Japão e Rússia à Mercê da Fúria da Natureza!

 

O Extremo Oriente está à mercê da fúria dos elementos da Natureza. O tufão Wipha, que atingiu o Japão, chegou ao sul da península russa da Kamchatka. Lá foi declarado o alerta de tempestade. As equipas de proteção civil foram postas de prontidão para possíveis situações de emergência. Anteriormente no Japão, em consequência da fúria dos elementos, morreram no mínimo 17 pessoas. E na usina nuclear Fukushima 1, depois do tufão, foi registrado um aumento do nível de radiação.
Enquanto isso, na Kamchatka entrou em atividade o vulcão Klyuchevskaya Sopka. Uma coluna de cinzas de 10 quilômetros de altura saiu da cratera desse que é o mais alto vulcão em atividade na Eurásia. A nuvem de cinzas estendeu-se por 250 quilômetros. O Klyuchevskaya Sopka lança cinzas já pela terceira vez desde o início do mês, mas o lançamento não representa perigo para as pessoas, asseverou em entrevista à Voz da Rússia o diretor do Instituto de Vulcanologia e Geodinâmica, Genrikh Shteinberg.
“Não há uma ameaça direta do Klyuchevskaya Sopka para os pontos populacionais. O povoado mais próximo dele está a 30 quilômetros do sopé do vulcão. Isto não é perigoso. A cinza pode cair, mas em pouca quantidade – alguns milímetros por metro quadrado. Outra coisa é a aviação. Naturalmente que os aviões que se dirigem ao Alasca, ao Japão, Sudeste Asiático têm que se desviar da nuvem de cinza.”
Enquanto isso, em virtude do tufão Wipha, que chegou do lado do Japão, todos os voos de passageiros foram cancelados na Kamchatka. O forte tufão, que têm um bonito nome feminino tailandês e que sacudiu fortemente o Japão, atingiu o sul da península. Lá foi declarado o alerta. Nas águas do mar de Okhotsk e oceano Pacífico próximas da península se espera um furacão, Em algumas regiões as ondas podem atingir altura de um edifício de quatro andares.
No Japão, enquanto isso, são avaliados os prejuízos e contabilizados os desaparecidos. Na parte central do Japão, em virtude do desenfreio dos elementos, morreram 17 pessoas. Na usina nuclear Fukushima 1 foi registrado um alto nível de radiação na água que se encontra no túnel de drenagem. Este desemboca no oceano, mas esta água não representa perigo para a Kamchatka, asseverou Vladimir Kovbasyuk:
“Isto não influi sobre a Kamchatka em virtude da particularidade do sistema de correntes oceânicas. Nós já calculamos esta situação há alguns anos, quando ocorreu a avaria na Fukushima 1. Inicialmente, as águas radioativas serão levadas pelas correntes marítimas para a costa leste da América e só depois, misturando-se, elas podem voltar para as costas da Rússia. Neste momento fazemos o controle radioativo. Nós não vemos quaisquer aumentos.”
O maior vazamento de radiação na Fukushima 1 foi o lançamento de água contaminada em agosto deste ano. Então, 300 toneladas de líquido contaminado vazaram para o oceano. A água passou pelas fendas dos reservatórios, formadas em consequência de corrosão. Agora lá se planeja instalar novos reservatórios em terra com fundo de metal. Na opinião de especialistas, isto ajudará a resolver o problema dos vazamentos periódicos de água radioativa.
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