quilômetros por hora e ondas de 5 a 6 metros.

O fornecimento de energia e as comunicações nas três maiores províncias insulares – Samar, Leyte e Bohol – foram quase totalmente cortadas, mas o governo e os provedores de serviços telefônicos prometeram restabelecer a energia e as ligações dentro de 24 horas.

Autoridades alertaram que mais de 12 milhões de pessoas estavam em risco, incluindo a Cidade de Cebu, de 2,5 milhões habitantes, e áreas ainda em recuperação pela passagem de uma tempestade mortal em 2011 e de um terremoto de magnitude 7,2 na escala Richter, no mês passado.

“O supertufão, provavelmente, atingiu a terra com ventos de cerca de 313 quilômetros por hora. Isso faz do Haiyan o ciclone tropical mais forte já registrado na história”, disse o diretor de meteorologia da Weather Underground, Jeff Masters.

Roger Mercado, governador da Província de Leyte, no sul das Filipinas, disse que ninguém deveria subestimar a tempestade. “É muito poderosa”, afirmou Mercado à Rádio DZBB. “Perdemos a energia e todas as estrada estão bloqueadas em razão de árvores caídas. Temos somente de rezar.” Segundo ele, os ventos destelharam casas e causaram deslizamentos em várias regiões.

Na Província de Samar, as ligações com algumas cidades e vilas foram interrompidas. “A província inteira está sem energia”, disse a governadora, Sharee Tan, à Reuters, por telefone. “Árvores e postes de transmissão tombaram e outros detritos bloquearam estradas.”

Autoridades suspenderam os serviços de barcas e de pesca e fecharam 12 aeroportos em todo o país. Em torno de 450 voos domésticos e oito internacionais foram cancelados. Escolas, escritórios e lojas na região central das Filipinas foram fechados. Hospitais, soldados e equipes de resgate ficaram de prontidão para operações de salvamento. O Haiyan deve deixar as Filipinas hoje, em direção ao Mar do Sul da China, onde pode ganhar ainda mas força e ameaçar o Vietnã e a China. 

 REUTERS

Atualizado em 10/11/2013 09h26

Supertufão ‘Haiyan’ pode ter matado 10 mil nas Filipinas, estima a polícia

Cruz Vermelha local contabiliza 1.200 mortos, mas admite que nº deve subir. Tormenta devastou a região central do país.

A polícia das Filipinas teme que o número de vítimas provocado pela passagem do supertufão “Haiyan”, o mais potente do ano e provavelmente o mais forte da história na região, alcance os 10 mil mortos. Extra-oficialmente, o país contabiliza 1.200 mortos, com base em informações da Cruz Vermelha local.

A estimativa é do chefe da polícia regional da província de Leyte, Elmer Soria. Ele disse neste domingo (10) que o governador provincial Dominic Petilla afirmou, no sábado (9) à notie, que o número de mortos poderia ultrapassar os 10.000, vítimas de afogamento, deslizamentos de terra e desmoronamentos de casas e edifícios.

Moradores andam por região devastada por supertufão na cidade de Tacloban (Foto: Ted Aljibe/ AFP)

Moradores andam por região devastada por supertufão na cidade de Tacloban (Foto: Ted Aljibe/ AFP)

Haiyan teria arrasado entre 70% e 80% da cidade de Tacloban, no litoral leste do país, por onde passou a tormenta na sexta-feira (8), disse Soria.

Tacloban virou uma região de destroços, com casas completamente destruídas, estradas intransitáveis, e milhares de postes e árvores no chão. Foi lá que um avião avistou centenas de corpos.

“A devastação é total. Se estiveste em Tacloban antes, nem poderia reconhecer a cidade agora”, disse à agência de notícias filipinas “PNA” um alto representante do Exército, o tenente Jim Alagao.

A Cruz Vermelha das Filipinas estimava que cerca de 1.200 pessoas morreram por causa da passagem do tufão. O saldo oficial da tragédia, contabilizado pelo governo, é inferior. “Estimamos que 1.000 pessoas foram mortas em Tacloban e 200 na província de Samar”, disse Gwendolyn Pang, secretária-geral da Cruz Vermelha filipina.

A estimativa da Cruz Vermelha da Filipinas não é definitiva. O número de mortos deve aumentar nas próximas horas, segundo a secretária-geral.

O Conselho para a Gestão e Redução de Desastres do país informou que cerca de quatro milhões de pessoas de 36 províncias das Filipinas foram afetadas pelo fenômeno, qualificado por agências meteorológicas como supertufão, já que seus ventos superaram os 240 km/h.

Região alagada nas Filipinas, após passagem de supertufão pelo país. (Foto: Bullit Marquez / AP Photo)

Região alagada nas Filipinas, após passagem de supertufão pelo país. (Foto: Bullit Marquez / AP Photo)

Reynaldo Balido, porta-voz do organismo governamental, disse que se espera que os números de vítimas aumentem nas próximas horas quando começam a chegar os relatórios das áreas devastadas.

“O tufão criou um prejuízo em massa e quase nenhuma casa ficou de pé nas áreas mais afetadas”, disse Balido.

Mapa tufão nas Filipinas (Foto: Editoria de Arte/G1)

Antes da chegada deste último tufão às Filipinas, o 24º do ano, os meteorologistas tinham advertido que a tormenta poderia ter um efeito devastador maior que o tufão “Bopha”, que em 2012 deixou cerca de mil mortos.

Após arrasar o centro e sul das Filipinas, Haiyan está no Mar do Sul da China em direção ao Vietnã, onde as autoridades já iniciaram operação para esvaziar as regiões que serão afetadas.

Saques

A polícia nacional e os militares foram enviados à região atingida e desvastada. A missão deles é evitar saques, especialmente em Tacloban. Vídeos na web mostram pessoas invadindo supermercados e caixas eletrônicos desde sexta-feira.

Fonte: G1

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